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Internet das coisas e big data deixarão o mundo mais seguro, diz holandês especialista em defesa

O diretor de Negócios para América do Sul da empresa holandesa TNO Defesa & Segurança, Wim de Klerk, avalia que tecnologias que nortearão a indústria 4.0, como a internet das coisas e o big data, colaborarão de forma decisiva para tornar o mundo mais seguro. O quanto a defesa ganhará com a inovação ainda é uma incógnita, mas o holandês é categórico quanto aos avanços que o setor de defesa tende a obter.

“Acreditamos que com internet das coisas e big data faremos mais, tornando o mundo mais seguro. A informação em tempo real estará no centro das operações”, afirmou Klerk. Ele participou na manhã desta terça-feira (11), em São Paulo, do painel sobre tendências da inovação na área de defesa, que fez parte da programação do segundo dia do 8º Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Sebrae.

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Crescem em maio as exportações de carne bovina

As exportações de carne bovina do Brasil avançaram 35% em maio e 18% no acumulado dos cinco primeiros meses deste ano, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (10) pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) com base em dados do governo federal. O Egito foi o segundo maior comprador de janeiro a maio.

Em maio, a exportação de carne processada e in natura teve o melhor resultado mensal do ano. O volume embarcado foi de 150,2 mil toneladas contra 111,5 mil toneladas em maio de 2018. Em receita, o Brasil faturou US$ 573,7 milhões no mês passado, contra US$ 462,9 milhões em igual mês do ano anterior, o que resultou em crescimento de 24%.

De janeiro a maio, o Brasil exportou 694,3 mil toneladas de carne bovina. No mesmo período de 2018 foram 590 mil toneladas. A receita variou menos, 8%, ao sair de US$ 2,39 bilhões nos cinco primeiros meses de 2018 para US$ 2,59 bilhões em igual período deste ano.

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Soja brasileira chega a novo porto na China

Navio com 50,7 mil toneladas de soja do Brasil chegou ao porto de Panjin, na Província de Liaoning, no nordeste da China, dando início à programação desse porto para as importações de grãos não só provenientes de portos brasileiros mas também de outras partes do mundo.

Panjin, o quinto porto importador de grãos em Liaoning, é um dos nove terminais aprovados pela administração alfandegária da China para supervisionar as importações de grãos.

Para demonstrar a viabilidade do porto, um cargueiro panamenho atracou anteriormente no Terminal de Grãos de Panjin, permitindo que a soja fosse transferida a uma velocidade de 700 toneladas por hora para um transportador totalmente
fechado.

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BIO BRAZIL FAIR | BIOFACH AMERICA LATINA e NATURALTECH confirmaram crescimento do mercado de produtos orgânicos e naturai

Maior evento de sustentabilidade da América Latina, as feiras simultâneas BIO BRAZIL FAIR | BIOFACH AMERICA LATINA e NATURALTECH, encerradas neste sábado, 8 de junho, no Anhembi, confirmaram o crescimento do mercado de produtos orgânicos e naturais.

Juntas, as feiras reuniram 672 empresas expositoras, número 33% maior que em 2018. A visitação também registrou crescimento significativo e atingiu a marca de 44.140 visitantes, entre lojistas, compradores, profissionais de saúde, profissionais do setor e consumidor final, nos quatro dias. Entre os compradores, o aumento de visitação foi de 21%.

Para a gerente de Negócios da Francal Feiras, Valeska de Oliveira, a edição recém-encerrada foi um retrato não só do desenvolvimento do mercado orgânico e natural, mas também de sua criatividade e inovação. “O evento teve de tudo e falou de tudo que se refere aos produtos e temas da sustentabilidade: de abertura de mercado a empreendedorismo feminino, de novas técnicas e tecnologias a economia criativa”.

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Balança comercial: primeira semana de junho registra superávit de US$1,085 bilhão

Com cinco dias úteis, a balança comercial brasileira teve superávit de US$ 1,085 bilhão na primeira semana de junho de 2019, resultado de exportações de US$ 4,564 bilhões e importações de US$ 3,479 bilhões. No ano, as vendas externas brasileiras somam US$ 97,413 bilhões e as compras do exterior, US$ 74,217 bilhões, com saldo positivo de US$ 23,196 bilhões.

