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Exportação de calçados voltou a crescer em novembro

As exportações brasileiras de calçados voltaram a subir pela primeira vez desde maio. Em novembro, foram embarcados 10,54 milhões de pares, um aumento de 6,6% sobre o mesmo mês do ano passado. A receita chegou a US$ 84,78 milhões, um crescimento de 1,6% na mesma comparação. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (06) pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados).

Segundo o presidente da Abicalçados, Heitor Klein, o desempenho reflete as vendas para países sul-americanos, com exceção da Argentina. “A Argentina passa por uma crise interna, com desvalorização brusca de sua moeda frente ao dólar, o que deixa as importações mais caras para o consumidor. Além disso, existe uma determinação do FMI (Fundo Monetário Internacional) para que o país preserve suas reservas internacionais, o que deve seguir diminuindo nossas vendas para lá nos próximos meses”, disse o executivo, de acordo com nota da entidade.

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Porto de Santos movimenta 110 milhões de toneladas de carga em 2018

A movimentação de cargas no Porto de Santos, o maior do país, cresceu 1,5% de janeiro a outubro de 2018, em relação ao mesmo período no ano passado, alcançando 110,6 milhões de toneladas. Foram 4.026 atracações de navios, queda de 0,4%. Os dados foram divulgados pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp).

O número de contêineres aumentou 8,8%, atingindo 3,5 milhões TEU (medida padrão equivalente a um contêiner de 20 pés). O total de embarques foi de 78,98 milhões de toneladas, uma diminuição de 0,5% em relação ao ano passado.

Entre os produtos embarcados, a soja (grãos e farelos) foi a campeã, com 24,98 milhões de toneladas, alta de 20,8%. O segundo lugar ficou com o açúcar, com a marca de 12,89 milhões de toneladas, resultado 27,5% menor. Na terceira posição, está o milho com 8,37 milhões de toneladas, queda de 21,2%. Celulose teve 3,76 milhões de toneladas embarcadas, crescimento de 56,1%. Sucos cítricos registraram 1,92 milhões, subindo 13,6%.

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Balança comercial tem segundo melhor superávit para meses de novembro

A balança comercial – diferença entre exportações e importações – registrou o segundo melhor superávit para meses de novembro. Segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), o país exportou US$ 4,062 bilhões mais do que importou no mês passado. O saldo só foi inferior ao de novembro de 2016, quando o superávit tinha atingido US$ 4,8 bilhões.

As exportações somaram US$ 20,922 bilhões no mês passado, alta de 25,4% em relação a novembro do ano passado pelo critério da média diária. As importações totalizaram US$ 16,860 bilhões, aumento de 28,3% na mesma comparação, também pela média diária.

De janeiro a novembro, o saldo da balança comercial somou US$ 51,698 bilhões, queda de 16,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Apesar do recuo, este é o segundo melhor saldo desde o início da série histórica, em 1989, perdendo apenas para o do ano passado, quando as exportações tinham superado as importações em US$ 61,992 bilhões.

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Exportações de celulose atingem US$ 8,8 bi, com alta de 26,0% de janeiro a outubro

O Boletim Cenários Ibá, produzido pela Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), indicou alta nas exportações de celulose (+33,7%), painel de madeira (+5,0%) e papel (+4,2%) na comparação anual. O total das negociações com outros países cresceu 26,0%, totalizando US$ 8,8 bilhões de janeiro a outubro de 2018.

O saldo da balança comercial do setor também foi positivo, com avanço de 28,7% e resultado final de US$ 7,9 bilhões. A representatividade da balança do setor seguiu com bons resultados e aumentou entre janeiro e outubro deste ano, totalizando 4,4% do total de exportações brasileiras e 10,4% das exportações do agronegócio.

A China segue como principal mercado externo para comercialização da celulose e até outubro adquiriu US$ 2,9 bilhões do produto brasileiro, aumento de 39,1% em relação ao mesmo período de 2017. O papel, por sua vez, continua com seu foco de negociações externas na América Latina, que apresentou avanço de 9,0% no valor negociado. A América Latina ainda é o principal destino dos painéis de madeira e investiu US$ 142 milhões na aquisição do produto neste ano, alta de 12,7%.

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Secex abre consulta publica sobre redução tarifária para 305 códigos da NCM

Foi publicada no Diário Oficial da União, Circular da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços que abre consulta pública sobre a redução tarifária a 2% (alíquota ordinária do Mercosul para bens não produzidos) para 305 códigos da NCM.

Manifestações sobre as propostas deverão ser dirigidas ao Departamento de Negociações Internacionais (DEINT) por meio do endereço eletrônico CT1@mdic.gov.br até o dia 21 de dezembro. As informações relativas às propostas deverão ser apresentadas mediante o preenchimento integral do roteiro próprio, disponível neste link.

