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Estados Unidos reabrem mercado para carne in natura do Brasil

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e o Serviço de Inspeção e Inocuidade Alimentar (FSIS) informaram nesta sexta-feira (21) ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) a abertura de mercado para carne bovina in natura do Brasil para os Estados Unidos a partir de hoje.

“Hoje recebemos com muita satisfação uma notícia esperada há muito tempo: a reabertura do mercado de carne bovina in natura do Brasil para os Estados Unidos. Uma notícia que esperávamos com ansiedade há algum tempo e que hoje eu tive a felicidade de receber. É uma ótima notícia, porque isso traz o reconhecimento da qualidade da carne brasileira por um mercado tão importante como o americano”, disse a ministra Tereza Cristina.

O Brasil poderá começar a enviar produtos de carne bovina in natura derivados de animais abatidos a partir de hoje. No comunicado encaminhado ao Mapa, o FSIS disse que o Brasil corrigiu os problemas sistêmicos que levaram à suspensão e está restabelecendo a elegibilidade das exportações de carne bovina in natura para os Estados Unidos a partir de hoje. Além disso, o FSIS encerrará os casos pendentes de violação de pontos de entrada associado à suspensão de 2017.

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Sem peças da China, indústrias do Brasil ameaçam parar produção

Uma pesquisa da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) com as fabricantes de produtos do setor eletroeletrônico mostrou que 22% das empresas ameaçam parar de produzir nas próximas semanas se as peças da China não voltarem a ser entregues.
As maiores prejudicadas são as do setor de tecnologia da informação (celulares, computadores, tablets), mas praticamente todos os produtos nacionais dependem ao menos de uma peça, seja placas, circuitos ou chips chineses, explicam os representantes das fabricantes nacionais. E como não é possível colocar no mercado um item incompleto ou substituí-lo sem longo estudo por um similar local ou de outro país, parar as máquinas acaba sendo inevitável.

A China é a principal fornecedora internacional de componentes ao Brasil — só em 2019, o setor comprou US$ 7,5 bilhões em peças ou insumos, 42% de tudo o que foi importado no ano passado.

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Exportações de carne suína crescem 41% em janeiro

As exportações de carne suína do Brasil (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 68,5 mil toneladas em janeiro, segundo levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número é 41% superior ao registrado no primeiro mês de 2019, quando foram embarcadas 48,5 mil toneladas.

A receita das vendas foi de US$ 164,1 milhões, resultado 78,9% maior que saldo registrado em janeiro de 2019, com US$ 91,7 milhões.

A China se manteve como carro-chefe das exportações brasileiras. Destino de 30,6 mil toneladas (45% do total), o país asiático cresceu suas importações em 252% na comparação com o mesmo período do ano passado, com 8,7 mil toneladas.

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ANUFOOD Brazil será realizada em São Paulo

A segunda edição da ANUFOOD Brazil, principal feira de negócios para o setor de alimentos e bebidas do país, será realizada entre os dias 9 e 11 de março, em São Paulo. O evento organizado pela Koelnmesse e pela FGV Projetos é considerado a versão brasileira da Anuga, maior feira mundial do setor.

A ANUFOOD terá 11 pavilhões internacionais, com expositores de países europeus, asiáticos árabes e latino-americanos, além de estandes de outros 24 países. Ao todo mais de 10 mil profissionais de estabelecimentos serviços de alimentação (bares, restaurantes, hotéis, etc), distribuidores, atacadistas e supermercadistas devem participar do evento. Será uma oportunidade para empresas brasileiras apresentarem seus produtos a importadores estrangeiros.

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Sauditas suspendem compras de duas plantas da BRF no Paraná

A autoridade sanitária saudita, a Saudi Food and Drug Authority, (SFDA) suspendeu temporariamente a autorização de exportar carne de frango ao seu mercado de duas plantas paranaenses da BRF, gigante do setor de proteína animal brasileira. As unidades dos municípios de Dois Vizinhos e Francisco Beltrão foram suspensas, segundo o site da autoridade saudita, desde o dia 10 de fevereiro.

O diretor-executivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, disse à ANBA que a autoridade saudita não explicou os motivos para o fechamento das plantas. “Nós não sabemos por que eles decidiram fechar, mas estamos trabalhando para ter uma reunião com as autoridades de lá e o embaixador brasileiro em Riad [Marcelo Della Nina] deve fazer essa reunião em breve. Nós sempre seguimos todas as normas e procedimentos que eles impõem, então não vemos motivos para o fechamento. Esperamos que as plantas reabram o mais breve possível”, disse Santin, durante o primeiro dia da Gulfood, feira de alimentos em Dubai. A ABPA levou 14 empresas à feira, junto com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

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Indústria de alimentos e bebidas faturou R$ 699,9 bi em 2019

O faturamento da indústria brasileira de alimentos e bebidas em 2019 foi de R$ 699,9 bilhões, valor 6,7% superior ao registrado no ano anterior, somadas exportações e vendas para consumo interno. As informações constam de relatório divulgado, hoje (18), pela Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia).

