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Notícias recentes

China é principal destino das exportações brasileiras em novembro

A China continuou sendo o principal destino das exportações brasileiras em novembro deste ano, com participação de 26,3% no total. Isso representa mais que o dobro do segundo colocado no ranking, os Estados Unidos (EUA), com um percentual de 11,9%. Os dados são do Índice do Comércio Exterior (Icomex), da Fundação Getulio Vargas (FGV).
Alto Paraíso (GO) – Plantação de soja em área do município de Alto Paraíso mostra o avanço da fronteira agrícola na região da Chapada dos Veadeiros (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Plantação de soja – Marcelo Camargo/Agência Brasil

De acordo com a FGV, as exportações para a China cresceram 97,6% (em valor), na comparação com novembro do ano passado. Os principais responsáveis por esse crescimento foram a soja, que respondeu por 45% do aumento, e o petróleo bruto (não refinado), com 32% desse crescimento.

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AEB anuncia previsão para a balança comercial em 2019

Incertezas marcam comércio exterior brasileiro no próximo ano

O presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, divulgou hoje, no Rio, a previsão da balança comercial brasileira para 2019. O levantamento aponta para um superávit de US$ 33,757 bilhões, uma queda de 38,6% em relação aos US$ 54,951 bilhões previstos para 2018. Os dados indicam exportações de US$ 220,117 bilhões, queda de 7,3% em relação ao montante de US$ 237,485 bilhões, estimados para este ano, enquanto as importações devem atingir US$ 186,360 bilhões, aumento de 2,1% em relação aos US$ 182,534 bilhões previstos para o mesmo período.

A corrente de comércio prevista para 2019 é de US$ 406,477 bilhões, queda de 3,2% sobre a estimativa de US$ 420,019 bilhões para 2018.

Segundo Castro, o resultado projetado considerou um conjunto de indícios que apontam para uma redução do ritmo de crescimento do mundo econômico. “Os cenários apontam um eventual impacto negativo direto sobre 65% das exportações do Brasil, representadas pelas commodities e, indiretamente, sobre os manufaturados”, afirma.

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Disparam exportações de carne bovina

As exportações brasileiras de carne bovina podem chegar a 1,62 milhão de toneladas até o final do ano, um aumento de 10% em relação a 2017, de acordo com previsão da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec). Se o volume for confirmado, será um recorde, dando sequência a uma tendência de alta dos embarques brasileiros, que nos últimos dois anos vêm crescendo numa média de 10% ao ano em volume e faturamento. A estimativa é que a receita com as vendas externas alcance US$ 6,541 bilhões, valor 7,4% superior ao do ano passado.

Segundo o presidente da Abiec, Antônio Camardelli, o resultado de 2018 confirma que a carne brasileira mantém uma boa imagem e que sua qualidade é reconhecida internacionalmente. “O setor passa por um processo de melhoria contínua e o crescimento das exportações mostra a qualidade e competitividade da nossa carne, além da confiança dos mercados internacionais no nosso produto”, afirmou ele, em nota divulgada pela entidade.

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Homenagem para José Augusto de Castro

O presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil, José Augusto de Castro, foi agraciado, pelo Conselho da Ordem Nacional Barão de Mauá, com a Medalha e Insígnia da Ordem Nacional Barão de Mauá – Classe Grã-Cruz, por sua relevante contribuição à indústria, ao comércio exterior e aos Serviços do País.

Instituída pelo Decreto nº 9.549, de 31 de outubro de 2018, a Ordem Nacional Barão de Mauá é a mais importante condecoração a quem se dedica ao desenvolvimento da indústria, comércio exterior e serviços no Brasil.

A premiação, que aconteceu nesta quarta-feira (12), no Palácio do Planalto, contou com a presença do Presidente da República, Michel Temer, autoridades.

