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Balança comercial : superávit de US$ 329 milhões na segunda semana de março

A balança comercial registrou superávit de US$ 329 milhões e corrente de comércio de US$ 7,371 bilhões, na segunda semana de março. Segundo dados divulgados nesta segunda-feira (16/03) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia (ME), as exportações chegaram ao valor de US$ 3,850 bilhões e as importações, de US$ 3,521 bilhões.

No mês, as exportações somam US$ 8,660 bilhões e as importações, US$ 7,333 bilhões, com saldo positivo de US$ 1,327 bilhão e corrente de comércio de US$ 15,993 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 39,517 bilhões e as importações, US$ 36,768 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,749 bilhões e corrente de comércio de US$ 76,284 bilhões.

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Reaproveitamente de rejeitos de lítio reforçará pauta de exportações

O reaproveitamento de rejeitos de concentrado de lítio, resultantes da produção de tântalo de duas antigas barragens desativadas desde 2018, construídas a montante em uma mina no município de Nazareno, em Minas Gerais, vai reforçar a pauta de exportações do Brasil. O projeto, que conta com financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é realizado pela empresa AMG Mineração S.A.. Em consequência dos rompimentos das barragens em Brumadinho e em Mariana, o método a montante foi proibido no Brasil pela Agência Nacional de Mineração (ANM).

O BNDES entra no projeto com o financiamento de R$ 221 milhões, que representam 18% do investimento total e, segundo o chefe do Departamento de Indústria de Base e Extrativa do BNDES, Flávio Mota, está prevista a produção de 90 mil toneladas por ano do concentrado de lítio. Todo o material extraído nos três primeiros anos já tem como destino a exportação para a China, o que resultará no aumento em 10 vezes da produção nacional de concentrado de lítio, insumo considerado de alto valor agregado e de crescente demanda internacional, especialmente para a energia renovável.

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BB e Caixa anunciam liberação de crédito para empresas em dificuldades

O Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal vão oferecer crédito para empresas com dificuldades financeiras por causa da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). O anúncio foi feito pelos presidentes da Caixa, Pedro Guimarães, e do Banco do Brasil, Rubem Novaes, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, após reunião no ministério, em Brasília.

O presidente da Caixa informou que serão destinados R$ 30 bilhões para compra de carteira de crédito consignado e de financiamentos de carros de bancos médios, caso essas instituições financeiras tenham dificuldades; R$ 40 bilhões para capital de giro, principalmente para empresas do setor imobiliário e as pequenas e médias; e R$ 5 bilhões para o crédito agrícola.

“A Caixa é hoje o banco com o maior índice de capitalização, que é o Índice de Basileia [indicador que mede o grau de alavancagem financeira de uma instituição financeira], acima de 19%, e com mais de R$ 300 bilhões de títulos públicos. O que significa isso? A Caixa tem amplo espaço para emprestar. Os R$ 75 bilhões são apenas 10% da nossa carteira de crédito”, disse o presidente da Caixa.

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Franquia brasileira de frango crocante chega nos EUA e projeta 50 unidades até 2025

O ano de 2020 começa para lá de próspero para a Hot n’ Tender, franquia brasileira de frango crocante que possui 45 lojas. A empresa fechou, no ano passado, o negócio dos sonhos: o megaempresário indiano Jay Pandya investiu US$ 50 milhões na marca e colocou o frango frito brazuca na terra do tio sam.

O CEO da Rohan Group foi o primeiro investidor internacional da HNT e planeja inaugurar, até o final de 2025, 50 unidades da franquia nos Estados Unidos. Dany Levkovits, o fundador da HNT, iniciou o contato com Jay durante a edição de 2018 da Multi-Unit Franchising Conference Las Vegas, feira na qual a empresa participou graças ao apoio do Franchising Brasil — projeto setorial de internacionalização realizado por meio de uma parceria entre a Associação Brasileira de Franchising (ABF) com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Hoje, o Rohan Group é dono de franquias de marcas de peso, como a Pizza Hut e o Dunkin’ Donuts. O ponta pé inicial da operação norte-americana comandada pelo grupo já aconteceu: a HNT abriu seis lojas, nos estados da Filadélfia e de Connecticut.