De acordo com a entidade, a quantia representa 9,7% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país). O desempenho do setor em termos de vendas reais registrou um aumento de 2,3%, a melhor taxa desde 2013, quando o resultado foi 4,2%.

Em 2019, sobressai-se a intensificação no consumo de carnes; derivados de cereais, chá e café; desidratados e supergelados (pratos prontos e semiprontos congelados e alimentos desidratados); e do grupo de diversos (molhos, temperos condimentos, sorvetes e salgadinhos). Respectivamente, os aumentos foram de 11,1%, 5,6%, 4,9% e 3,4%. Por outro lado, verifica-se uma queda de alguns itens, como açúcar, 10,8%; óleos e gorduras, 4,7%; e derivados e frutas e vegetais, 4,1%.

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Empresários brasileiros vão conhecer ecossistema de inovação da Finlândia

Imersão é organizada pela CNI. Participantes poderão entender como um sistema educacional de qualidade impacta diretamente na produtividade e no ambiente de inovação de um país. Há desconto para inscrições até 31 de março

Considerada a terceira economia mais inovadora do mundo, de acordo com o Índice de Inovação da Bloomberg 2019, a Finlândia será palco da imersão que a Confederação Nacional da Indústria (CNI) realizará entre os dias 1º e 5 de junho. Esta será a 25ª edição do Programa de Imersões em Ecossistemas de Inovação, que busca apresentar a empresários o que há de mais avançado em tecnologia, empreendedorismo, gestão, pesquisa e desenvolvimento, no Brasil e no mundo.

Esta edição será realizada em parceria com a Business Finland, a mais importante agência de financiamento público de pesquisas da Finlândia. Ao todo, serão cinco dias de visitas a centros de pesquisa públicos e privados, sedes de grandes empresas, aceleradoras, fundos de investimentos e universidades.

Para demonstrar como grandes indústrias têm se reinventado, por que a Finlândia é uma referência em educação, empreendorismo e está tão bem posicionada em rankings de inovação, a programação inclui visitas a empresas como Nokia, Wärtsilä, Cargotec, Valmet, F- Secure e Neste. Estão também previstas visitas a fundos para inovação, hubs para startups e reuniões com lideranças do Ministério de Assuntos Econômicos e Emprego e do Ministério da Educação e Cultura. Confira aqui a programação completa.

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Balança comercial: segunda semana de fevereiro registra superávit de US$ 684 milhões

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 684 milhões e corrente de comércio de US$ 6,941 bilhões, na segunda semana de fevereiro de 2020, como resultado de exportações no valor de US$ 3,812 bilhões e importações de US$ 3,129 bilhões. Os dados, divulgados nesta segunda-feira (17/02), são da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia (Secex/ME). No mês, as exportações somam US$ 8,411 bilhões e as importações, US$ 6,624 bilhões, com saldo positivo de US$ 1,787 bilhão e corrente de comércio de US$ 15,035 bilhões.

A média das exportações da segunda semana chegou a US$ 762,4 milhões, 17,1% abaixo da média de US$ 919,7 milhões da primeira semana. A redução se deve à queda nas exportações das três categorias de produtos: básicos (-5,9%), de US$ 464,5 milhões para US$ 437,3 milhões, em razão de minério de ferro, carnes de frango, bovina e suína, minério de cobre, fumo em folha, café cru em grão; manufaturados (-22,6%), de US$ 326,7 milhões para US$ 252,8 milhões, em razão, principalmente, de óleos combustíveis, tubos flexíveis de ferro ou aço, gasolina, centrifugadores e aparelhos para filtrar ou depurar, bombas, compressores e ventiladores; e produtos semimanufaturados (-43,8%), de US$ 128,6 milhões para US$ 72,3 milhões, por conta de semimanufaturados de ferro/aço, ferro-ligas, celulose, ouro em formas semimanufaturadas, açúcar em bruto.

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Exportação de café gerou US$ 438 milhões de receita cambial em janeiro

As exportações dos cafés do Brasil, apenas no mês de janeiro de 2020, atingiram um total de 3,2 milhões de sacas de 60kg, das quais 2,7 milhões foram de café arábica, 315,3 mil de café solúvel e 223,8 mil de café conilon. Ao comparar esses números com a performance das exportações de janeiro de 2019 é possível verificar uma queda de 12,8% no volume exportado de café arábica. Em contrapartida, houve um aumento expressivo de 48,6% de café conilon e de 28,9% de café solúvel.

A receita cambial gerada com as exportações dos cafés do Brasil, no primeiro mês de 2020, foi de US$ 438,1 milhões, o que representa um aumento de 5,6%, se comparado com janeiro de 2019. O café da espécie arábica que foi exportado com o valor médio de US$ 138,60 por saca, obteve uma receita de US$ 371,54 milhões. E o café conilon, cujo preço médio da saca foi de US$ 83,16, contribuiu com US$ 18,61 milhões, enquanto que o café solúvel gerou US$ 47,63 milhões de receita cambial, com o preço médio da saca de US$ 151,1.

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