Pages Menu

Notícias recentes

Rio é o estado que mais perde com queda no petróleo

A queda no preço internacional do barril do petróleo deve reduzir a arrecadação da União, estados e municípios por meio dos royalties e participações especiais da produção de óleo. Neste cenário, o Rio de Janeiro seria o estado mais afetado.

“O Rio de Janeiro, certamente, será o estado mais impactado caso haja a manutenção, ao longo do ano, do preço do barril de petróleo no atual patamar. Em 2016, o estado passou por uma experiência muito parecida, quando os preços desabaram, atingindo valores próximos a U$ 30,00 o barril, o que, somado a outros fatores, impactou de forma profunda as contas públicas estaduais. Se mantidas as condições, a situação atual pode ser pior, pois o estado ainda não se recuperou da recente crise fiscal”, afirma a socióloga Carla Ferreira, pesquisadora do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Zé Eduardo Dutra (Ineep), ouvida pelo portal Brasil de Fato.

Leia mais

Coronavírus pode custar até US$ 2 trilhões ao mundo

Economistas da ONU alertaram nesta segunda-feira que o surto do coronavírus poderá custar à economia global entre US$ 1 trilhão e US$ 2 trilhões este ano e exortou os governos a aumentar os gastos para mitigar seu impacto.

Um relatório da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio, Investimento e Desenvolvimento (Unctad) concluiu que a epidemia Covid-19 levará alguns países à recessão e retardará significativamente o crescimento da economia mundial como um todo.

De fato, o surto, que já infectou mais de 110.000 e matou mais de 3.800 pessoas em todo o mundo, deve empurrar o crescimento econômico global para bem abaixo de 2,5%, “muitas vezes considerado como o limiar da recessão para a economia mundial”, afirmou a Unctad.

Leia mais

Balança Comercial : primeira semana de março registra superávit de US$ 1,040 bilhão

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,040 bilhão e corrente de comércio de US$ 8,665 bilhões, na primeira semana de março de 2020 – com cinco dias úteis –, como resultado de exportações no valor de US$ 4,852 bilhões e importações de US$ 3,812 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (9/3) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

Nas exportações, comparadas a média até a primeira semana de março de 2020 (US$ 970,5 milhões) com a de março de 2019 (US$ 917,3milhões), houve crescimento de 5,8%, em razão do aumento nas vendas de produtos básicos (+6,2%), de US$ 497,3 milhões para US$ 528,3 milhões; e semimanufaturados (+21,4%), de US$ 108,1milhões para US$ 131,2 milhões.

Por outro lado, caiu a venda de produtos manufaturados (-0,3%), de US$ 311,9 milhões para US$ 311,0 milhões. Em relação a fevereiro de 2020, houve aumento de 6,8%, devido à expansão nas vendas das três categorias de produtos: básicos (+5,4%), de US$ 501,2 milhões para US$ 528,3 milhões; semimanufaturados (+26,5%), de US$ 103,7 milhões para US$ 131,2 milhões; e manufaturados (+2,4%), de US$ 303,7 milhões para US$ 311,0 milhões.

Leia mais

Coronavírus causa perdas de US$ 50 bi no comércio mundial

O coronavírus pode resultar em perdas de US$ 50 bilhões no comércio global, segundo estimativas da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad). O prejuízo deve vir principalmente da desaceleração da produção industrial na China e ser sentido na cadeia produtiva ao redor do mundo.

O secretário-geral da Unctad, Mukhisa Kituyi, afirmou que o surto traz sérios riscos para a economia global. Índice chinês que mede a produção da indústria caiu em fevereiro para o valor mais baixo desde 2004. Isso implica recuo de 2% na exportação do país. Como a China é importante centro comercial global e de produção manufatureira, o movimento repercute em qualquer país, principalmente nos mercados de maior relação com os chineses.

Leia mais

Programa de Internacionalização da Apex-Brasil tem quatro eventos de capacitação em março

A Apex-Brasil realizará em março quatro eventos de capacitação para a internacionalização de empresas. As oficinas fazem parte do Programa de Internacionalização da Agência e serão realizadas em Londrina, Maringá, Rio de Janeiro e São Paulo,

O Programa de Internacionalização da Apex-Brasil é um conjunto de soluções técnicas para apoiar a expansão internacional de empresas, de acordo com os objetivos e interesses dos clientes. As soluções são divididas em ações de capacitação, missões e atendimentos personalizados.

