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Promoção internacional gera quase US$ 200 milhões para calçadistas

As exportações de calçados foram infladas em US$ 195 milhões por conta de ações internacionais do programa Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações do setor mantido em parceria pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), ao longo de 2017. O resultado, que consta nos relatórios, é fruto de dez eventos, nove feiras e uma missão internacional (veja abaixo). De forma imediata, ou seja, de negócios realizados in loco, a soma é de US$ 41 milhões.

A gestora de Projetos da Abicalçados, Roberta Ramos, explica que a expectativa de negócios, de quase US$ 200 milhões, soma as vendas alinhavadas durante as ações. “Esse número é cerca de 20% do total de exportações brasileiras de calçados, que devem somar cerca de US$ 1 bilhão em 2017”, comenta a gestora, que vê uma recuperação gradual nos embarques do setor, apesar da desvalorização recente da moeda norte-americana sobre o real, o que torna o produto nacional mais caro no exterior.

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Arroz brasileiro presente na feira Foodex Saudi, em Jeddah

Indústrias orizícolas estão de olho no mercado do Oriente Médio e, por isso, vão mostrar todo o potencial do arroz brasileiro em uma feira na Arábia Saudita. A participação delas na feira Foodex Saudi, em Jeddah, de 12 a 15 de novembro, é promovida pelo projeto Brazilian Rice – uma iniciativa da Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz) e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) para o incentivo às vendas de arroz do Brasil no mercado internacional.

A Foodex Saudi é uma feira focada em alimentação que reunirá, nesta edição de 2017, 32 países, 214 expositores e 520 marcas. A Arábia Saudita é um dos mercados-alvo do projeto e está entre os dez principais compradores de arroz do Brasil. É um país com potencial de compra de 10 mil toneladas por ano do cereal brasileiro. Além disso, o país é o maior mercado de alimentos do Oriente Médio. Prevê-se, segundo a organização do evento, que as importações de alimentos e bebidas aumentem até US$ 34 bilhões em 2020 contra os atuais US$ 21 bilhões.

Quatro indústrias brasileiras participarão da mostra, em estande coletivo do projeto Brazilian Rice: Arrozeira Pelotas, Camil Alimentos, Josapar e Nelson Wendt.

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Brasil vai fornecer ovos para a África do Sul

Primeira remessa do produto líquido e processado será enviada no fim deste mês. País já exporta para mais de 50 mercados

A Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) recebeu, na manhã desta segunda-feira (6), carta do Ministério da Agricultura, Floresta e Pesca da África do Sul (DAFF) informando que aquele país quer importar do Brasil ovos in natura (líquidos) e ovos processados (congelados). Carta recebida da África do Sul apresenta proposta dos Certificados Sanitários Internacionais (CSIs) para viabilizar as exportações brasileiras desses produtos.

O Brasil já exporta ovos para mais de 50 países, com remessas equivalentes a US$ 110 milhões em 2016. Segundo o Secretário de Relações Internacionais do Agronegócio, Odilson Luiz Ribeiro e Silva, “a demanda sul-africana pelos ovos e produtos à base de ovos do Brasil, são resultado de décadas de pesquisa, investimento e reconhecimento da excelência dos sistemas sanitário e produtivo brasileiro”. O primeiro embarque para o país deverá ocorrer entre o fim deste mês e o início de dezembro.

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Maggi diz que suspensão temporária da carne pela Rússia é procedimento comum

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, afirmou que a suspensão temporária das importações de carne bovina do frigorífico Mataboi, de Goiás, anunciada ontem pela Rússia, é uma medida normal. O ministro disse que, até o momento, as informações que detém são somente aquelas repercutidas pela mídia e que a medida é “coisa é do dia a dia”.

Segundo Maggi, o aumento de controle de qualidade pela Rússia não têm ligação com a Operação Carne Fraca. Ele disse que a pasta ainda não recebeu um comunicado oficial.

“Tudo que eu sei é pela imprensa. É absolutamente normal acontecer esse tipo de evento, com suspensão temporária ou, às vezes, mais prolongada, quando o importador detecta uma inconformidade”, disse o ministro, em áudio distribuído à imprensa.

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Brasil obtém aprovação para exportar leite e produtos lácteos para o Japão

A Secretaria de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), recebeu na quarta-feira (1º) comunicado da abertura do mercado japonês para o leite e produtos lácteos do Brasil. A negociação demorou dois anos até a aprovação do Certificado Sanitário Internacional. Pelo certificado poderão ser exportados os produtos das áreas livres da febre aftosa com e sem vacinação. A confirmação foi oficializada pelo adido agrícola da embaixada do Brasil em Tóquio, Marcelo Mota

O Japão é o sétimo maior importador mundial de lácteos. Em 2016, o país asiático importou cerca de 62 mil toneladas de soro de leite em pó, 13 mil toneladas de manteiga, 258 mil toneladas de queijos e 201,5 mil toneladas de outros produtos lácteos (leite em pó desnatado, caseína, caseinatos, lactose, entre outros). Em 2016, o mercado japonês importou cerca de US$ 1,2 bilhão de produtos lácteos.