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Exportações do agronegócio somam US$ 6,41 bilhões em fevereiro

As exportações de óleo de soja, carne (bovina, suína e de frango), algodão e complexo sucroalcooleiro (açúcar e álcool) tiveram desempenho favorável na balança comercial do Agronegócio, que contabilizou US$ 6,41 bilhões, em fevereiro.

A participação do agro no total das exportações brasileiras ficou em 39,2%, já que houve recuo de 6,3% nas vendas externas na comparação com o mesmo mês do ano anterior.

As importações do setor totalizaram US$ 1,06 bilhão no mês e, como resultado, o saldo da balança comercial foi de US$ 5,35 bilhões, de acordo com a Balança Comercial do Agronegócio, elaborada pela Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

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Rio é o estado que mais perde com queda no petróleo

A queda no preço internacional do barril do petróleo deve reduzir a arrecadação da União, estados e municípios por meio dos royalties e participações especiais da produção de óleo. Neste cenário, o Rio de Janeiro seria o estado mais afetado.

“O Rio de Janeiro, certamente, será o estado mais impactado caso haja a manutenção, ao longo do ano, do preço do barril de petróleo no atual patamar. Em 2016, o estado passou por uma experiência muito parecida, quando os preços desabaram, atingindo valores próximos a U$ 30,00 o barril, o que, somado a outros fatores, impactou de forma profunda as contas públicas estaduais. Se mantidas as condições, a situação atual pode ser pior, pois o estado ainda não se recuperou da recente crise fiscal”, afirma a socióloga Carla Ferreira, pesquisadora do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Zé Eduardo Dutra (Ineep), ouvida pelo portal Brasil de Fato.

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Coronavírus pode custar até US$ 2 trilhões ao mundo

Economistas da ONU alertaram nesta segunda-feira que o surto do coronavírus poderá custar à economia global entre US$ 1 trilhão e US$ 2 trilhões este ano e exortou os governos a aumentar os gastos para mitigar seu impacto.

Um relatório da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio, Investimento e Desenvolvimento (Unctad) concluiu que a epidemia Covid-19 levará alguns países à recessão e retardará significativamente o crescimento da economia mundial como um todo.

De fato, o surto, que já infectou mais de 110.000 e matou mais de 3.800 pessoas em todo o mundo, deve empurrar o crescimento econômico global para bem abaixo de 2,5%, “muitas vezes considerado como o limiar da recessão para a economia mundial”, afirmou a Unctad.

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Balança Comercial : primeira semana de março registra superávit de US$ 1,040 bilhão

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,040 bilhão e corrente de comércio de US$ 8,665 bilhões, na primeira semana de março de 2020 – com cinco dias úteis –, como resultado de exportações no valor de US$ 4,852 bilhões e importações de US$ 3,812 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (9/3) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

Nas exportações, comparadas a média até a primeira semana de março de 2020 (US$ 970,5 milhões) com a de março de 2019 (US$ 917,3milhões), houve crescimento de 5,8%, em razão do aumento nas vendas de produtos básicos (+6,2%), de US$ 497,3 milhões para US$ 528,3 milhões; e semimanufaturados (+21,4%), de US$ 108,1milhões para US$ 131,2 milhões.

Por outro lado, caiu a venda de produtos manufaturados (-0,3%), de US$ 311,9 milhões para US$ 311,0 milhões. Em relação a fevereiro de 2020, houve aumento de 6,8%, devido à expansão nas vendas das três categorias de produtos: básicos (+5,4%), de US$ 501,2 milhões para US$ 528,3 milhões; semimanufaturados (+26,5%), de US$ 103,7 milhões para US$ 131,2 milhões; e manufaturados (+2,4%), de US$ 303,7 milhões para US$ 311,0 milhões.

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Coronavírus causa perdas de US$ 50 bi no comércio mundial

O coronavírus pode resultar em perdas de US$ 50 bilhões no comércio global, segundo estimativas da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad). O prejuízo deve vir principalmente da desaceleração da produção industrial na China e ser sentido na cadeia produtiva ao redor do mundo.

O secretário-geral da Unctad, Mukhisa Kituyi, afirmou que o surto traz sérios riscos para a economia global. Índice chinês que mede a produção da indústria caiu em fevereiro para o valor mais baixo desde 2004. Isso implica recuo de 2% na exportação do país. Como a China é importante centro comercial global e de produção manufatureira, o movimento repercute em qualquer país, principalmente nos mercados de maior relação com os chineses.

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