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Apex-Brasil leva 62 empresas para missão Argentina e Chile

Uma delegação de 62 empresas que foram capacitadas para exportação participará, na última semana de setembro (24 a 28), da Missão Argentina e Chile, composta por reuniões de negócios com compradores dos dois países, seminários e visitas técnicas para entendimento do mercado. A ação é organizada pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE), com apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

O grupo brasileiro que chegará aos países vizinhos é composto por empresas dos setores de Alimentos e Bebidas e Máquinas e Equipamentos que estão iniciando suas exportações. Entre as participantes, há fornecedores de uma grande variedade de produtos, tais como cerveja, mel, produtos naturais, polpas de fruta, cachaça, produtos químicos, balanças de precisão, pneumáticos, peças fundidas etc.

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Balança comercial já acumula superávit de US$ 42 bilhões no ano

Só neste mês, exportações superam as importações em US$ 4,371 bilhões. Em 2018, vendas externas somam US$ 173,8 bilhões e compras internacionais totalizam US$ 131,8 bilhões

A balança comercial registrou superávit de US$ 2,012 bilhões na terceira semana de setembro de 2018, resultado de exportações no valor de US$ 5,421 bilhões e importações de US$ 3,409 bilhões.

No mês, as exportações somam US$ 14,954 bilhões e as importações, US$ 10,583 bilhões, com saldo positivo de US$ 4,371 bilhões.

No ano, o superávit comercial é de US$ 42,048 bilhões, com exportações de US$ 173,858 bilhões e importações de US$ 131,810 bilhões.

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Estudo da CNI questiona legalidade de sete taxas cobradas no comércio exterior

Cobrança é feita por órgãos como Aneel e Anvisa, gera insegurança jurídica e encarece toda a cadeia produtiva. Tema integra a agenda de competitividade da indústria brasileira
Uma das taxas questionáveis diz respeito à Taxa de Emissão de Licença para Veículos, Motores ou Máquinas importados

Estudo inédito da Confederação Nacional da Indústria (CNI) questiona a legalidade de sete taxas (lista anexa) cobradas no Brasil em operações de importação e exportação. Os problemas vão desde a cobrança de valores desproporcionais ao custo dos serviços prestados pelo Estado brasileiro, passando pela aplicação de taxas sobre produtos que nem mesmo precisam passar por controle, até o reajuste abusivo de encargos. Acesse a íntegra do estudo: Os Custos e Encargos dos Órgãos Anuentes no Comércio Exterior Brasileiro.

A cobrança irregular encarece a importação de filmes cinematográficos e de energia elétrica, por exemplo – com impacto para a cadeia produtiva. De acordo com estudo realizado pela CNI, no âmbito do Fórum de Competitividade das Exportações, esse problema atinge também a importação de veículos e máquinas motorizadas, como colheitadeiras, e produtos sujeitos a controle sanitário.

Na prática, essas taxas são recolhidas pelos chamados órgãos anuentes, aqueles responsáveis por liberar as operações de importação e exportação. Sem alternativa, as empresas brasileiras precisam arcar com esse custo, que pode chegar a ser abusivo.Segundo a pesquisa Desafios à Competitividade das Exportações Brasileiras, as tarifas cobradas por órgãos anuentes figuram como o segundo principal entrave aduaneiro identificado por empresas exportadoras.

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Brasil terá a maior produção de café da história de quase 60 milhões de sacas

Do total previsto para a produção, 45,9 milhões de sacas são do café arábica e, 14 milhões de sacas, do conilon

O 3º Levantamento da Safra 2018 de Café, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta terça-feira (18), confirma que o Brasil terá a maior produção da sua história. Ao todo, deverão ser colhidas 59,9 milhões de sacas beneficiadas de 60 quilos, em alta de 33,2% em relação à safra passada que foi de 45 milhões de sacas.

Do total previsto, 45,9 milhões de sacas são do café arábica, que teve aumento de 34,1%. Já o café conilon, com menor volume, deve alcançar 14 milhões de sacas, o que representa aumento de 30,3%. De acordo com o estudo, a bienalidade positiva e as boas condições climáticas são as principais responsáveis pelo resultado. Soma-se a isso, o avanço da tecnologia com impacto na produtividade.

O período mais recente de alta bienalidade ocorreu em 2016, quando o Brasil produziu 51,4 milhões de sacas, considerada, até então, a maior safra do grão no país, superada agora, neste ano.

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Superávit comercial atinge US$ 40 bilhões na segunda semana de setembro

No acumulado do ano, as exportações somam US$ 168,4 bilhões e as importações US$ US$ 128,4 bilhões. Nas duas primeiras semanas de setembro, o saldo comercial é de US$ 2,4 bilhões

Na segunda semana de setembro de 2018, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,3 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 5,5 bilhões e importações de US$ 4,3 bilhões.

No mês, as exportações somam US$ 9,5 bilhões e as importações, US$ 7,1 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,4 bilhões.

Até a segunda semana de setembro, no acumulado do ano, as exportações totalizam US$ 168,4 bilhões e as importações, US$ 128,4 bilhões, com saldo positivo de US$ 40 bilhões.

