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Eastman está preparada para uma forte presença na Feiplastic 2019

Eastman está preparada para uma forte presença na Feiplastic 2019

As equipes de Plásticos Especiais e de Plastificantes destacarão as últimas novidades em bioplásticos, materiais inovadores para embalagem, um novo plastificante não ftalato e a atual capacidade de fabricação no Brasil

A Eastman Chemical Company, mais uma vez, mostrará seu compromisso com o mercado latino-americano na Feiplastic (Feira Internacional do Plástico), realizada de 22 a 26 de abril, na Expo Center Norte em São Paulo.

“A Eastman é participante de longa data da Feiplastic”, diz Rogério Dias, gerente de Vendas de Plásticos Especiais da Eastman na América Latina. “Este ano, os executivos de nossas equipes de plásticos especiais e plastificantes estarão presentes em nosso estande para apresentar novas marcas e discutir novas aplicações de produtos já reconhecidos pelo mercado, suporte técnico e capacidades de fabricação”.

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Banco do BRICS investirá US$ 621 milhões em projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável no Brasil

Banco do BRICS investirá US$ 621 milhões em projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável no Brasil

O Brasil receberá US$ 621 milhões do Novo Banco de Desenvolvimento (New Development Bank – NDB), instituição financeira criada em 2015 pelo grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o BRICS. Nos três primeiros anos de operação da instituição, foram aprovados quatro projetos brasileiros que abrangem as áreas de energia renovável (eólica, solar e hidrelétrica), construção de estradas, reconstrução de rodovia férrea, esgotamento sanitário, telecomunicações e refinarias da Petrobras. Os dados são do estudo Arquitetura Financeira Conjunta do BRICS: o Novo Banco de Desenvolvimento, lançado nesta quarta-feira, 17, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

O estudo estima que o deficit de investimentos em infraestrutura nos países em desenvolvimento seja de US$ 1 trilhão e US$ 1,5 trilhão por ano. Criado para oferecer crédito a projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável nos BRICS e em outros países em desenvolvimento, o NDB aprovou, entre 2016 e 2018, 30 projetos num total de US$ 8,1 bilhões. Segundo a pesquisa, quase um terço do valor se destina a financiamentos no setor de transporte, enquanto 26% é direcionado à energia limpa. Além desses setores, o banco também é voltado para projetos contemporâneos nas áreas de mobilidade urbana e rural, eficiência na oferta e uso da água, proteção contra enchentes, infraestrutura (social e urbana) e produção limpa (atividades poupadoras de emissão de CO2).

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Firjan: mais da metade das indústrias foi impactada pelas chuvas de abril

Firjan: mais da metade das indústrias foi impactada pelas chuvas de abril

Temporal no Rio de Janeiro causou prejuízos R$ 39,8 milhões no PIB da indústria do Rio

Mais da metade (54%) das indústrias instaladas nas regiões Metropolitana e Sul Fluminense foi impactada pelas chuvas que acometeram o estado do Rio, nos dias 8 e 9 de abril, mostra pesquisa realizada pela Firjan. Das 516 empresas ouvidas, 9% declararam que tiveram a sua produção totalmente paralisada e 5% calcularam média de oito dias para restabelecer plenamente seu funcionamento.

Segundo estimativas da Firjan, os impactos implicam em uma perda de R$ 39,8 milhões no PIB da indústria do Rio de Janeiro, com queda de faturamento já identificada por pelo menos 14% das empresas das duas regiões. Os setores mais prejudicados foram os de Construção Pesada e Civil e Moda.

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ENASERV 2019 : Governo discute com iniciativa privada perspectivas para o comércio exterior de serviços

ENASERV 2019 : Governo discute com iniciativa privada perspectivas para o comércio exterior de serviços

“A Alemanha, China, Coreia do Sul, evoluíram. Alguns conseguiram com o aumento do PIB, outros por ter um mercado de capitais mais sofisticados, como o Japão, e, mesmo os mais rudimentares, como a China, conseguiram ampliar seus negócios no setor de exportações de serviços. Ou seja, diferentes matizes de diferentes localizações geopolíticas se desenvolveram no segmento. O que há em comum entre eles é que nenhum conseguiu expandir por apenas uma via, ou seja, trataram macroeconomia e temas de inserções internacionais, como no caso a exportação em conjunto, e não de forma isolada, ou seja, iniciativas que andaram de mãos dadas”.

A afirmação é do secretário Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia, Marcos Troyjo, durante seu pronunciamento especial durante o Encontro Nacional de Comércio Exterior de Serviços, que teve como tema “Os Desafios / As perspectivas do Comércio Exterior de Serviços”.

Ele acrescentou ainda que é indispensável uma maior promoção do Brasil no exterior. “Agora vamos deixar para trás essa fase de nacionalismo, de protecionismo e vamos entrar em nova era. Nossa presença física em vários mercados é inadiável”, concluiu.

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Serviços: insumos estratégicos para a competitividade das exportações brasileiras

Serviços: insumos estratégicos para a competitividade das exportações brasileiras

“Como na maioria dos países, os serviços são insumos estratégicos para a competitividade das exportações brasileiras em todos os setores, particularmente da indústria”, afirmou o secretário de Comércio Exterior (SECEX) do Ministério da Economia, Lucas Ferraz, durante o ENASERV 2019 e que teve como tema “O Aumento da Inserção do Brasil no Comércio Internacional de Serviços”.

Outro ponto abordado por Ferraz foi o fato de a pauta comercial brasileira ser concentrada em poucos parceiros. “Os EUA e a União Europeia são de longe os parceiros comerciais mais relevantes para o Brasil, quando se trata de comércio de serviços”, destacou.

Em relação aos objetivos da SECEX, o secretário falou que o órgão busca a rota dos acordos comerciais, a liberalização da cabotagem intra-Mercosul e a redução/eliminação dos impostos que incidem o freight marítimo. “Essa medida deverá ser acompanhada de outras iniciativas de aumento de competitividade do setor de cabotagem brasileiro”, explicou.

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Exportação de serviços: tema de encontro ENASERV promovido pela AEB

Exportação de serviços: tema de encontro ENASERV promovido pela AEB

“Serviços no Brasil é hoje um segmento de muita importância, nós ainda não percebemos a sua total dimensão e precisamos evoluir bastante nessa área para impulsionar o comércio exterior brasileiro. Ocupamos o 27º lugar no ranking de exportações, o que não condiz com a nossa economia”. A afirmação é do presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, durante a abertura do Encontro Nacional de Comércio Exterior de Serviços (ENASERV 2019), nesta terça-feira (16), em São Paulo.

Castro falou ainda sobre a necessidade de encontrar uma forma para que o País volte a exportar serviços de engenharia. “No passado, no primeiro ENASERV não tínhamos uma experiência de sucesso para apresentar, mas apesar de a realidade ser diferente hoje, praticamente não há exportações de serviços. Precisamos de financiamento para criar a cultura exportadora de serviços”, frisou.

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