Veja logo a seguir as oficinas e curso com inscrições abertas e realize a sua inscrição:

Leia mais

Argentina puxa economia brasileira para baixo e afeta bens secundários

O impacto do novo governo argentino na economia brasileira pode afetar segmentos comuns entre os dois países muito além das empresas binacionais. Tema abordado pelo pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getúlio Vargas, Livio Ribeiro, a relação entre as duas potências do Mercosul acende um alerta para a possibilidade de a economia brasileira ser puxada para baixo, embora o Brasil esteja em movimento oposto ao do vizinho. O especialista ainda destaca que esse “puxão” é oriundo não só de manufaturados destinados ao consumidor final, mas também pela indústria de insumos e de bens intermediários. A justificativa é que embora sejam duas indústrias, na prática funcionam como quase uma só, ou seja, uma espécie de parto fabril, dividido nos dois territórios, como ocorre na indústria automotiva, vestuário, bebidas, entre outros. Nestes, o ciclo econômico está muito interligado, na relação da ordem de 75% a 80% e, de fato, quando uma cai, a outra também. E vice-versa.

O pesquisador ainda traçou um panorama da Argentina desde o primeiro governo Macri até os dias atuais e diz acreditar que o ex-presidente não conseguiria apresentar um quadro diferente naquele país.

“É preciso separar o discurso liberal do fato. O Macri do início de governo é bem diferente daquele do fim, que promoveu congelamento de preços, subsídios populistas e controle cambial, ao passo que no começo do governo teve ações positivas com mais abertura de mercado. Só que a situação apertou”, concluiu ao Bate-Papo FGV.

Leia mais

BNDES amplia alcance de linha de crédito para pequenas empresas

Limite da BNDES Crédito Pequenas Empresas foi ampliado para R$ 10 milhões/ano. Clientes com Receita Operacional Bruta anual de até R$ 90 mi passam a poder acessar a linha.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou alterações na linha BNDES Crédito Pequenas Empresas, que passa a oferecer limite de crédito de até R$ 10 milhões por beneficiário a cada 12 meses e a contemplar também empresas com faturamento anual de até R$ 90 milhões.

Com a mudança, um maior número de empresas – que sofrem com as mesmas dificuldades de acesso a financiamento que as empresas de menor porte – passam a acessar a linha de crédito. Esse segmento tem potencial para auxiliar no desenvolvimento da economia e na geração de empregos.
Anteriormente, a linha atendia clientes com faturamento anual de até 4,8 milhões (micro e pequenas empresas, segundo os critérios do Banco) e disponibilizava um limite de até R$ 500 mil/ano por beneficiário.

Condições — A linha BNDES Crédito Pequenas Empresas financia toda necessidade de investimento das empresas, respeitado o seu limite máximo, e os financiamentos são contratados por meio de agentes financeiros repassadores de recursos do BNDES. O prazo para pagamento é de até cinco anos, incluindo carência de até 24 meses, e taxa final está em torno de 1% a.m.

Leia mais

OCDE diz que coronavírus pode derrubar crescimento global à metade

Embora uma crise econômica global para este ano já fosse prevista há algum tempo, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) reduziu a expectativa de crescimento da economia mundial diante do surto de coronavírus e seu impacto na China, país mais atingido pelo novo vírus. A entidade prevê agora uma expansão de 2,4% no Produto Interno Bruto (PIB), nível mais baixo desde 2009, ante 2,9% da previsão anterior, que já estava enfraquecida pelas tensões comerciais e políticas.

“A economia global enfrenta a ameaça mais grave desde a crise financeira [de 2008 e 2009], à medida que o coronavírus se espalha”, informou a OCDE. A previsão é que a recuperação venha já em 2021, com crescimento de 3,3%. Em 2019, o PIB mundial teve expansão de 2,9%.

Contudo, a OCDE alerta que o índice pode ser de apenas 1,5% – a metade da previsão anterior – se surto não for controlado. OMC também espera impacto “substancial” na economia. Nessa hipótese, o comércio mundial apresentaria uma contração de 3,75%.

Leia mais

Balança comercial: superávit de US$ 520 milhões na terceira semana de fevereiro

A balança comercial brasileira apresentou, na terceira semana de fevereiro, superávit de US$ 520 milhões, segundo dados divulgados hoje (2) pela Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia. Em um período de cinco dias úteis, as exportações chegaram a US$ 3,966 bilhões e as importações, a US$ 3,446 bilhões, ficando a corrente de comércio em US$ 7,412 bilhões.

A média das exportações da terceira semana de fevereiro ficou em US$ 793,2 milhões, 5,5% abaixo da média de US$ 839,8 milhões até a segunda semana. Segundo o Ministério da Economia, a redução ocorreu devido à queda nas exportações de produtos semimanufaturados e básicos. No mês, as exportações somam US$ 12,364 bilhões e as importações, US$ 11,259 bilhões, com saldo positivo de US$ 1,105 bilhão e corrente de comércio de US$ 23,624 bilhões.

No período, houve uma redução de 10,7%, de US$ 100,1 milhões para US$ 89,4 milhões, no segmento de semimanifaturados, em especial na celulose, ferro fundido, ouro, ferro ou aço e também no óleo de soja em bruto.

Leia mais

Canal Brazil Export

Outros
  • Fruit Attraction 2019
  • Fruit Attraction 2016
  • Viernes 17 de Octubre
  • Jueves 16 de Outubro