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Apex-Brasil e CNI reforçam parceria para atender 1.400 empresas

Apex-Brasil e CNI reforçam parceria para atender 1.400 empresas

Na quarta-feira (13/2), o Presidente da Apex-Brasil, Embaixador Mario Vilalva, esteve reunido com o presidente da CNI, Robson Braga, para discutir os detalhes do Convênio de Cooperação Técnica e Financeira – Proposta do Projeto 2019-2020, a ser trabalhado pelas duas organizações. “Obtivemos da CNI promessa de apoio incondicional para conduzir os trabalhos e alcançar as metas propostas”, adiantou Vilalva.

A parceria, que existe desde 2008, tem como principal objetivo a atuação conjunta para ampliar o acesso das indústrias brasileiras aos serviços de promoção de negócios, fomentando a expansão da base exportadora e o incremento dos valores exportados das empresas brasileiras, com consequente reforço de posicionamento do Brasil no cenário internacional.

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Marcos Troyjo: Governo vai promover a inserção competitiva do Brasil no comércio global

Marcos Troyjo: Governo vai promover a inserção competitiva do Brasil no comércio global

Secretário de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais destaca que abertura será feita com movimentos coordenados, amplos e graduais

O aumento da geração de riqueza no Brasil passa, necessariamente, pelo aumento da inserção do Brasil no comércio internacional, com crescimento do fluxo de exportações e importações como um todo, destacou nesta quarta-feira (13) o secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia, Marcos Troyjo. “Esse cronograma está sendo feito em sintonia com as outras áreas do Ministério da Economia e de todo o governo. Vamos evitar erros do passado, descoordenação, como se a política comercial fosse algo apartado da política econômica”, disse, ao participar do seminário de abertura do ano de 2019 da revista Voto, em Brasília.

“Nós queremos que, no dia 31 de dezembro de 2022, você consiga enxergar um porcentual muito maior do comércio internacional como componente do PIB [Produto Interno Bruto]”, afirmou o secretário especial. “Isso significa aumentar exportações e isso significa também aumentar as importações. As grandes economias competitivas do mundo são também economias que importam muito”, explicou. Ele afirmou que o governo vai realizar movimentos coordenados, amplos e graduais de abertura, de maneira responsável, alinhados a medidas de melhoria tributária, simplificação burocrática, incremento dos mecanismos de promoção comercial, entre outros.

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Portos movimentaram 1,117 bilhão de toneladas de cargas em 2018

Portos movimentaram 1,117 bilhão de toneladas de cargas em 2018

A movimentação de cargas no setor portuário apresentou um crescimento de 2,7% em 2018, na comparação com o ano anterior. Dados divulgados hoje (12) pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) mostram que, no ano passado, 1,117 bilhão de toneladas de cargas foram movimentadas em terminais públicos e privados.

Os portos públicos movimentaram 374 milhões de toneladas em 2018, um aumento de 2,6% em comparação com 2017, quando foram movimentados 365 milhões de toneladas. Já os terminais privados movimentaram 743 milhões de toneladas no ano passado, um crescimento de 2,8% em relação a 2017 (723 milhões de toneladas).

Entre os portos públicos, o de Santos (SP) aparece na primeira posição, com 107,5 milhões de toneladas de cargas. Em segundo, está Itaguaí (RJ) com 56,6 milhões de toneladas. No terceiro lugar, Paranaguá (PR), com 48,5 milhões de toneladas. Depois aparecem Rio Grande (RS), com 27,2 milhões de toneladas movimentadas, e Suape (PE), que movimentou 23,4 milhões de toneladas.

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Importações industriais avançam 2 vezes mais que exportações

Importações industriais avançam 2 vezes mais que exportações

Déficit do setor de manufaturados passa de US$ 3,2 bi (2017) para US$ 25,2 bi (2018).

O déficit de comércio exterior da indústria brasileira passou de US$ 3,2 bilhões em 2017 para US$ 25,2 bilhões em 2018. “Se estamos em uma situação confortável das contas externas do ponto de vista comercial, isso se deve pouco ao desempenho dos manufaturados, cujas exportações cresceram menos enquanto as importações avançaram a um ritmo duas vezes maior”, analisa o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi).

De 2017 para 2018, o dinamismo total das vendas externas de bens da indústria de transformação recuou de uma alta de 9,2% para elevação de apenas 4,1%. Pelo lado das compras externas, o aumento saltou de 9,7% em 2017 para 20,1% no ano passado. Apesar de tudo, o déficit de 2018 foi menos da metade daquele de 2014.

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Balança comercial: duas primeiras semanas de fevereiro têm superávit de US$ 1,069 bilhão

Balança comercial: duas primeiras semanas de fevereiro têm superávit de US$ 1,069 bilhão

No acumulado do ano, as exportações somam US$ 23,444 bilhões e as importações, US$ 20,182 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,262 bilhões

Nas duas primeiras semanas de fevereiro de 2018, com seis dias úteis, a balança comercial brasileira teve superávit de US$ 1,069 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 4,865 bilhões e importações de US$ 3,795 bilhões. No ano, as vendas externas somam US$ 23,444 bilhões e as compras no exterior, US$ 20,182 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,262 bilhões. Acesse aqui os dados completos da balança comercial semanal.

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Agricultura estuda medidas para minimizar impactos do fim do antidumping na produção de leite em pó

Agricultura estuda medidas para minimizar impactos do fim do antidumping na produção de leite em pó

Uma das propostas em debate é aumentar a alíquota de importação do produto. Tereza Cristina também propõe reduzir impostos para compra de equipamentos

O fim da taxa antidumping começou a ser discutido no ano passado, lembrou a ministra

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, informou nesta sexta-feira (8) que estão em estudo no governo medidas para resolver o problema provocado pela suspensão da taxa de antidumping para a importação de leite em pó, integral ou desnatado oriundo da União Europeia e da Nova Zelândia. Uma das medidas em estudo, de acordo com a ministra, é o aumento temporário do imposto de importação do leite em pó da alíquota atual, de 28%, para cerca de 42%, com o objetivo de compensar a queda da barreira antidumping. Outra proposta em discussão é a redução dos impostos cobrados na importação de equipamentos usados pela indústria leiteira.

Foi realizada longa reunião ontem à noite com a equipe econômica do governo para estudar as medidas que possam minimizar impactos negativos para a produção nacional.

“Não dá para repor a taxa antidumping, pelo menos por enquanto, a não ser que a gente prove que está ocorrendo dumping na Europa e na Nova Zelândia. Então, o que podemos fazer, e estamos estudando, é aumentar a taxa de 28 para alguma coisa perto de 42, dificultando a importação. Não seria viável trazer esse leite para cá”, afirmou Tereza Cristina, em entrevista concedida esta manhã, em Cascavel (PR).

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