A consulta se insere no contexto de continuidade à proposta brasileira de revisão setorial da TEC, em que o setor químico nacional apresentou ao MDIC proposta de redução tarifária de 55 itens, em coordenação com suas contrapartes do Mercosul, com objetivo de reduzir as tarifas incidentes no setor. A matéria vem sendo amplamente debatida no âmbito do Comitê Técnico nº 1 (CT-1) do Mercosul, órgão encarregado do exame técnico dos temas relacionados a Tarifas, Nomenclatura e Classificação de Mercadorias, e já conta com a concordância de alguns sócios do Mercosul para a redução tarifária de uma série de itens.

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Exportações somam US$ 4,840 bi na quarta semana de novembro

A balança comercial brasileira registrou déficit de US$ 1,12 bilhão na quarta semana de novembro de 2018, que teve cinco dias úteis. O saldo é resultado de exportações no valor de US$ 4,840 bilhões e importações de US$ 5,960 bilhões, com destaque para a aquisição de uma plataforma de petróleo no valor de US$ 2,2 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 17,060 bilhões e as importações, US$ 13,631 bilhões, com superávit de US$ 3,428 bilhões. No ano, o saldo também é positivo: US$ 51,064 bilhões, com exportações de US$ 216,139 bilhões e importações de US$ 165,075 bilhões.

A média das exportações da quarta semana chegou a US$ 968 milhões, 20,8% abaixo da média de US$ 1,2 bilhão até a terceira semana, em razão da diminuição nas exportações das três categorias de produtos: manufaturados (-38%, de US$ 530,3 milhões para US$ 329,2 milhões), semimanufaturados (-12,2%, de US$ 149,9 milhões para US$ 131,6 milhões) e básicos (-6,4%, de US$ 541,5 milhões para US$ 506,9 milhões).

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Brasil e Chile assinam acordo de livre comércio

Iniciativa expande e moderniza acordo atual. Novo instrumento abrange diversos temas não tarifários, como facilitação de comércio, comércio eletrônico, serviços e a eliminação de cobrança de roaming internacional para dados e telefonia móvel

Os ministros Marcos Jorge (MDIC) e Aloysio Nunes (MRE), pelo lado brasileiro, e o chanceler Roberto Ampuero (MRE), pelo lado chileno, assinaram, hoje, em Santiago, acordo amplo de livre comércio (ALC), que expande, atualiza e moderniza acordo comercial prévio, de 1996, responsável por eliminar tarifas de importação no intercâmbio bilateral de bens. Com o novo acordo, os dois países assumem compromissos em 24 áreas não tarifárias, que vão desde a facilitação de comércio e o comércio eletrônico à eliminação de cobrança de roaming internacional para dados e telefonia móvel. A cerimônia de assinatura do acordo foi acompanhada pelos presidentes Michel Temer e Miguel Juan Sebastián Piñera.

O acordo prevê, ainda, temas como serviços, barreiras não tarifárias, boas práticas regulatórias, propriedade intelectual, incentivo à maior participação de micro, pequenas e médias empresas, comércio e meio ambiente, dentre outros. O ALC também incorpora os acordos bilaterais já assinados entre Brasil e Chile sobre compras públicas e investimentos no setor financeiro (2018) e o Acordo de Cooperação e Facilitação de Investimentos (2015).

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Balança comercial: terceira semana de novembro tem superávit de US$ 1,802 bilhão

Brasília (19 de novembro) – A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,802 bilhão na terceira semana de novembro, resultado de exportações no valor de US$ 5,002 bilhões e importações de US$ 3,199 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 12,233 bilhões e as importações, US$ 7,671 bilhões, com saldo positivo de US$ 4,562 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 211,313 bilhões e as importações, US$ 159,115 bilhões, com superávit de US$ 52,198 bilhões.

A média das exportações da terceira semana chegou a US$ 1,2 bilhão, 3,7% acima da média de US$ 1,1 bilhão até a segunda semana, em razão do aumento nas exportações de produtos manufaturados (83,1%, de US$ 397,3 milhões para US$ 727,3 milhões). Por outro lado, caíram as vendas de produtos semimanufaturados (-53%, de US$ 192,2 milhões para US$ 90,3 milhões) e de produtos básicos (-29,7%, de US$ 615,3 milhões para US$ 432,7 milhões).

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Como montar um departamento de exportação

Muitas empresas reclamam que não conseguem exportar ou que as suas exportações não decolam. A profissionalização do departamento de exportação é uma das medidas iniciais para que a empresa consiga ter sucesso em suas vendas internacionais. Pensando nesta necessidade de mercado o site Exportnews está lançando o E-Book COMO MONTAR UM DEPARTAMENTO DE EXPORTAÇÃO.

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