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ABPA e Apex-Brasil levam 14 agroindústrias para a Gulfood 2020

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), liderará um grupo com agroindústrias exportadoras de proteína animal durante a Gulfood 2020, maior feira de alimentos do Oriente Médio, programada entre os dias 16 e 20 de fevereiro, em Dubai (Emirados Árabes Uidos).

Ao todo, 14 agroindústrias participam da ação. São elas: Agroaraçá, Aurora Alimentos, Avenorte, Bello Alimentos, BRF, Coasul, Copacol, Granja Faria, GTFoods, Integra, Naturovos, Netto Alimentos, Pamplona Alimentos e Vibra.

A ação contará com um espaço de cerca de 370 metros quadrados, com salas e total estrutura para a realização de encontros de negócios para as empresas participantes dos projetos setoriais Brazilian Chicken, Brazilian Egg e Brazilian Breeders – marcas internacionais da avicultura do Brasil.

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E-commerce brasileiro cresce 22,7% e fatura mais de R$ 75 bi em 2019

Em 2019, as vendas virtuais realizadas de janeiro a dezembro no Brasil somaram faturamento de R$ 75,1 bilhões, alta nominal de 22,7% em relação ao ano de 2018. As informações são do relatório NeoTrust, que analisa o varejo digital trimestralmente com base em dados coletados pelo Compre & Confie, empresa de inteligência de mercado focada em comércio eletrônico.

De acordo com o estudo, o poder aquisitivo do consumidor não variou significativamente no período: o valor médio das compras realizadas foi de R$ 420,40 (incremento de apenas 0,2% em relação ao ano anterior). Portanto, a alta significativa está relacionada principalmente ao volume de pedidos realizados: em 2019, foram feitas 178,5 milhões de compras, valor que representa aumento de 22,5% em relação a 2018.

“O ano de 2019 foi de forte recuperação para o varejo digital. Registramos diversos fatores que impulsionaram o crescimento, com destaque para consolidação do modelo de marketplace no país, maior integração multicanal, além do aumento do número de consumidores que realizaram pelo menos uma compra virtual”, afirma André Dias, diretor executivo do Compre & Confie.

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Alta do dólar é consequência de juros baixos, diz Guedes

A valorização do dólar, que hoje (12) superou R$ 4,35 e voltou a bater recorde , decorre da combinação de juros baixos e contenção do gasto público, disse há pouco o ministro da Economia, Paulo Guedes. Segundo ele, a alta na moeda norte-americana indica que Brasil está entrando num novo modelo, que estimula a recuperação da indústria, mesmo desagradando a rentistas e a turistas brasileiros no exterior.

“Durante muito tempo, tivemos dólar a R$ 1,80 e juros básicos a 14% [ao ano]. Hoje temos dólar a R$ 4 e juros também a 4%”, declarou o ministro, no discurso de encerramento de evento promovido por uma revista especializada em política e economia que discutiu a agenda legislativa para 2020.

Na avaliação de Guedes, os juros mais baixos beneficiam os empreendedores, por meio do barateamento do crédito. Ele também disse que o dólar mais alto ajuda a reverter o processo de desindustrialização do Brasil, cujas fábricas enfrentaram, por muitos anos, a competição desleal com produtos manufaturados de países que manipulam a taxa de câmbio. “O Brasil era o paraíso dos rentistas. O câmbio baixo desindustrializava o Brasil, que estava pendurado num modelo rentista”, disse.

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STF decide que trading tem imunidade tributária na exportação

Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, hoje (12), que empresas conhecidas como trading companies (empresas comerciais que atuam como intermediárias entre empresas fabricantes e empresas compradoras, em operações de exportação e importação) têm direito à imunidade tributária na exportação de produtos. Com a decisão, esse tipo de empresa não poderá ser tributada quando realizar operações de intermediação de venda de mercadorias de produtores brasileiros para o exterior.

O caso foi decidido pela Corte em duas ações movidas por associações e empresas ligadas ao agronegócio, setor que mais utiliza esse tipo de operação. As entidades questionaram no STF a legalidade da Instrução Normativa 971/2009, da Receita Federal, que definiu que a isenção de contribuições sociais vale somente para produtores que fazem a operação de exportação de forma direta. Dessa forma, quem utiliza as empresas que fazem a intermediação da venda deveria pagar os tributos.

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Exportações do agronegócio totalizam US$ 5,8 bilhões em janeiro

As exportações do agronegócio totalizaram, em janeiro, US$ 5,8 bilhões, recuo de 9,4%. O setor participou com 40,4% do total das exportações brasileiras. As importações do setor somaram US$ 1,2 bilhão (-1,6%) e desta forma o saldo da balança ficou em US$ 4,6 bilhões, de acordo com levantamento da Balança Comercial do Agronegócio, elaborado pela Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A queda nos preços dos produtos do agronegócio exportados pelo Brasil, de 7,4%, foram a razão preponderante para a redução das vendas externas em janeiro, segundo análise da Secretaria. Também ocorreu redução na quantidade comercializada para o exterior, que declinou 2,2% na comparação do mês de janeiro de 2019.

