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Notícias recentes

AEB promove debate sobre antidumping

Entidade reúne governo e empresários para discutir o tema

“Antidumping também é interesse público! Desmitificando a defesa comercial” é o tema do workshop que a Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) promove dia 5 de abril, na sede da CNC no Rio (Av. Gal. Justo, 307 – 9º andar). O encontro reunirá representantes do poder público e da iniciativa privada para um amplo debate sobre o tema visando ratificar a importância desse mecanismo na defesa comercial.

Entre os temas a serem abordados estão: Defesa comercial é interesse público?; A importância da defesa comercial para fechamento de novos acordos comerciais; A defesa comercial como questão estratégica para a abertura comercial do Brasil; Quais elementos econômicos devem ser considerados para uma análise justa do impacto da medida para a indústria nacional e o consumidor final?; e Direito do Contraditório e Direito Administrativo, quais os princípios que precisam ser respeitados para os processos de interesse público.

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Novacki acerta vinda ao Brasil de missão técnica da Arábia Saudita

Veterinários árabes chegam na primeira semana de maio para habilitar exportação de bois vivos

Em Riyadh, capital da Arábia Saudita, a comitiva oficial do Brasil, liderada por Eumar Novacki, Secretário-Executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) foi recebida pelo Vice-Ministro Ahmed bin Saleh Al Ayadah do Ministério da Agricultura, Meio Ambiente e Águas do Governo Saudita.

Na reunião, o Vice-Ministro disse que o País tem todo o interesse em estreitar relação com o Brasil, parceiro comercial há mais de 40 anos. Na primeira semana de maio, o Governo Saudita enviará missão técnica para habilitação do Brasil na exportação de bovinos vivos.

Uma das pautas tratadas no encontro foi o abate Halal no Brasil, requisito religioso para acessar o mercado de vários países árabes. A Arábia Saudita cada vez mais restringe o acesso, mas o Governo Brasileiro apresentou um trabalho técnico-científico realizado pela Embrapa, em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), explicando que o procedimento usado no Brasil segue rigorosamente os preceitos estabelecidos no abate Halal.

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Balança registra US$ 1,5 bilhão de superávit na quarta semana de março

No mês, saldo acumulado já é de US$ 5.151bilhões. No ano, valor supera os US$ 12,8 bilhões

Na quarta semana de março, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,505 bilhão, resultado de exportações de US$ 4,580 bilhões e importações de US$ 3,075 bilhões. Em março, até a quarta semana, as exportações foram de US$ 16,295 bilhões e as importações de US$ 11,144 bilhões, o que resultou em um saldo positivo de US$ 5,151 bilhões. No ano, as exportações acumulam US$ 50,576 bilhões, as importações, US$ 37,753 bilhões, com um superávit de US$ 12,823 bilhões.

A média diária das exportações, na quarta semana de março, foi de US$ 916,1 milhões, valor 6,2% menor que o registrado no acumulado do mês até a terceira semana (US$ 976,2 milhões). Nessa comparação, houve queda nas vendas externas de produtos das três categorias: semimanufaturados (-19,5%) – principalmente por conta de semimanufaturados de ferro e aço, celulose, açúcar em bruto, ferro-ligas, couros e peles; básicos (-8,2%) – desempenho influenciado por minério de ferro, farelo de soja, soja em grão, milho em grão, minério de cobre; e manufaturados (-0,7%) – devido a óleos combustíveis, aviões, óxidos e hidróxidos de alumínio, motores e turbinas para aviação, açúcar refinado.

A média diária das importações na quarta semana do mês (US$ 615 milhões) foi 8,5% menor que a verificada até a terceira semana do mês (US$ 672,5 milhões). Nesse período comparativo, houve queda de nas aquisições de combustíveis e lubrificantes, farmacêuticos, bebidas e álcool, equipamentos eletroeletrônicos, produtos plásticos; aeronaves e peças.

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Governadores formam consórcio para ampliar exportação agrícola da região central

O presidente Michel Temer participa do Forum dos Governadores do Conso rcio Brasil Central, no Palácio Itamaraty

O Consórcio Brasil Central, um bloco formado por sete unidades da federação, quer ampliar sua influência no comércio internacional. O grupo, formado por Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Maranhão, Tocantins e Distrito Federal promove um seminário para discutir o tema, no Palácio Itamaraty.