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Balança comercial bate recorde para meses de outubro com US$ 5,2 bi de superávit

A balança comercial brasileira teve superávit de US$ 5,2 bilhões em outubro, o que representa um recorde para o mês desde o início da série histórica do governo, em 1989. O resultado representa também o nono recorde mensal consecutivo. Os dados foram divulgados hoje (1º) pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic).

De janeira a outubro, o saldo entre exportações e importações tem superávit de US$ 58,5 bilhões. Trata-se do maior superávit da série histórica, tanto para os dez primeiros meses do ano quanto para anos fechados.
Minério

Ao todo, as exportações no mês de outubro totalizaram US$ 18,9 bilhões, com valor médio de US$ 989,9 milhões. Já as importações somaram US$ 13,7 bilhões, com média diária de US$ 651,2 milhões.

As exportações representam o quatro maior valor para meses de outubro, e as importações ocupam o oitavo maior resultado para o mês.

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O Brasil tem atendido solicitações que facilitam o Acordo Mercosul e UE

Blairo Maggi disse a parlamentares europeus que foram liberadas as importações de carne de coelho e de suínos, produtos lácteos, pescados e peras

O Brasil tem atendido demandas dos europeus que facilitam o Acordo entre o Mercosul e a União Europeia, disse nesta terça-feira (31), o ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) a parlamentares que recebeu em reunião, representando os dois blocos econômicos. “Da nossa parte, temos todo o interesse de que o acordo ande e seja bom para os dois lados”, disse o ministro, que solicitou aos europeus o atendimento de reivindicações apresentadas pelo Brasil.

O ministro lembrou que, após a visita que fez ao parlamento da UE, em janeiro deste ano, muitas reivindicações foram contempladas pelo governo brasileiro. Por exemplo, a liberação para a entrada de carne de coelho da Espanha, peras da Bélgica, produtos lácteos e carne suína dos Países Baixos e pescados de Portugal.

Apesar de ainda haver impasses e pendências, os representantes europeus asseguraram que a maioria dos deputados tem interesse em fechar acordo com o Mercosul. Uma das discussões em curso está relacionada à aprovação de indicações geográficas em produtos similares produzidos na América do Sul e Europa e que se encontram em consulta pública.

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Brasil e Europa debatem estratégias de combate ao desperdício de alimentos

Prejuízo com desperdício de alimentos no mundo é de US$ 750 bilhões

A meta é ambiciosa: em 13 anos, reduzir pela metade o desperdício mundial de alimentos. Todo ano 1 bilhão e 300 milhões de toneladas de alimentos são jogados no lixo enquanto que 795 milhões de seres humanos passam fome.

Segundo dados das Nações Unidas, a produção oriunda de 30% da área agricultável do mundo é lançada fora. O prejuízo é estimado em US$ 750 bilhões.

América Latina e Caribe refletem o que acontece no planeta. Mais da metade dos alimentos são inutilizados: 28% na produção e outros 28% no consumo. No Brasil ainda não há estudos conclusivos para desenhar o mapa do desperdício.

A pesquisadora da Embrapa, Milza Moreira Lima, explica que nos países mais desenvolvidos o desperdício é menor na produção e maior no consumo. Nos países mais pobres ocorre o inverso, mas as duas situações existem no Brasil: regiões mais urbanizadas em que o desperdício é mais elevado no consumo e menos urbanizadas com maior desperdício na produção. Além disso, a pesquisadora alerta que para dispormos de uma análise acurada é preciso também avaliar o impacto ambiental dessa produção perdulária.

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Brasil estará presente na World Food India

A World Food India, feira de alimentos e bebidas que acontece entre 3/11 e 5/11, em Nova Delhi, capital da Índia, receberá uma delegação de nove empresas brasileiras organizada pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) em parceria com a Embaixada do Brasil no local. O estande brasileiro terá cerca de 135m² para exposição de produtos e realização de reuniões de negócios.

O principal objetivo da feira é criar uma plataforma global que atenda as demandas do mercado indiano, de forma a reforçar a cooperação técnica e a atração de investimentos para a indústria de processamento de alimentos. A Índia tem atualmente mais de 1,5 bilhão de consumidores.

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