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Notícias recentes

Terceira semana de fevereiro tem superávit comercial de US$ 808 milhões

No período, exportações foram de US$ 3,022 bilhões e importações de US$ 2,214 bilhões

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 808 milhões na terceira semana de fevereiro de 2018. O valor é resultado de exportações de US$ 3,022 bilhões e importações de US$ 2,214 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 10,343 bilhões e as importações, US$ 6,909 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,434 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 27,311 bilhões e as importações, US$ 21,109 bilhões, com saldo positivo de US$ 6,202 bilhões.

A média das exportações da terceira semana chegou a US$ 1,007 bilhão, valor 3,7% abaixo da média de US$ 1,046 bilhão até a segunda semana de fevereiro. Tal resultado se deve à queda nas exportações de produtos manufaturados (-43%) e semimanufaturados (-8,6%). Por outro lado, aumentaram as vendas de produtos básicos (68,4%), principalmente petróleo em bruto, soja em grão, carnes de frango e bovina, minério de ferro, arroz em grão, fumo em folhas.

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Balança comercial: superávit de US$ 2,631 bilhões em fevereiro

Brasília (15 de fevereiro) – O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) divulgou hoje, excepcionalmente, o resultado da balança comercial brasileira nas duas primeiras semanas de fevereiro. No período, que totalizou sete dias úteis, as exportações somaram US$ 7,326 bilhões e as importações US$ 4,696 bilhões, resultando em um superávit de US$ 2,631 bilhões. A partir do próximo dia 19, a divulgação da balança comercial semanal voltará à sua rotina: às segundas-feiras, às 15h.

No acumulado do ano até a segunda semana de fevereiro, as vendas externas foram de US$ 24,294 bilhões e as compras de US$ 18,895 bilhões, o que gerou um saldo positivo de US$ 5,399 bilhões.

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Indonésia vai abrir seu mercado à carne bovina brasileira

Abertura foi anunciada a Eumar Novacki pelo ministro da Agricultura Andi Sulaiman

O ministro da Agricultura da Indonésia, Andi Sulaiman, disse nesta segunda-feira (12) que o país asiático vai abrir seu mercado de carne bovina para o Brasil. A notícia foi confirmada durante audiência com o secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Eumar Novacki, em Jacarta.

“Vamos nos reunir com os demais ministérios para estabelecer cota para o Brasil e acelerarmos esse processo. Iremos ao Brasil em missão de visita, o mais breve possível, conhecer o País e os métodos de produção. Sabemos da superioridade da carne brasileira no mercado mundial”, disse Sulaiman a Eumar Novacki.

Novacki destacou a importância do mercado indonésio ao pontuar que o país tem 265 milhões de habitantes, o quarto mais populoso do mundo, e sua economia cresce cerca de 5% ao ano, ou seja, um economia em expansão, com grande demanda por alimentos e um baixo consumo de proteína em comparação com a média mundial. O Brasil também prospecta a exportação de frutas, lácteos, entre outros produtos para a Indonésia.

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Exportações do agronegócio somam US$ 6,16 bi, em janeiro, em alta de 4,9%

As exportações do agronegócio atingiram US$ 6,16 bilhões em janeiro, em alta de 4,9% sobre os US$ 5,87 bilhões do mesmo mês no ano passado. As importações tiveram redução de 2,7%, passando de US$ 1,27 bilhão para US$ 1,24 bilhão. Como resultado, o saldo comercial no primeiro mês do ano foi de US$ 4,92 bilhões ante os US$ 4,60 bilhões de janeiro de 2017.O agronegócio contribuiu com 36,3% do total das exportações brasileiras no mês.

Os cinco principais setores exportadores do agronegócio foram: carnes (19,3% de participação); produtos florestais (18,7% de participação); complexo soja (16,8% de participação); complexo sucroalcooleiro (10,3% de participação); e cereais, farinhas e preparações (8,9% de participação).

As vendas externas de carnes somaram US$ 1,19 bilhão. Houve queda do volume exportado em 5,9%, amenizada pela expansão de 3,8% no preço. A carne bovina se destacou com incremento de 24,2%. Houve expansão tanto da quantidade exportada (+15,7%) quanto do preço médio de exportação (+7,3%).
Exportações de carne de frango somaram US$ 512,72 milhões (-13,4%), com queda no quantum exportado (-8,9%) e no preço médio (-5%). Ocorreu queda, também, nas vendas de carne suína, que passaram de US$ 137,91 milhões para US$ 110,19 milhões (-20,1%). A quantidade exportada recuou 15,8% enquanto o preço médio diminuiu 5,1%.

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China e Hong Kong reduzem impacto do embargo russo para carne suína brasileira

Exportações totais do setor chegam a 54,4 mil toneladas em janeiro

As fortes elevações dos embarques para a China e Hong Kong reduziram o impacto causado pelo embargo imposto pela Rússia à carne suína brasileira desde dezembro do ano passado, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

O caso mais emblemático é o da China, que no primeiro mês de 2018 importou 13,5 mil toneladas, resultado que supera em 122% o volume embarcado para o mercado chinês em janeiro do ano passado. As vendas geraram receita de US$ 28,9 milhões, 131% acima do realizado no ano anterior.

Já Hong Kong incrementou suas importações em 23%, com 17,2 mil toneladas exportadas em janeiro de 2018. Em receita, o crescimento chegou a 27%, totalizando US$ 34,8 milhões.