“Teremos palestras muito importantes debatendo a nova fronteira, que é o Brasil central. Responsável por metade da produção de alimentos, crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), um dos motores do crescimento do Brasil”, disse o governador de Goiás, Marconi Perillo, em jantar realizado hoje. O presidente Michel Temer fez rápida passagem pelo local e cumprimentou os governadores, mas não discursou nem ficou para o jantar que marca a abertura do seminário.

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Abate de carne bovina cresce pela primeira vez em três anos

>Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que foram abatidas 30,8 milhões de cabeças de gado em 2017

Após três anos em queda, o abate de bovinos cresceu 3,8% no ano passado, atingindo 30,82 milhões de cabeças de gado. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na avaliação do IBGE, o resultado é uma demonstração de força da pecuária, que enfrentou um ano desafiador em 2017 e, ainda assim, conseguiu vencer as adversidades.

“Foi um ano desafiador para a pecuária por conta da demanda ainda enfraquecida no mercado interno e da operação da Polícia Federal Carne Fraca”, explicou a gerente de pecuária do IBGE, Angela Lordão. Ela citou o aumento de 12,1% nas exportações de carne bovina como um dos principais fatores que levaram à alta nos abates.
Carne Suína

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Amor não correspondido

José Pio Martins*

Eugênio Gudin, que viveu 100 anos (1886-1986), foi um brasileiro notável, com importante participação na história do desenvolvimento nacional. Formando em Engenharia Civil, mas versado em outras áreas, ele se dedicou aos estudos de economia e passou a ensinar lógica econômica aos estudantes de Engenharia e de Direito. Como teórico autodidata, escreveu quatro obras de economia, com grande repercussão. Foi ele quem redigiu, em 1944, o Projeto de Lei que instituiu o curso de Ciências Econômicas no Brasil.

O professor Gudin, como era conhecido, tinha uma obsessão: ajudar o Brasil a ser um país rico e desenvolvido. Respeitado por sua inteligência, cultura e conduta moral, muito cedo Gudin desacreditou da competência gerencial do governo e passou a defender limitação do Estado em suas intervenções no domínio econômico e na vida das pessoas. Ele era um homem global e nunca entendeu por que o governo amava fazer dívidas em dólar para pagar importações, enquanto rejeitava investimentos estrangeiros em empresas no território nacional.

Gudin faleceu em outubro de 1986, oito meses após a implantação do Plano Cruzado pelo presidente Sarney, que congelou preços, prendeu pecuaristas, fechou supermercados e praticou um amontoado de insanidades em nome do combate à hiperinflação. Gudin, que houvera sido ministro da Fazenda por sete meses, de setembro de 1954 a abril de 1955, abominava invencionices em economia e, já indo para o fim de seu século de vida, ele desabafou: “O Brasil foi a amante que mais amei, e foi a que mais me traiu”.

O Brasil foi o amor não correspondido do professor Gudin e, com tristeza, ele dizia que sua geração fracassou, pois, tendo tudo para atingir a grandeza, o Brasil insistia na mediocridade. O professor Gudin não ficou sozinho: desde sua morte em 1986 até hoje, todas as gerações fracassaram na missão de atingir a riqueza econômica e eliminar a pobreza. Tendo tudo para ser rico, o país abriga milhões de miseráveis.

Em discurso de despedida do parlamento, Roberto Campos repetiu as palavras de Gudin, e disse mais: há países que são naturalmente pobres, mas vocacionalmente ricos (caso do Japão), e países que são naturalmente ricos, mas vocacionalmente pobres (caso do Brasil). Devemos reconhecer, com certa melancolia, que o Brasil é rico de recursos, mas segue atrasado, pobre e socialmente violento. Muitos culpam o capitalismo. Mas nem o capitalismo liberal nem a democracia política foram praticados no Brasil de forma completa.

Aqui, tanto o capitalismo como a democracia foram usados apenas parcialmente e apresentaram muitos de seus defeitos sem ter revelado todas as virtudes. O país é parecido com o sujeito que, tendo grave doença, adere a um tratamento, porém, toma metade dos medicamentos, erra na dosagem, confunde os horários e agrega outras drogas que o médico não receitou. Não obtendo a cura, ele culpa o médico e a receita, abstendo-se de assumir suas falhas.

