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Exportações de frango bateram recorde em julho

O mês de julho terminou com recorde de exportações brasileiras de carne de frango (in natura e processados), alcançando a marca de 463,1 mil toneladas, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) divulgou nesta quinta-feira (02). O número é 20,6% superior ao mês de julho do ano passado e o maior fluxo mensal de embarques já registrado na história do setor.

A retomada das exportações após o fim da greve do setor de transporte rodoviário de cargas e a normalização no fluxo de informações de comércio exterior do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic) resultaram no recorde. A receita mensal foi de US$ 711,6 milhões, um crescimento de 15,7% em relação a igual mês de 2017.

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Balança comercial: exportações em julho crescem 16,4% em relação a 2017

Vendas externas somaram US$ 22,8 bilhões e importações, US$ 18,6 bilhões

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 4,2 bilhões em julho, com exportações de US$ 22,8 bilhões e importações de US$ 18,6 bilhões. Este é o segundo melhor saldo comercial para meses de julho da série histórica, atrás do que foi registrado em 2017, de US$ 6,3 bilhões. Os dados foram divulgados hoje pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

Em relação a julho de 2017, os embarques ao exterior tiveram crescimento de 16,4% pela média diária. De acordo com o diretor de Estatísticas e Apoio às Exportações do MDIC, Herlon Brandão, no mês houve crescimento nas exportações de autopeças (331,7%), óleos brutos de petróleo (112,1%), soja (53,4%), minério de ferro (47%) e plataformas de petróleo (31,6%).

Já as importações tiveram crescimento de 42,7% pela média diária em relação a julho do ano passado. Brandão destacou que a compra de duas plataformas de petróleo de US$ 1,6 bilhão cada tiveram impacto nesse resultado.

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MDIC apresenta panorama de comércio exterior do Brasil para setor privado dos EUA

Secretário de Comércio Exterior do MDIC, Abrão Neto, falou no Council of the Americas, em Washington

Washington (30 de julho) – A política comercial brasileira foi tema, nesta segunda-feira (30), de um evento em Washington com a participação de especialistas e representantes do setor privado. O secretário de Comércio Exterior do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Abrão Neto, foi convidado a falar no Council of the Americas sobre a inserção comercial brasileira no mundo. Segundo ele, a estratégia brasileira tem sido integrar cada vez mais a sua economia ao comércio global. De acordo com Abrão Neto, diversas medidas estão em curso para aumentar a competitividade e melhorar ainda mais o ambiente de negócios para exportadores e importadores no Brasil. Além disso, a negociação de novos acordos comerciais e a implementação de medidas de facilitação de comércio devem ampliar as trocas comerciais do Brasil com seus principais parceiros.

Abrão Neto citou um dado da Organização Mundial do Comércio (OMC) de que, atualmente, 60% das trocas comerciais globais estão cobertas por mais de 400 acordos comerciais. No Brasil, a rede de acordos cobre menos de 25% das exportações brasileiras de bens. Na América Latina, segundo o secretário, o foco principal da estratégia brasileira é modernização do Mercosul, ampliação da rede de acordos não tarifários e maior integração entre Mercosul e Aliança do Pacífico. Para além da América Latina, o Brasil está empenhado em avançar e concluir as negociações com União Europeia, EFTA e Canadá.

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China está disposta a negociar sobretaxas a produtos do Brasil

Em entrevista, o embaixador Li Jinzhang disse que a questão é técnica

Agência Brasil: Embaixador, com a posição norte-americana de sobretaxar a China, a soja brasileira se valorizou na Bolsa de Chicago. O Brasil exporta sobretudo soja em grão e o presidente Temer demonstrou ao presidente Xi Jinping, durante o encontro entre eles, o desejo brasileiro de vender soja processada, como óleo e farelo de soja. Ele disse que o presidente chinês recebeu bem a proposta. O senhor acha que isso poderá ocorrer logo?

Li Jinzhang: Nos últimos nove anos consecutivos, a China se tornou o maior parceiro comercial do Brasil e o Brasil é o maior parceiro comercial da China na América Latina. Nos últimos três anos, o comércio dos produtos agrícolas está aumentando bastante. A China já se tornou o maior destino das exportações dos produtos agropecuários brasileiros, como por exemplo, a soja. No ano passado, 50% de toda a importação de soja da China no mundo veio do Brasil. O presidente Temer fez uma proposta de exportar mais óleo de soja. Ambas as partes podem aprofundar essa discussão daqui para a frente. Vamos discutir com base nos agronegócios. Acho que esse assunto tem um grande futuro.

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BRASIL ESTREIA NA PRINCIPAL FEIRA DE VINHOS DA COLÔMBIA

Com paladar similar aos brasileiros, logística facilitada pela proximidade continental e um mercado de consumidores em crescimento, a Colômbia está entre os 10 principais destinos das exportações vinícolas verde-amarelas nos últimos cinco anos. Manter o país entre os primeiros mercados das comercializações de vinhos, espumantes e sucos de uva 100% faz parte das estratégias dos projetos setoriais Wines of Brasil e 100% Grape Juice of Brazil, desenvolvidos pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) em conjunto com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Na próxima semana, as iniciativas, em parceria com Embaixada do Brasil em Bogotá, levam a marca brasileira para a 13ª Expovinos, principal feira de vinhos da Colômbia, que ocorre no centro de eventos Corferias, na Capital. De 1º a 4 de agosto, a pluralidade dos produtos nacionais estará representada por seis vinícolas: Arbugeri, Casa Perini, Miolo, Mioranza, Salton e Santini. Além do Brasil, participam também países das Américas e da Europa.