A média das exportações da segunda semana chegou a US$ 1,1 bilhão, valor 11,2% acima da média de US$ 997,6 milhões da primeira semana. Isso se deu devido a aumento nas exportações de produtos básicos (44,1%), puxado por petróleo em bruto, farelo de soja, minério de cobre, milho em grãos e bovinos vivos.

Por outro lado, caíram as vendas de produtos semimanufaturados (-20,1%), por conta de celulose, semimanufaturados de ferro e aço, ferro-ligas, zinco em bruto, couros e peles, madeira serrada ou fendida. E de manufaturados (-10,5%), em razão de chocolate e preparações alimentícias com cacau, automóveis de passageiros, tratores, motores e turbinas para aviação, autopeças, motores para automóveis.

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Volume exportado de carne bovina in natura é recorde para agosto

De 144 mil toneladas exportadas 33 mil ton foram para a China

A quantidade de carne bovina in natura comercializada no exterior apresentou recorde mensal no resultado de agosto, com 144,42 mil toneladas negociadas, aumento de 17,6%, e de 13,5% de crescimento em valor (US$ 590 milhões). A alta foi registrada apesar da queda do preço médio (- 3,5%) no período, conforme o Boletim da Balança Comercial do Agronegócio divulgado pela Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) nesta sexta-feira (14). Os principais destinos foram a China, com 33,3 mil toneladas (+23%), e Hong Kong, com 26,6 mil toneladas (+18%) da carne bovina in natura.

As exportações do agronegócio, entre janeiro e agosto, foram de US$ 68,52 bilhões (+4,7%). Essa elevação ocorreu em função, principalmente, do aumento do volume exportado, que subiu 3,8% no período analisado. As importações no setor apresentaram queda de 0,7% e totalizaram US$ 9,47 bilhões no período. Como resultado, o saldo da balança comercial do agronegócio nos primeiros oito meses do ano foi de US$ 59 bilhões.

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Após período de baixa, exportações de café crescem 30% em agosto

Após um período de baixa, o setor do café começou a mostrar sinais de recuperação. As exportações cresceram 30,4% em agosto na comparação do mesmo mês de 2017. Segundo balanço do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), 3,4 milhões de sacas foram vendidas para o exterior. As receitas em agosto chegaram a US$ 470,6 milhões, uma alta de 10% em relação ao mesmo mês do ano passado.

O crescimento das exportações representa, segundo o diretor-geral do Cecafé, Marcos Matos, o início de uma safra melhor do que a dos últimos anos. De acordo com ele, a safra começa oficialmente em julho, mas grande parte do café já foi colhida e está agora sendo embarcada. Os resultados mostram, por exemplo, a recuperação das plantações do café tipo conillon. “Nós tivemos também o conillon sentindo as consequências do déficit hídrico dos últimos anos”, destacou Matos sobre um dos problemas que o setor enfrenta desde 2015.

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País tem safra recorde de frutas, cereais, leguminosas e oleaginosas

A produção somou 238,4 milhões de toneladas

Em 2017, o país teve safra recorde de cereais, leguminosas e oleaginosas, chegando a 238,4 milhões de toneladas. Os dados estão na Pesquisa Agrícola Municipal (PAM) – 2017, divulgada hoje (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O aumento foi de 28,2% na comparação com 2016, com crescimento da área colhida em 5,9%. Segundo o IBGE, a produtividade foi impulsionada pelas condições climáticas favoráveis, depois de um ano influenciado pelo fenômeno El Niño.

Um dos destaques, segundo o gerente de agricultura do IBGE, Alfredo Guedes, é o avanço da soja sobre a Região Norte – com produção de 5 milhões de toneladas e atrás apenas do açaí. “A soja não entra direto sobre as áreas de floresta. Geralmente, essas áreas já deixaram de ser floresta há alguns anos, eram pastagens, e os produtores tiram a pastagem e colocam a soja”.

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Primeira semana de setembro tem superávit de US$ 1,106 bilhão

No ano, as exportações são de US$ 162,904 bilhões e as importações, de US$ 124,121 bilhões, com saldo positivo de US$ 38,783 bilhões

Na primeira semana de setembro, com quatro dias úteis, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,106 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 4 bilhões e importações de US$ 2,894 bilhões. No acumulado do ano, as exportações são de US$ 162,904 bilhões e as importações, de US$ 124,121 bilhões, com saldo positivo de US$ 38,783 bilhões.

Nas exportações, comparadas as médias da primeira semana (US$ 1 bilhão) com a de setembro do ano passado (US$ 933 milhões), houve aumento de 7,2%, em razão do aumento nas vendas de produtos semimanufaturados (23,3%, por conta de zinco em bruto, produtos manufaturados de ferro e aço, madeira serrada ou fendida, celulose e ferro-ligas) e manufaturados (18,4%, em função de chocolate e preparações alimentícias com cacau, tubos flexíveis de ferro e aço, motores e turbinas de aviação, partes de motores e turbinas de aviação, e motores para veículos automóveis e partes). Diminuíram as vendas de produtos básicos (-4,1%), em consequência de petróleo em bruto, minério de manganês, soja em grãos, bovinos vivos, fumo em folhas.

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