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Crescem exportações do Brazilian Health Devices

Criado para fomentar as exportações da indústria brasileira de dispositivos da área da saúde, o Brazilian Health Devices, implementado pela ABIMO em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), vem cumprindo seu papel. Enquanto o segmento encerrou o primeiro trimestre de 2017 com crescimento de 4,95% no comparativo com o mesmo período do ano passado, as empresas de artigos e equipamentos médicos, odontológicos, hospitalares e de laboratórios apoiadas pelo projeto setorial somaram crescimento de 33,6%. O aumento das exportações é reflexo do alto investimento em ações estratégicas que elevam a visibilidade da indústria brasileira diante de compradores internacionais.

Ainda pensando no total do comércio exterior brasileiro, os dados conquistados pelo Brazilian Health Devices mostram-se ainda mais interessantes do que os da produção geral brasileira. Segundo o Indicador Mensal da Balança Comercial elaborado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), as exportações gerais cresceram 24,4% no período. Isso faz com que as empresas apoiadas pelo projeto setorial da ABIMO tenham tido desempenho quase 10% superior ao conglomerado nacional.

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CNA e Apex-Brasil renovam acordo para fortalecer o Agronegócio

O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, e o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), embaixador Roberto Jaguaribe, assinaram, nesta quarta (24), a renovação do Acordo de Cooperação Técnica entre as entidades.

Em seu discurso, o presidente da CNA lembrou que o trabalho da entidade junto à Apex-Brasil já vem de muitos anos, porém foi preciso “estreitar ainda mais” os laços desde que o “agro tornou-se o grande protagonista da balança comercial brasileira”.

João Martins citou a parceria da CNA com a Apex-Brasil na Rede Agropecuária de Comércio Exterior (InterAgro), projeto pioneiro que tem os objetivos de capacitar e sensibilizar os produtores rurais para a importância e o funcionamento do mercado internacional.

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ZPE é tema de reunião na Embaixada da China no Brasil

Secretária-executiva do CZPE apresentou o regime brasileiro de ZPE para o embaixador da China no Brasil

A secretária-executiva do Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação (CZPE), Thaise Dutra, e sua equipe técnica reuniram-se na terça-feira (23/5) com o embaixador da China no Brasil, Li Jinzhang. Na reunião, foi apresentado o regime brasileiro de Zonas de Processamento de Exportação (ZPE) e suas oportunidades de investimentos.

Como foi apontado pelos técnicos do MDIC na reunião, a China tem experiência exitosa no desenvolvimento de ZPE e regimes congêneres como estratégia de maior desenvolvimento econômico e social. Os representantes da Secretaria Executiva do CZPE ressaltaram o potencial das ZPE brasileiras no apoio aos investimentos chineses realizados no Brasil com foco em operações de exportação, contribuindo para o incremento das relações econômicas bilaterais.Também foi destacada a possibilidade do aproveitamento dos benefícios do regime de ZPE para o processamento local e posterior exportação de produtos primários já destinados ao mercado consumidor chinês.

O embaixador da China avaliou positivamente o regime brasileiro de ZPE, que, segundo ele, poderá representar importante estímulo para o incremento dos fluxos de comércio e investimento entre os países. Jinzhang mencionou também que investimentos chineses no exterior já se utilizam de ZPE e regimes congêneres existentes em diversas nações. Ele agradeceu ainda o reconhecimento da China como referência para o regime brasileiro de ZPE.

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Brasil registra vendas de US$ 84.3 milhões na Exponor 2017 no Chile

As 18 fabricantes brasileiras de máquinas e equipamentos para mineração que participaram da Exponor 2017, realizada no Chile, de 15 a 19 de maio, voltaram animadas para o Brasil: o resultado registrado no maior evento do setor na América Latina chegou a US$ 84.3 milhões, entre vendas fechadas e negócios futuros para os próximos 12 meses, o que corresponde a um crescimento de 184% em relação aos números da edição anterior, ocorrida em 2015. A presença das empresas brasileiras mais uma vez foi organizada pelo Programa Brazil Machinery Solutions, resultado da parceria entre a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ).

De acordo com a responsável pela Divisão de Mercado Externo ABIMAQ e gerente do Programa BMS, Patrícia Gomes, a indústria brasileira voltada para o setor de mineração é bastante reconhecida no Chile e demais países das Américas, por sua competitividade e tecnologia. ”O Chile é o segundo principal destino de exportações brasileiras de máquinas e equipamentos voltados para a mineração. Em 2016, foram exportados para o país US$ 21 milhões, o que representa perto de 13% do total das exportações brasileiras do setor, atrás apenas dos EUA, que representam 16% das vendas brasileiras desse segmento para o mercado internacional”, destaca a executiva.

