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Balança comercial: déficit de US$ 561 milhões na  quarta semana de janeiro

Balança comercial: déficit de US$ 561 milhões na quarta semana de janeiro

Na quarta semana de janeiro deste ano, a balança comercial brasileira registrou Na quarta semana de janeiro deste ano, a balança comercial brasileira registrou déficit de US$ 561 milhões e corrente de comércio de US$ 5,693 bilhões, como resultado de exportações no valor de US$ 2,566 bilhões e importações de US$ 3,127 bilhões. Os dados divulgados nesta segunda-feira (27/01), pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia também mostram que, no mês, as exportações somam US$ 11,397 bilhões e as importações, US$ 11,041 bilhões, com saldo positivo de US$ 356 milhões e corrente de comércio de US$ 22,437 bilhões.

A média das exportações da quarta semana chegou a US$ 513,2 milhões, 30,3% abaixo da média de US$ 735,9 milhões até a terceira semana. A redução se deve à queda nas exportações das três categorias de produtos: básicos (-37,5%), de US$ 371,5 milhões para US$ 232,0 milhões, em razão de petróleo em bruto, minério de ferro, algodão em bruto, carnes bovina, suína e de frango, soja em grãos; manufaturados (-23,5%), de US$ 252,6 milhões para US$ 193,2 milhões, em razão, principalmente, de aviões, álcoois acíclicos e seus derivados halogenados, óleos combustíveis, máquinas e aparelhos para terraplanagem, gasolina; e produtos semimanufaturados (-21,3%), de US$ 111,8 milhões para US$ 87,9 milhões, por conta de semimanufaturados de ferro/aço, açúcar em bruto, ferro fundido, celulose, couros e peles.

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Brasil quer parceria com Índia para transformar etanol

Brasil quer parceria com Índia para transformar etanol

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse acreditar em parceria entre o Brasil e a Índia para transformar o etanol em uma commodity global. O ministro participou nesta quinta-feira (23) de seminário sobre oportunidades de negócios entre os dois países nas áreas de energia e mineração, em Nova Dhéli, na Índia.

“O Brasil é o maior produtor de etanol de cana-de-açúcar no mundo. A Índia é o maior produtor mundial de cana-de-açúcar e acho que nós devemos e podemos cooperar nesse âmbito”, disse o ministro em entrevista à TV Brasil. “Essa cooperação envolve o desenvolvimento de tecnologias e o propósito disto vai beneficiar a todos. É o etanol, o biocombustível, se tornando uma commodity internacional”, acrescentou.

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Confiança do empresário é a maior desde junho de 2010, diz CNI

Confiança do empresário é a maior desde junho de 2010, diz CNI

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) subiu para 65,3 pontos em janeiro. Com a alta de 1 ponto em relação a dezembro de 2019, o indicador está 10,5 pontos acima da média histórica e é o maior desde junho de 2010. Os dados são da pesquisa divulgada hoje (23) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Os indicadores variam de 0 a 100 pontos. Quando estão acima de 50, mostram que os empresários estão confiantes. Quanto maior o índice, maior e mais disseminada é a confiança. O Icei é maior nas grandes empresas, segmento em que subiu para 66,4 pontos neste mês. Nas médias, o Icei é de 64,9 pontos e, nas pequenas, de 63,4 pontos.

“A confiança elevada se baseia não somente nas expectativas para os próximos seis meses, como também no sentimento de melhora da situação econômica corrente”, diz a pesquisa.

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Brasil cria centro para indústria 4.0 no Fórum Econômico Mundial

Brasil cria centro para indústria 4.0 no Fórum Econômico Mundial

Entidade pretende preparar empresas para nova revolução industrial

Em parceria com o Fórum Econômico Mundial, organização que reúne líderes e empresários de todo o mundo, o Brasil anuncia hoje (22) a instalação do primeiro centro de estudos e pesquisa voltado para a indústria 4.0. O secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, e o governador de São Paulo, João Doria, participarão da solenidade em Davos, na Suíça.

Chamado de C4IR Brasil, o centro entrará em operação ainda no primeiro semestre deste ano. A entidade é uma parceria público-privada entre o Ministério da Economia, o governo do estado de São Paulo e empresas de atuação global.

Segundo o Ministério da Economia, o novo centro terá como objetivo estimular a adoção de novas tecnologias e melhorar a inserção do Brasil nas cadeias globais de valor (onde indústrias de um país produzem ou montam componentes para fabricação em outros países), ampliando a competitividade e a produtividade das empresas brasileiras.

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Radar de Negócios identifica melhor lugar para abrir uma empresa

Radar de Negócios identifica melhor lugar para abrir uma empresa

A ferramenta criada pelo Sebrae possibilita que o empreendedor analise as oportunidades de negócios e localização mais adequada em cinco estados brasileiros

O começo do ano é tradicionalmente o período que muitos empreendedores escolhem para planejar a abertura de uma empresa. Mas, pesquisas feitas pelo Sebrae mostram que 38% dos empresários não sabiam o número de concorrentes que teriam ao começar a empreender e 37% deles não tinham conhecimento da melhor localização. Para ajudar esse público a tomar a melhor decisão, o Sebrae nos estados de Alagoas, Bahia, Rio Grande do Norte, Paraíba e Mato Grosso do Sul desenvolveu o Radar de Negócios, uma ferramenta que reúne as principais informações necessárias para quem planejar montar uma empresa.

De acordo com o interesse do empreendedor e o perfil do negócio que está pensando em iniciar, o Radar de Negócios ajuda com informações sobre locais com maiores potenciais para implantação do negócio, considerando perfil de clientes, concorrência, entre outras. A plataforma trabalha com três grandes eixos como a identificação de público-alvo, mapeamento de concorrentes e potenciais pontos de venda. Ou seja, identifica em cada bairro os pontos disponíveis para locação ou para aquisição.

Trata-se de uma ferramenta bastante dinâmica e qualitativa capaz de ajudar ao empreendedor ou empresário a entender onde está o seu mercado em que está inserido ou onde pretende se inserir.

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Balança comercial: déficit de US$ 816 milhões na terceira semana de janeiro

Balança comercial: déficit de US$ 816 milhões na terceira semana de janeiro

A balança comercial brasileira registrou US$ 5,864 bilhões de exportações e importações, na terceira semana do mês de janeiro, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (20/01) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia. O resultado foi gerado pela soma das exportações, no valor de US$ 2,524 bilhões, e importações, que chegaram a US$ 3,340 bilhões, com déficit de US$ 816 milhões no período. No acumulado do mês, a corrente de comércio alcançou US$ 16,760 bilhões, soma de US$ 8,847 bilhões em exportações e US$ 7,913 bilhões de importações, gerando saldo positivo de US$ 934 milhões.

A média das exportações da terceira semana chegou a US$ 504,8 milhões, 44,1% abaixo da média de US$ 903,3 milhões até a segunda semana, em razão da diminuição nas vendas das três categorias de produtos. Os semimanufaturados baixaram 49,1%, de US$ 141,5 milhões para US$ 72 milhões, puxados por semimanufaturados de ferro ou aço, celulose, ouro em formas semimanufaturadas, couros e peles, e ferro-liga.

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