Agora mesmo, nos últimos quatro anos, o país se deu ao luxo de jogar quatro anos no lixo, com a brutal recessão econômica, e mergulhar em profunda crise política agravada pela rede de corrupção açambarcada pela operação Lava Jato e suas congêneres. O Brasil tornou-se especialista em sabotar a si próprio e desperdiçar as chances de crescer e de se desenvolver.

*José Pio Martins é economista, reitor da Universidade Positivo

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Blairo Maggi defende preservação das margens de rios e nascentes

Brasília (20/03/2018)- O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, propôs, durante participação no 8º Fórum Mundial da Água, que seja incluído no documento final do encontro um compromisso entre os países participantes para estimular a preservação da vegetação nativa em margens de rios e nascentes. O objetivo é manter a qualidade da água e preservar a biodiversidade do planeta.

Maggi falou na manhã desta terça-feira (20), no Painel de Alto Nível “Água para Agricultura e Alimentação” e destacou o forte engajamento dos produtores rurais brasileiros com a agenda de uso racional da água.

“O Brasil vem trabalhando muito forte nessa área, na conservação e na preservação da água” disse Maggi em seu discurso. “Acho que os demais países deveriam seguir o exemplo do Brasil na conservação das matas ciliares, das nascentes em propriedades privadas”.

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Wilson Sons é a agência marítima da ONE no Brasil

Companhia fará o atendimento em todos os portos do país, com exceção do Porto de Santos

A Wilson Sons Agência, empresa de agenciamento marítimo do Grupo Wilson Sons, acaba de fechar contrato com a Ocean Network Express (ONE), que surgiu da fusão entre MOL, K Line e NYK. De acordo com o diretor executivo da Wilson Sons Agência, Christian Lachmann, a tradição de ser a agência mais antiga do país, a expertise em diversos segmentos e em toda a costa brasileira, a excelência em segurança e o alto padrão de compliance são apenas algumas das características que contribuíram para essa parceria.

“Nós já prestávamos serviço para a MOL há 101 anos, desde 1917. Sem dúvida, a qualidade da nossa equipe e do nosso atendimento fez a diferença na hora de a nova empresa decidir quem seria a sua agência marítima”, diz Lachmann.

A ONE será atendida pela Wilson Sons Agência em todos os portos do Brasil, exceto em Santos, onde a empresa possui agência própria. Os primeiros navios começam a chegar ao Brasil no final de março. “Esse contrato vai representar um volume expressivo para a empresa, então estamos muito satisfeitos com a conquista desse cliente”, comenta o executivo.

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Portaria da Receita Federal reduz o controle aduaneiro nos Portos, Aeroportos e Postos de Fronteira

Um ato administrativo da Receita Federal do Brasil pode tornar ainda mais frágil o controle aduaneiro realizado nos portos, aeroportos e postos de fronteira de todo o país. No dia 2 de março deste ano, a administração da Receita Federal publicou a Portaria nº 310 que dimensiona os plantões noturnos nos portos, aeroportos e pontos de fronteira e estabelece limites máximos de servidores que devem atuar nos plantões noturnos da Vigilância Aduaneira, da Bagagem, do Despacho e da Gestão de Risco. Veja aqui a cartilha do Sindireceita “Controle Aduaneiro de Fronteiras: A fragilização da presença fiscal na zona primária”.

De acordo com a portaria, o Porto de Santos/SP é o único que possui previsão de ter 2 Analistas-Tributários atuando durante o plantão noturno. Nos demais 20 portos, as ações de vigilância aduaneira nos plantões noturnos serão realizadas por apenas 1 Analista-Tributário da Receita Federal.

Apenas para dar uma dimensão dos desafios envolvidos no controle aduaneiro nessas unidades, no ano de 2017, um total de 4.179.346 contêineres foram movimentados nos portos brasileiros, sendo 2.098.020 com cargas para exportação, pesando 47 milhões de toneladas, e 2.081.326 com cargas de importação, pesando 32 milhões de toneladas. Essa movimentação de cargas ocorre nos principais portos durante as 24 horas do dia, 7 dias da semana, 365 dias do ano, ou seja, um fluxo ininterrupto de mercadorias, bens, veículos e pessoas circulando em recintos alfandegados, zona primária, envolvidas no comércio internacional e sob controle da Receita Federal do Brasil.

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Canal Brazil Export

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