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Chefes de Estado do Mercosul se reunirão em Mendoza em julho

A cidade de Mendoza, no oeste da Argentina, sediará no final de julho a próxima Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul e Estados Associados, durante a qual o país passará a presidência rotativa do bloco ao Brasil, informaram fontes oficiais à Agência Efe.
Os detalhes ainda estão sendo finalizados, mas a Chancelaria argentina apontou o dia 20 de julho como data provável para a reunião do Conselho do Mercado Comum (CMC), com a participação dos ministros de Relações Exteriores dos membros, e dia 21 para o encontro de presidentes.

Nos dias anteriores, serão realizadas diversas reuniões técnicas que acompanham as cúpulas semestrais do bloco, com os membros Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai – já que a Venezuela está suspensa – e a Bolívia, que está em processo de adesão. Os países associados são Chile, Equador, Peru, Colômbia, Guiana e Suriname.

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Participação brasileira na SIAL China deve gerar US$ bi em negócios

As empresas e tradings brasileiras que participaram da edição 2017 da SIAL China com apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) registraram negócios que superaram o montante de US$ 1 bilhão. Os valores incluem os dados das 29 empresas e tradings que ficaram no estande institucional do Brasil, as tradings que estiveram no estande da Apex-Brasil no pavilhão de carnes e ainda as empresas que estiveram na feira por meio dos projetos setoriais com a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) e a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O resultado recorde obtido é o somatório dos negócios fechados durante a feira, das negociações concluídas durante a missão empresarial para a cidade de Cantão – realizada dois dias antes da feira –, e a expectativa de negócios para os próximos 12 meses dos participantes da SIAL.

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Catar deve enviar missão de negócios ao Brasil, em setembro

Blairo Maggi encerra viagem ao Oriente Médio, que incluiu também Kuwait, Emirados Árabes e Arábia Saudita

O ministro Blairo Magg (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) encerra, nesta segunda-feira (22), sua agenda no Oriente Médio, depois de reunir-se no Catar, com autoridades de governo, como o ministro da Economia, sheikh Ahmed bin Jassim Al Than. Do ministro do Catar, Maggi ouviu elogios à produtividade agrícola do Brasil e a tecnologias desenvolvidas pela Embrapa, que permitiram o país se destacar na produção mundial de alimentos.

Blairo Maggi detalhou medidas adotadas depois da Operação Carne Fraca e esclareceu pessoalmente sobre os cuidados sanitários e a regras internacionais seguidas por frigoríficos brasileiros. Mesmo sem problemas com a sanidade dos produtos, o Ministério da Agricultura deixou de emitir certificados de exportação a plantas que estavam sendo auditadas ou investigadas, observou Maggi.

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Câmara de Logística Integrada da AEB discute principais questões que envolvem o setor

A regulação do sistema aquaviário foi um dos temas abordados durante o encontro

“O setor empresarial foi fundamental para a aprovação do Decreto nº 9.048/2017, que revisa o marco infralegal do setor portuário”. A afirmação é do diretor geral da Agência Nacional de Transporte Aquaviário (ANTAQ), Adalberto Tokarski, durante reunião da Câmara de Logística Integrada da Associação de Comércio Exterior do Brasil (CLI/AEB), na última sexta-feira (19). O encontro, que foi presidido pelo coordenador da CLI/AEB, Jovelino Pires, contou com cerca de 50 participantes.

Segundo Tokarski, a participação da iniciativa privada foi muito importante para reforçar as demandas do setor. “A revisão promoveu segurança jurídica, que é fundamental para a atração de investimentos, estabilizando as relações jurídicas, assim como criou um ambiente seguro, que oferece previsibilidade aos agentes econômicos ao direcionarem recursos para o futuro”, afirmou.

O marco regulatório do setor portuário proporciona atração de investimentos à medida que amplia os prazos de arrendamento; permite que os contratos pós-Decreto nº 8.630/93 possam ser antecipados, reequlibrados e adaptados a novos prazos; e ainda autoriza aportes em áreas não afeitas e comuns dos portos.

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Balança comercial registra superávit de US$ 1,824 bilhão na terceira semana de maio

No ano, as exportações totalizam US$ 81,189 bilhões e as importações, US$ 54,964 bilhões, com saldo positivo de US$ 26,225 bilhões

Na terceira semana de maio, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,824 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 4,758 bilhões e importações de US$ 2,933 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 13,049 bilhões e as importações, US$ 8,195 bilhões, com saldo positivo de US$ 4,854 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 81,189 bilhões e as importações, US$ 54,964 bilhões, com saldo positivo de US$ 26,225 bilhões.

A média das exportações da terceira semana chegou a US$ 951,5 milhões, 3,3% acima da média de US$ 921,3 milhões até a segunda semana, em razão do crescimento nas exportações de produtos: básicos (+11,7%, por conta de petróleo em bruto, café em grão, minério de cobre, fumo em folhas, cinzas e resíduos de metais preciosos). Caíram as vendas de produtos semimanufaturados (-6%, em razão de celulose, semimanufaturados de ferro e aço, couros e peles, ferro-ligas, madeira em estilhas) e manufaturados (-4,2%, em razão, principalmente, de óleos combustíveis, automóveis de passageiros, aviões, laminados planos de ferro e aço, polímeros plásticos).

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