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Apex-Brasil inaugura dia 20/2 série de webinars sobre o Brexit

A Apex-Brasil e o MRE realizarão na quinta-feira, dia 20/2, às 11 horas, seu primeiro seminário online sobre o Brexit. O evento Brexit Webinars é resultado de um programa de acompanhamento e análise da Apex-Brasil sobre o tema em parceria com a Embaixada de Londres sobre os possíveis impactos a serem enfrentados pelas empresas brasileiras.

A série de webinars visa apresentar às empresas brasileiras o panorama das relações comerciais com a saída do Reino Unido da União Europeia, incluindo o cronograma do processo do Brexit, pontos de atenção sobre alterações na regulamentação, mudanças previstas para o setor de alimentos e recursos da plataforma Brazil Brexit Watch http://www.investexportbrasil.gov.br/brexit-brazil-brexit-watch).

O debate online terá como convidados especiais o Ministro Conselheiro Roberto Doring, da Embaixada do Brasil em Londres, e outros diplomatas especialistas no tema. A transmissão será realizada pela plataforma de webinar da Apex-Brasil, Passaporte para o Mundo. A moderação do debate será feita por Patrícia Steffen, analista de mercado da Apex-Brasil.

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Balança Comercial: primeira semana de fevereiro registra superávit de US$ 1,160 bilhão

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,160 bilhão e corrente de comércio de US$ 8,151 bilhões, na primeira semana de fevereiro de 2020, com cinco dias úteis, como resultado de exportações no valor de US$ 4,656 bilhões e importações de US$ 3,495 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (10/02) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

No ano, as exportações totalizam US$ 19,096 bilhões e as importações US$ 19,670 bilhões, com saldo negativo de US$ 575 milhões e corrente de comércio de US$ 38,766 bilhões.

Nas exportações, comparadas as médias até a primeira semana de fevereiro de 2020 (US$ 931,1 milhões) com a de fevereiro de 2019 (US$ 786,9 milhões), houve crescimento de 18,3%, em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: básicos (+19,4%), de US$ 397,0 milhões para US$ 473,8 milhões; semimanufaturados (+32,8%), de US$ 97,7 milhões para US$ 129,7 milhões e manufaturados (+12,1%), de US$ 292,2 milhões para US$ 327,6 milhões. Em relação a janeiro de 2020, houve aumento de 41,9%, devido à expansão nas vendas de produtos básicos (+45,0%), de US$ 326,8 milhões para US$ 473,8 milhões; semimanufaturados (+32,1%), de US$ 98,2 milhões para US$ 129,7 milhões e manufaturados (+41,6%), de US$ 231,4 milhões para US$ 327,6 milhões.

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CNI propõe medidas para agilizar comércio do Paraguai, Uruguai e Chile

Enquanto o Brasil avançou na redução da burocracia para exportar e importar, países da América do Sul ainda precisam investir em modernização dos processos relacionados ao comércio exterior. Para estimular esses países, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) tem feito convênios com entidades do setor industrial para levantar os gargalos que impedem um fluxo de comércio mais rápido.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com o BID, levantou 368 oportunidades de melhorias em processos ou políticas públicas relacionados ao comércio exterior no Paraguai, no Uruguai e no Chile. Para levantar essas oportunidades, foram feitas reuniões com representantes de empresas exportadoras e importadoras e de órgãos públicos ligados ao comércio exterior, totalizando 320 participantes. Ao final do levantamento, foram feitas 263 propostas de solução.

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Produtos brasileiros são expostos na maior feira de orgânicos do mundo – Biofach 2020

Oito cooperativas de pequenos agricultores e duas empresas brasileiras participam da maior feira de produtos orgânicos do planeta – a Biofach 2020, que acontece em Nuremberg, na Alemanha, entre os dias 12 e 15 de fevereiro.

O Brasil está levando frutos típicos beneficiados e produtos processados da lavoura e do extrativismo como cacau em amêndoas, café orgânico, extratos e polpas de açaí, acerola em pó, caroço de bacuri, fruta seca de cupuaçu e de jambo, geleia orgânica de umbu, guaraná em pó, mel em bisnaga, além de cachaça e cerveja do tipo saison.

Metade dos expositores brasileiros que vão à Alemanha são da Região Norte (quatro do Pará e um de Rondônia), dois são de Minas Gerais, um da Bahia, um do Piauí e um do Rio Grande do Sul.

Os expositores foram escolhidos entre 18 inscritos após edital publicado pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

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