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Exportações do agro em alta de quase 6% ultrapassam US$ 100 bilhões

O valor é recorde, com destaque para as compras chinesas de soja em grão, carne bovina in natura e celulose

As exportações do agronegócio atingiram o valor recorde nominal de US$ 101,69 bilhões em 2018, com crescimento de 5,9% em relação aos US$ 96,01 bilhões exportados em 2017. O recorde anual anterior ocorreu em 2013, quando o país exportou US$ 99,93 bilhões em produtos do setor.

De acordo com a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), as vendas para a China explicam o comportamento da balança do agro. As exportações para o país aumentaram US$ 9 bilhões. O valor supera o aumento US$ 5,67 bilhões registrado no mercado externo de alimentos como um todo.

No complexo soja, o grão foi o principal produto exportado com volume recorde de 83,6 milhões de toneladas. Segundo o boletim da Secretaria, o incremento na quantidade exportada não ocorreria sem a forte demanda chinesa. O consumo chinês cresceu de 53,8 milhões de toneladas, em 2017, para 68,8 milhões de toneladas, em 2018, com aumento de 15 milhões de toneladas de soja em grãos.

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Ministério da Economia: Brasil quer diversificar vendas para China

Na reunião desta quinta-feira,) do embaixador da China, Yang Wanming, com o ministro da Economia, Paulo Guedes, eles conversaram sobre possibilidades de diversificação da pauta comercial entre os dois países. De acordo com negociadores, Guedes disse que pretende fechar mais parcerias bilaterais, principalmente na área de tecnologia, com o principal destino das mercadorias brasileiras.

Segundo o Ministério da Economia, Guedes reafirmou a disposição do Brasil de fazer negócios com o maior número possível de países, sem viés ideológico. Segundo a fonte do ministério, a orientação está em linha com os discursos de posse do presidente Jair Bolsonaro no Congresso Nacional e no parlatório do Palácio do Planalto, em 1º de janeiro.

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Congresso ANUFOOD reunirá especialistas internacionais no debate sobre segurança alimentar

Garantir o acesso ao alimento da crescente população mundial é o grande desafio das lideranças governamentais e da indústria neste século XXI. Com mais de 7,5 bilhões de pessoas atualmente, o mundo deverá superar 11 bilhões de habitantes em 2100. Para debater a situação e buscar soluções para a segurança alimentar, a ANUFOOD Brazil – Feira Internacional Exclusiva do setor de Alimentos e Bebidas, que acontece em março de 2019, em São Paulo, reunirá especialistas durante o Congresso que terá a curadoria e expertise da FGV Projetos (Fundação Getúlio Vargas).

Entre os palestrantes confirmados está Manoel Otero, diretor Geral do IICA (Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura), que apresentará o “Papel da América Latina” na oferta de alimentos. O Congresso pretende provocar uma ampla discussão sobre este tema a partir do cenário global, com avaliação das perspectivas do protagonismo da América Latina e do Brasil no papel da segurança alimentar planetária.

Manoel participará, no dia 12 de março de 2019, do primeiro painel sobre “Segurança Alimentar“. No segundo painel sobre “Facilitação do Comércio Agrícola Internacional – Desafios Regulatórios”, o presidente da Aliança Agro Ásia-Brasil, Marcos Jank, falará sobre “O Papel dos Estados Unidos, Europa e China no Comércio Internacional de Alimentos”. Também estão na programação do Congresso as palestras sobre “O Estado Atual e Perspectivas das Negociações”, com um representante da OMC (Organização Mundial do Comércio).

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China e commodities lideram aumento das exportações brasileiras

As exportações para a China e as commodities são os principais responsáveis pelo superavit de US$ 58,7 bilhões nas transações comerciais com o exterior. Embora inferior ao de 2017, quando o superavit fechou em US$ 67 bilhões, foi o segundo maior valor na série histórica da balança comercial brasileira.

Os dados fazem parte do Indicador de Comércio Exterior (Icomex) de janeiro divulgado hoje (17) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV).

A FGV destacou três resultados que mais chamaram a atenção quanto ao comportamento da balança comercial em 2018: além da liderança da China e do crescimento das commodities.]

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União Europeia impõe restrições às importações de produtos de aço brasileiros

Segundo nota do Ministério das Relações Exteriores, a salvaguarda “impactará as exportações brasileiras”. A medida deve entrar em vigor no início de fevereiro.

O governo brasileiro, conforme o Itamaraty, “tem dialogado com a União Europeia com o objetivo de preservar as exportações das empresas nacionais”. No momento, estão em andamento consultas entre o Brasil e a União Europeia a respeito do tema.

O Itamaraty informou que continuará atuando, em conjunto com os demais órgãos de governo federal e com o setor privado, “com todo o empenho na defesa dos interesses dos exportadores brasileiros”.

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Mais de 90 empresas brasileiras vão expor na Gulfood

Mais de 90 empresas brasileiras de alimentos e bebidas participarão da Gulfood, a maior feira destes segmentos no Oriente Médio, de 17 a 21 de fevereiro em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. As companhias vão expor em pavilhões organizados pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), entidades setoriais ou individualmente.

Nesta terça-feira (15), a Apex promoveu uma reunião com representantes de empresas participantes no auditório da Câmara Árabe, em São Paulo, para divulgar informações e definir os espaços de cada expositor nos estandes da agência, divididos em setores de carne, frango, grãos, bebidas e alimentos em geral.

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Balança comercial: segunda semana de janeiro tem superávit de US$ 1,766 bilhão

No mês, saldo do comércio exterior do país já é positivo em US$ 3,611 bilhões

Na segunda semana de janeiro, a balança comercial brasileira teve saldo positivo de US$ 1,766 bilhão. Este foi o resultado das exportações no valor de US$ 5,406 bilhões, menos as importações registradas no período, que foram de US$ 3,640 bilhões. No mês, as vendas externas somam US$ 9,224 bilhões e as compras no exterior chegam a US$ 5,613 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,611 bilhões.

A média das exportações da segunda semana chegou a US$ 1,081 bilhão, o que representa 15,1% menos que a média de US$ 1,273 da primeira semana, em razão da queda nas exportações de produtos básicos (-45,2%, por conta de petróleo em bruto, minério de ferro, farelo de soja, minério de cobre, carnes de frango e bovina, fumo em folhas) e de semimanufaturados (-23,7%, em razão de ferro-ligas, celulose, ouro em formas semimanufaturadas, produtos semimanufaturados de ferro ou aço, catodos de cobre, açúcar em bruto).

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Cafeicultores querem acordo com UE para expandir mercado

Países europeus cobram tarifa de 9% do produto brasileiro
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Produtores e exportadores brasileiros de café esperam que o novo governo atue para concluir o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia (UE). Conforme os termos estabelecidos nas negociações até o fim do ano passado, as partes deixarão de cobrar tarifas para o café solúvel em até quatro anos após a assinatura do tratado.

Atualmente, a tarifa cobrada pela União Europeia é de 9%. A taxação favorece o principal concorrente brasileiro, a Colômbia, que exporta para 28 países sem os mesmos custos aduaneiros.

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Bolsonaro confirma Vilalva na presidência da Apex

Após a crise gerada pela demissão de Alecxandro Carreiro da presidência da Apex, o Palácio do Planalto confirmou na noite desta quinta-feira, que o embaixador Mário Vilalva vai comandar o órgão; ele foi indicado pelo chanceler Ernesto Araújo; Jair Bolsonaro se reuniu com Vilalva

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