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Mudança climática ameaça produção de alimentos, alerta ONU

A população da terra está crescendo e, com ela, o consumo. Essa tendência só irá aumentar em um futuro próximo, mas os recursos do planeta são limitados – e o solo não é uma exceção.

Um relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) publicado nesta quinta-feira (8) focaliza a conexão entre o uso da terra e seus efeitos sobre a mudança climática.

O documento destaca como, em uma espécie de círculo vicioso, solos e florestas doentes agravam as mudanças climáticas, que, por sua vez, causam impactos negativos na saúde das florestas e do solo.

As conclusões do IPCC são resultado de dois anos de trabalho de 103 peritos de 52 países, que participaram voluntariamente do estudo. Antes do seu lançamento, o relatório foi discutido com os governos no início de agosto em Genebra, na Suíça, e aprovado por consenso por todos os países que participam do IPCC.
Acordo de Paris

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Governo reduz tarifas de importação de 17 produtos da Lista de Exceções do Mercosul

Confira a lista dos produtos que tiveram alíquotas zeradas e reduzidas

A Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia (Secint/ME) reduziu, a partir desta quarta-feira (7/8), 17 tarifas de importação de produtos que estavam na Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum (Letec) do Mercosul. As mudanças entram em vigor hoje, regulamentadas pela Portaria nº 523, publicada no Diário Oficial da União.

Os 17 itens são insumos industriais, produtos para construção e operação de centros de dados (datacenters), medicamentos para tratamento de pacientes com câncer e HIV/Aids, bens de consumo e produtos de higiene (fraldas e absorventes). As tarifas originais aplicadas na compra desses produtos no exterior eram de até 18%. As novas alíquotas são agora, na maioria dos casos, de zero ou 2%.

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Organizações propõem retirada de notas de R$ 100 de circulação

Promotor diz que ‘crime prefere notas de R$ 100; eliminá-las dobra a dificuldade de transporte e armazenamento de dinheiro por criminosos’.

Entidades assinaram um ofício que recomenda a retirada de cédulas altas de circulação. A proposta foi entregue à diretora de Meio Circulante do Banco Central, Carolina de Assis Barros, e solicita a retirada gradativa de circulação das notas de R$ 100 com o objetivo de combater a corrupção, a lavagem de dinheiro e a sonegação fiscal.

Segundo Roberto Livianu, promotor de Justiça em São Paulo e doutor em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), “o crime prefere notas de R$ 100. Eliminá-las no mínimo dobra a dificuldade de transporte e armazenamento de dinheiro vivo dos criminosos”.

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Universidade libanesa oferece bolsas internacionais

Universidade Americano-Libanesa (LAU) é uma das mais renomadas na região do Oriente Médio. Estudantes brasileiros e de todo o mundo podem se candidatar a bolsas até janeiro de 2020.

A Universidade Americano-Libanesa (Lebanese American University-LAU) oferece bolsas de estudo e assistência financeira para estrangeiros. Brasileiros podem participar do processo seletivo, para admissão em outubro de 2020, e o prazo para pedido de bolsa de estudos é 30 de janeiro de 2020.

A LAU tem dois campi no Líbano um em Beirute e um em Byblos, e é reconhecida como uma das principais universidades no Líbano e na região do Oriente Médio e Norte da África (Mena). As bolsas são voltadas a estudantes internacionais que buscam uma oportunidade de adquirir educação multidisciplinar a um custo acessível, e é aplicável a qualquer curso de graduação, como Medicina, Enfermagem, Comunicação, Ciências Sociais, Administração, Farmácia, Engenharia, Arquitetura, Artes e Design, entre outros.

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Ministério da Economia zera Imposto de Importação de 281 máquinas e equipamentos

Medida facilita compra de bens de capital (BK) e de informática e telecomunicações (BIT) sem produção nacional; em 2019, redução já atinge 1.189 produtos para incentivar investimentos

A Secretaria de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais (Secint) do Ministério da Economia (ME) aprovou nesta sexta-feira (2/8) 281 ex-tarifários para máquinas e equipamentos sem produção no Brasil. A medida zera, temporariamente, as alíquotas do Imposto de Importação de 261 bens de capital (BK, conforme nomenclatura da Tarifa Externa Comum do Mercosul) e 20 bens de informática e telecomunicações (BIT).