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Camex aprova 576 ex-tarifários que diminuem o custo de investimentos produtivos no Brasil

Os ex-tarifários concedidos pela Câmara de Comércio Exterior (Camex) zeram o Imposto de Importação para aquisição de bens de capital e bens de informática e telecomunicações sem produção nacional

Foram publicadas hoje, no Diário Oficial da União, duas Resoluções Camex, que reduzem temporariamente as alíquotas de importação para máquinas e equipamentos sem produção no Brasil. A Resolução Camex nº 95 traz a relação de 41 bens de informática e telecomunicações (BIT), sendo 19 novos e 22 renovações, que terão a alíquota reduzida de 16% para zero. Já a Resolução Camex nº 96 diminui a alíquota, de cerca de 14% para zero, para 535 bens de capital (BK), sendo 268 novos e 267 renovações.

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Centro-Oeste, Norte e Nordeste lideram na exportação de produtos do agronegócio

Dados da CNI mostram que, nessas três regiões, a maior parte dos exportadores está ligada aos setores de produtos alimentícios e agricultura e pecuária. Nacionalmente, a atividade de máquinas equipamentos está no topo
No Centro-Oeste, 27,6% das empresas exportadoras são ligadas ao setor agricultura e pecuária

As empresas das regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste são as que mais exportam produtos do agronegócio. Dados da pesquisa Desafios à competitividade das exportações brasileiras, realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), mostram que, no Centro-Oeste, 27,6% das empresas exportadoras são ligadas ao setor agricultura e pecuária e 19,9% ao de produtos alimentícios.

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Camex altera Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum

Doze produtos tiveram redução do Imposto de Importação

Foi publicada no Diário Oficial da União de hoje a Resolução Camex nº 98 que modifica a Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum (Letec). Com a medida, seis produtos foram incluídos na Letec e dois mantidos, com redução de alíquotas, e quatro foram excluídos, também com efeito de redução do Imposto de Importação (II). As alterações foram feitas com base no trabalho técnico de revisão dos produtos que estão há mais de 24 meses na Letec, como determina o art. 12 da Resolução Camex nº 22/2017, e no âmbito da revisão semestral da Letec.

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Primeira semana de dezembro tem superávit de US$ 2,019 bilhões

Saldo é resultado de exportações no valor de US$ 5,667 bilhões e importações de US$ 3,649 bilhões

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 2,019 bilhões na primeira semana de dezembro de 2018, que teve cinco dias úteis. O saldo é resultado de exportações no valor de US$ 5,667 bilhões e importações de US$ 3,649 bilhões. No ano, as exportações somam US$ 225,635 bilhões e as importações, US$ 171,957 bilhões, com saldo positivo de US$ 53,677 bilhões.

Nas exportações, comparadas as médias até a primeira semana de dezembro de 2018 (US$ 1,1 bilhão) com a de dezembro de 2017 (US$ 879,8 milhões), houve crescimento de 28,8%, em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: básicos (46,1%, principalmente de soja em grãos, farelo de soja, algodão em bruto, milho em grãos e café em grãos), semimanufaturados (33,3%, principalmente celulose, ferro-ligas, ferro fundido bruto, açúcar de cana em bruto e madeira serrada ou fendida) e manufaturados (17,2%, por conta de aviões, papel para fabricação de papel higiênico, lenço ou toalha, suco de laranja congelado, suco de laranja não congelado e produtos hortícolas preparados ou conservados em ácido acético).

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Crescem as exportações de arroz brasileiro

As exportações brasileiras fecharam no mês de novembro desse ano com quase o dobro do volume exportado no ano todo de 2017.

De acordo com o último balanço da Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz) com dados do Ministério da Indústria e Comércio Exterior, de janeiro a novembro de 2018, o Brasil exportou total de 1,24 milhão de toneladas de arroz, o que gera US$ 404 milhões de dólares em negócios. No anterior, o país fechou em 624 mil toneladas exportadas.

De acordo com o gerente do Brazilian Rice, Gustavo Ludwig, do total exportado em 2018, o arroz em casca se destaca em primeiro lugar pelo registro de 628 mil toneladas, tendo como destino principal a Venezuela. Arroz quebrado e branco destacam-se também com 292 e 220 mil TON respectivamente, tendo como principais destinos Cuba, Costa Rica e Estados Unidos. Já os países africanos, os mercados-alvo são de arroz quebrado. O arroz brasileiro teve como destino em 2018 90 diferentes países.

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