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Mercosul e Colômbia assinam protocolo para ampliar comércio de serviços

Ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge de Lima, representou o Brasil na assinatura do documento durante a XIII Cúpula da Aliança do Pacífico, no México

Puerto Vallarta, México (24 de julho) – O ministro da Indústria, Comercio Exterior e Serviços, Marcos Jorge de Lima, e a ministra do Comércio, Indústria e Turismo da Colômbia, Maria Gutierrez, assinaram, na noite desta segunda-feira (23), o Protocolo sobre Comércio de Serviços Mercosul-Colômbia. É o Primeiro Protocolo Adicional ao Acordo de Complementação Econômica nº 72 (entre Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Colômbia).

A assinatura foi realizada durante a XIII Cúpula da Aliança do Pacífico, em Puerto Vallarta, no Mexico, na presença dos presidentes do Brasil, Michel Temer; da Colômbia, Juan Manoel Santos; e do Uruguai, Tabaré Vasquez.

De acordo com o ministro Marcos Jorge, a entrada em vigor do Protocolo sobre Comércio de Serviços trará como vantagens a ampliação temática da relação comercial entre os países do Mercosul e a Colômbia e, principalmente, maior segurança jurídica por meio de garantias de acesso a mercado e de não discriminação – o que tem o potencial de dinamizar as trocas comerciais entre o Brasil e a Colômbia.

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AEB projeta crescimento de 3,1% nas exportações neste ano

“Não obstante a recessão e o baixo crescimento econômico brasileiro nos últimos anos, a projeção é de que o ano de 2018 encerre com crescimento de 3,1% nas exportações, graças à forte elevação das cotações de petróleo no 1º semestre, à expressiva quebra da safra de soja na Argentina, ao aumento dos preços de óleos combustíveis e às vendas de plataformas de petróleo. Em contrapartida, o crescimento do PIB brasileiro, re-estimado para 1,5%, será responsável pela expansão de 11,5% das importações”, avalia o presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, que divulga hoje a revisão dos dados da balança comercial para 2018.

De acordo com Castro, são projetadas exportações de US$ 224,445 bilhões um aumento de 3,1% em relação a 2017. As importações devem atingir US$ 168,130 bilhões com expansão de 11,5% comparado com o mesmo período. Os números indicam um superávit comercial de US$56,315 bilhões, porém com queda de 15,9%. “Mesmo sendo menor se pode avaliar como um robusto superávit e que pode ser comemorado, mas sem esquecer que será obtido com baixos volumes de exportação e importação”, destaca Castro.

O levantamento projeta uma corrente de comércio de US$ 392,575 bilhões para 2018. Será maior que os US$ 368,499 bilhões apurados em 2017, mas ainda longe do recorde de US$ 482,292 bilhões obtido em 2011.

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Selo vai identificar no exterior produtos do agro de origem brasileira

Em evento internacional , o ministro da Agricultura fez projeções do setor para os próximos dez anos e divulgou dados de preservação na área rural

O selo Brazil Agro – Good for Nature do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento voltado para produtos da pauta de exportações do país foi apresentado nesta segunda-feira (23), em São Paulo, durante o evento internacional Global Agribusiness Fórum 2018 (GAF. O objetivo do selo é associar produtos do setor a sua origem, a condições de qualidade, de sustentabilidade e de padrões internacionais.

A identificação faz parte de uma política de incentivo à abertura de novos mercados, por meio de um plano continuado de negociações internacionais, que visa consolidar a imagem do país como produtor e exportador de produtos seguros para os consumidores. É uma das medidas voltadas para atingir a meta de conquistar de elevar a participação do Brasil no mercado mundial de alimentos dos atuais US$ 96 bilhões para cerca de US$ 146 bilhões

O desenvolvimento do selo foi discutido com empresários na sede da FIESP, em junho. A apresentação na sede da entidade, à época, fez parte de exposição sobre a Estratégia para Abertura, Ampliação e Promoção no mercado internacional do agro brasileiro. Entre as exigências para obtenção do selo, estão as boas práticas e o bem estar animal, o cumprimento da legislação, a conformidade internacional, que inclui a execução de programas de integridade (compliance), o uso sustentável dos recursos e a preservação do meio ambiente.

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Superávit na terceira semana de julho soma US$ 1,5 bilhão

No ano, saldo comercial é de US$ 33,9 bilhões

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,516 bilhão, resultado de exportações de US$ 6,780 bilhões e importações de US$ 5,264 bilhões. Até o dia 20 de julho, as exportações somam US$ 16,131 bilhões e as importações, US$ 12,163 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,967 bilhões. Já no acumulado do ano, as exportações totalizam US$ 129,843 bilhões e as importações, US$ 95,943 bilhões, com saldo positivo de US$ 33,9 bilhões.

A média diária das exportações da terceira semana foi de US$ 1,355 bilhão, valor 45% maior do que a média diária registrada no mês até a segunda semana (US$ 934,7 milhões). Esse crescimento ocorreu devido às exportações de manufaturados (120,3%), puxadas por plataforma para extração de petróleo, óleos combustíveis, tubos flexíveis de ferro e aço, automóveis de passageiros, aviões, suco de laranja não congelado, e de básicos (30,9%), especialmente por petróleo em bruto, minério de ferro, farelo de soja, milho em grãos, minério de alumínio). Por outro lado, as exportações de semimanufaturados caíram 31,9%, em razão de semimanufaturados de ferro/aço, celulose, ferro fundido, madeira em estilhas ou em partículas, madeira serrada ou fendida.

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