A redução consta em duas portarias da Secint publicadas hoje no Diário Oficial da União (DOU). A Portaria nº 510 diminui de 14% para zero a alíquota de 261 BK, incluindo 240 novos e 21 renovações. Já a Portaria nº 511 define 20 novos ex-tarifários para BIT, que terão a alíquota reduzida de 16% para zero.

Segundo a Subsecretaria de Estratégia Comercial da Secretaria Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex) da Secint, somente em 2019 já foram concedidos um total de 1.189 ex-tarifários para BK e BIT. O objetivo é promover a atração de investimentos para o Brasil, desonerando os aportes direcionados a empreendimentos produtivos.

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Balança comercial tem superávit de US$ 2,293 bilhões em julho

Resultado é o mais fraco para o mês em nove anos

A queda nas exportações de commodities (bens primários com cotação internacional), principalmente de petróleo e soja, fez a balança comercial registrar o mais baixo superávit para meses de julho em nove anos. No mês passado, o país exportou US$ 2,293 bilhões a mais do que importou, valor 40,8% inferior a julho de 2018. Desde 2010, o saldo não registrava níveis tão baixos para meses de julho (US$ 1,332 bilhão).

Tanto as exportações como as importações caíram no mês passado. Em julho, o país vendeu US$ 20,054 bilhões para o exterior, com recuo de 14,8% pelo critério da média diária em relação ao mesmo mês do ano passado. As importações somaram US$ 17,761 bilhões, redução de US$ 8,9% também pela média diária.

Com o resultado de julho, a balança comercial acumula superávit de US$ 28,369 bilhões nos sete primeiros meses do ano. O valor é 16,3% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado (US$ 33,891 bilhões). As exportações somam US$ 129,896 bilhões, retração de 4,7% na comparação com o mesmo período de 2018 pela média diária. As importações totalizam US$ 101,527 bilhões, recuo de apenas 0,9% pelo mesmo critério.

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Brasil e EUA iniciam negociações para acordo comercial

O ministro da Economia, Paulo Guedes, e o secretário de Comércio dos Estados Unidos, Wilbur Ross, iniciaram nesta quarta-feira (31/7) o processo de negociações para um acordo comercial ambicioso e abrangente entre as duas maiores economias do continente americano.

Ao falar com os jornalistas ao fim da audiência, que foi fechada à imprensa, o ministro Paulo Guedes declarou que, oficialmente, o Brasil iniciava ali as negociações com os EUA. “O Brasil entrou em campo”, declarou o ministro.

“Quando terminamos a reunião, o nosso secretário Marcos Troyjo perguntou ao secretário Ross: oficialmente, estamos em negociações? E a resposta foi: certamente. Nós queremos isso”, relatou Guedes. Antes da reunião no Ministério da Economia, o secretário Wilbur Ross participou de uma audiência no Palácio do Planalto com o presidente Jair Bolsonaro.

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Caixa anuncia redução de até 40% nos juros do cheque especial

Os clientes da Caixa Econômica Federal pagarão menos juros nas principais linhas de crédito e terão acesso a um pacote de serviços com taxas mais baixas. A redução valerá tanto para pessoas físicas como para empresas.

A taxa máxima do cheque especial passará de 13,45% ao mês (pessoa física) e 14,95% ao mês (empresas) para 9,99% para os dois tipos de clientes. Os correntistas que aderirem a um novo pacote de serviços, o Caixa Sim, pagarão juros ainda menores para o cheque especial: 8,99% ao mês.

O banco público também diminuiu a taxa mínima do crédito pessoal de 4,99% ao mês para 2,29% ao mês, o que representa redução média de 21%. Nessa modalidade, as taxas variam conforme o perfil do cliente.

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Setor de máquinas e equipamentos tem queda de 12,1% em junho

Em junho, a indústria brasileira de máquinas e equipamentos teve queda nas vendas de 6,1% na comparação com o mês anterior e recuo de 12,1% em relação ao mesmo mês do ano passado, informou hoje (30) a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

Segundo a Abimaq, o resultado de junho influenciou na taxa de crescimento acumulada do ano, que passou de 7,5% (entre janeiro e maio) a 3,6% de crescimento (entre janeiro e junho). O desempenho deste ano, diz a associação, é baseado principalmente no mercado doméstico, que cresceu 10,2% no semestre.

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