A média diária de exportações da primeira semana de junho de 2019 (US$ 912,8 milhões), comparada com a média diária de junho de 2018 (US$ 957,8 milhões), teve queda de 4,7%, em razão da diminuição nas vendas de produtos manufaturados (-6,2%, por conta de aviões, óxidos e hidróxidos de alumínio, óleos combustíveis, torneiras e válvulas, etanol e tubos flexíveis de ferro/aço), produtos semimanufaturados (-4,2%, em razão de semimanufaturados de ferro/aços, celulose, couros e peles, catodos de cobre, estanho em bruto). Por outro lado, a venda de básicos registrou aumento (+1,0%, por conta de minério de ferro, carnes de frango, bovina e suína, minério de cobre, café em grão e algodão em bruto).

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Falta de insumo e comercialização são desafios de produtores orgânicos

A produção orgânica no Brasil enfrenta dificuldades específicas em relação ao modelo de agricultura convencional do país, que se utiliza de agrotóxicos.

Pesquisa realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostra que os maiores desafios dos produtores orgânicos são a falta de insumos apropriados, comercialização, assistência técnica e a logística. No levantamento, foram ouvidos 1.200 produtores do Cadastro Nacional de Produtores Orgânicos.

Diante do cenário, o Sebrae começou a pensar soluções junto aos produtores que buscam apoio na entidade.

“O ponto principal que queríamos conhecer eram as principais dificuldades que os produtores orgânicos tinham em relação a melhorar seu processo de produção, ter mais produtividade. A opção mais indicada, presente em 57% [das respostas], foi a carência de insumos apropriados para a produção orgânica”, disse Luiz Rebelatto, do Sebrae Nacional, durante a 15ª edição da Feira Internacional de Produtos Orgânicos e Agroecologia (Bio Brazil Fair), que se encerra hoje (8) na capital paulista.

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Exportações de carne de frango registram crescimento de 14,4%

As exportações brasileiras de carne de frango cresceram 14,4% em maio sobre o mesmo mês do ano passado, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (7) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O País enviou ao exterior 381,1 mil toneladas de frango in natura e processado, volume que é superior em 48 mil toneladas sobre a quantidade embarcada em maio de 2018.

A receita gerada com esses embarques avançou ainda mais, em 27,3%em relação ao quinto mês do ano passado, com US$ 658,9 milhões. No acumulado do ano, de janeiro a maio, as exportações e carne de frango avançaram menos, 3,6% em volume para 1,65 milhão de toneladas, e 6,3% em valores, com US$ 2,7 bilhões.

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Firjan apresenta contribuições para nova portaria da Secex de defesa comercial

Para preservar o ponto de equilíbrio desejável para o sistema de defesa comercial do Brasil, o Grupo de Trabalho de Defesa Comercial da Firjan apresentou propostas para o aprimoramento da nova legislação publicada pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex). A Portaria nº 8/2019 altera processos administrativos de avaliação de interesse público, impactando todos os setores usuários com relação às medidas de defesa comercial.

As propostas construídas pelos empresários têm o objetivo de exigir, em toda cadeia, os mesmos dados e informações da indústria doméstica e a comprovação de evidências mínimas de prejuízo à coletividade, além de tornar obrigatória a apresentação de diversas informações que constam como facultativas. A nova Portaria garante a convergência necessária dos prazos processuais das avaliações de interesse público com as investigações de defesa comercial, uma vez que ambas passaram a ser conduzidas pela mesma Subsecretaria de Defesa Comercial e Interesse Público (SDCOM).

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Produção de veículos tem alta de 29,9% em maio

A produção de veículos teve alta de 29,9% em maio em comparação com o mesmo mês de 2018. Segundo o balanço da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), foram montados ao longo de maio 275,7 mil unidades, contra 212,3 no mesmo período do ano passado. Em relação a abril, o crescimento na fabricação foi de 3,1%.

O presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, ponderou que o crescimento expressivo no mês acontece devido à comparação com um mês ruim para a indústria, que foi prejudicado pela greve dos caminhoneiros, em maio do ano passado. “Parte desse crescimento é porque a base de maio do ano passado teve oito dias de impacto”, disse.

No acumulado de janeiro a maio, o setor registrou uma expansão de 5,3% em comparação com os primeiros cinco meses de 2018. Foram fabricados neste ano 1,24 milhão de veículos, enquanto no mesmo período do ano passado foram 1,17 milhão de unidades.

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