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Camex aprova medidas relacionadas à política de Comércio Exterior brasileira

Decisões entram em vigor quando forem publicadas no Diário Oficial da União

Brasília (7 de fevereiro) – Na primeira reunião ordinária do ano, o Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior (Camex) analisou propostas relacionadas a vários temas da política comercial brasileira, tais como questões tarifárias, financiamento e garantia às exportações e promoção comercial. Foram aprovadas alterações na Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum do Mercosul (Letec), e os ministros definiram um novo conceito de exportação de serviços, para melhorar o acesso a financiamento e garantia às exportações, entre outras medidas.

O Conselho de Ministros decidiu pela manutenção na Letec de seis tipos de defensivos agrícolas, o que beneficia os produtores rurais e consumidores finais, além de garantir competitividade ao agronegócio brasileiro. Assim, não haverá alteração na alíquota dos produtos: fipronil, clorpirifós, imidacloprido, metomil, carbendazim e tebutiourom, que estão classificados nos códigos 3808.91.99, 3808.92.99 e 3808.93.29 da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM). Com a decisão de hoje, os itens permanecem na Letec com 0% de Imposto de Importação.

A Camex decidiu, ainda, não elevar o Imposto de Importação da borracha natural (NCMs 4001.22.00 e 4001.29.20), que permanece com a alíquota de 4%. No entanto, determinou a criação de um Grupo de Trabalho para analisar medidas de outra natureza que possam beneficiar o setor.

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Maior feira norte-americana receberá 21 marcas calçadistas brasileiras

As marcas verde-amarelas estão de malas prontas para participar da maior feira de calçados dos Estados Unidos, a FN Platform. Ocorrendo duas vezes por ano, em Las Vegas, a mostra conta com mais de 700 expositores de 30 países, e nesta edição acontece entre os dias 12 e 14 de fevereiro. A participação de 21 grifes brasileiras é viabilizada por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Ruisa Korndorfer Scheffel, destaca que o mercado norte-americano é muito competitivo, com marcas reconhecidas mundialmente buscando a atenção dos lojistas e é claro, consumidores finais. Para trabalhar marca nos Estados Unidos, é necessário traçar uma estratégia de longo prazo, que permita investimentos em promoção comercial atrelados a iniciativas de posicionamento de marca.

Conforme dados levantados pela Abicalçados, em 2017 foram embarcados para os Estados Unidos 11,33 milhões de pares que geraram US$ 190 milhões, quedas de 14,4% em volume e de 14,2% em receita no comparativo com 2016. “Apesar da queda, os Estados Unidos, desde o princípio das exportações brasileiras de calçados, se mantêm como o principal mercado estrangeiro. A participação constante na FN Platform mostra que as marcas brasileiras estão evoluindo de um formato de trabalho de private label, que é a produção de calçado com a marca do cliente, para realmente investirem na abertura de mercado com suas próprias marcas, sendo esse o principal objetivo do Programa Brazilian Footwear“, comenta Ruisa, acrescentando que a FN Platform é uma ótima oportunidade para encontrar compradores daquele país, posicionar a marca no mercado e encontrar parceiros locais.

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Novacki lidera missão à Ásia e Oriente Médio em busca de novos mercados

Comitiva brasileira será representada por membros do governo, entidades e empresas ligadas à agropecuária

O Secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Eumar Novacki, chefia uma missão brasileira à Ásia e Oriente Médio em busca de novos mercados e de consolidar a posição brasileira já conquistada nestas localidades. A delegação brasileira tem agendadas negociações bilaterais na Coreia do Sul, Cingapura, Indonésia, Malásia e Emirados Árabes Unidos, quando manterá reuniões com autoridades governamentais e lideranças empresariais destes países, entre os dias 4 e 16 de fevereiro próximo.

Uma das maiores preocupações do Ministério é com a renda do produtor rural que vem caindo nos últimos anos, e por isso a importância de buscar negócios do outro lado do mundo. “Precisamos garantir a renda do nosso produtor para que ele continue produzindo e melhorando a sua produtividade. É necessário que a gente garanta mercado para os produtos de quem está na ponta da cadeia do agronegócio”, justificou Novacki.

A mesma preocupação foi demonstrada pelo ministro Blairo Maggi, durante o evento do lançamento do pré-custeio agrícola do Banco do Brasil, nesta terça-feira (30), em Rio Verde, Goiás, na presença do Presidente da República, Michel Temer.

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Exportações de carne de frango totalizam 330 mil toneladas em janeiro

Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que os embarques de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 330,9 mil toneladas em janeiro. O saldo é 8,8% inferior ao obtido no mesmo mês de 2017 (com 362,9 mil toneladas), mas supera em 3% o desempenho de dezembro do ano passado (321,1 mil toneladas).

Em receita, o saldo total das exportações chegou a US$ 521,9 milhões, número 13,3% menor que os US$ 601,7 milhões obtidos em janeiro do ano passado, e 0,1% inferior ao resultado de dezembro, com US$ 522,5 milhões.

“As exportações de janeiro deste ano apresentaram excelente desempenho quando comparamos com o histórico dos embarques registrados no período, exceto diante dos números de janeiro de 2017, quando houve uma alta histórica. As vendas para os Emirados Árabes Unidos, Japão e África do Sul foram os destaques positivos neste início de ano”, analisa Francisco Turra, presidente-executivo da ABPA.

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