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Superávit de US$ 1,746 bilhão na balança comercial da segunda semana de outubro

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,746 bilhão na segunda semana de outubro de 2018, que teve quatro dias úteis. O saldo é resultado de exportações no valor de US$ 4,467 bilhões e importações de US$ 2,721 bilhões.

No mês, as exportações somam US$ 9,519 bilhões e as importações, US$ 6,460 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,059 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 189,178 bilhões e as importações, US$ 141,805 bilhões, com superávit de US$ 47,374 bilhões.

A média das exportações da segunda semana chegou a US$ 1,1 bilhão, valor 10,5% acima da média de US$ 1 bilhão da primeira semana, em razão do crescimento nas exportações de produtos semimanufaturados (86%) e manufaturados (12,4%). Na primeira categoria de produtos, o destaque foi a venda de açúcar de cana em bruto, ferro fundido, semimanufaturados de ferro/aço, madeira serrada ou fendida e celulose. Entre os produtos manufaturados cresceram, principalmente, os embarques de tratores, torneiras, válvulas e dispositivos semelhantes e partes, aviões, máquinas e aparelhos para terraplanagem, perfuração e suco de laranja não congelado.

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Exportações do agronegócio devem atingir US$ 100 bilhões

Estimativa foi feita por Blairo Maggi durante posse do novo presidente da Embrapa no Palácio do Planalto

Durante a posse do novo presidente da Embrapa, Sebastião Barbosa, no Palácio do Planalto, nesta quarta-feira (10), o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi, disse que o agronegócio deverá encerrar o ano com exportações de US$ 100 bilhões. “É uma marca que vínhamos perseguindo e, agora, vamos alcançar”, disse o ministro.

O presidente Michel Temer ressaltou a importância do setor do agronegócio para a economia brasileira, lembrando ter contribuído “em grande parte” para a recuperação do PIB (Produto Interno Bruto) do país, que, em maio de 2016, estava em -5,9%, passou a 1% de crescimento no ano seguinte e deverá encerrar 2018 com algo em torno de 1,4%.

O secretário executivo do Mapa, Eumar Novacki, presidente do Conselho da Embrapa, também destacou que “o agro é o pilar mais importante da economia, representando cerca de um quatro do PIB e quase 50% das exportações”.

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Fabricantes brasileiras de máquinas e equipamentos movimentam US$ 23 milhões na Colômbia

Foi bastante positivo o balanço que as 31 fabricantes brasileiras de máquinas e equipamentos trouxeram da Colômbia, ao encerrarem sua participação na Feira Internacional de Bogotá – FIB 2018 e na Colombiaplast 2018, ambas realizadas em Bogotá, de 24 a 28 de setembro. Foram US$ 23 milhões entre negócios fechados e prospecções para os próximos 12 meses, centenas de contatos com importadores e mais uma possibilidade de consolidar o Brasil como importante exportador de máquinas e equipamentos para aquele mercado.

A participação brasileira nos dois eventos, que ocorreram no Centro Internacional de Negócios e Exposições – Corferias, em Bogotá – Colômbia, foi organizada pelo Programa Brazil Machinery Solutions, resultado da parceria entre a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ).

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Balança comercial tem superávit de US$ 1,3 bilhão na primeira semana do outubro

No ano, saldo comercial brasileiro acumula US$ 45,6 bilhões

A balança comercial brasileira registrou, na primeira semana de outubro, superávit de US$ 1,272 bilhão. No período as exportações foram de de US$ 5,011 bilhões e importações de US$ 3,739 bilhões. No acumulado do ano, as exportações somam US$ 184,670 bilhões e as importações, US$ 139,084 bilhões, com saldo positivo de US$ 45,586 bilhões.

Na primeira semana de outubro de 2018, exportações cresceram 11,5% em relação ao mês de outubro do ano passado. A comparação foi feita pelo desempenho da média diária dos embarques: US$ 1,002 bilhão versus US$ 898,7 milhões. Nesse cenário, cresceram as vendas brasileiras de produtos básicos (28,5%) – puxadas por soja em grãos, petróleo em bruto, minério cobre, minério de manganês, farelo de soja e carne bovina – e de produtos manufaturados (4,8%) – devido a óleos combustíveis, gasolina, partes de motores e turbinas de aviação, etanol, ônibus e outros veículos para mais de 10 pessoas. Por outro lado, diminuíram as vendas de produtos semimanufaturados (-10,3%) – por conta de açúcar em bruto, semimanufaturados de ferro e aço, ferro fundido, couros e peles, catodos de cobre, óleo de soja em bruto.

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Projeto-piloto do Novo Processo de Importação entra em operação

Processos aduaneiros serão simplificados, com redução de custo e de tempo das operações

Brasília (2 de outubro) – Está em operação desde ontem (1º de outubro), no âmbito do Portal Único de Comércio Exterior, o projeto-piloto do Novo Processo de Importação. Os benefícios esperados são a simplificação e a desburocratização dos procedimentos aduaneiros, com a decorrente redução de tempo e custo para os operadores privados e órgãos de controle, num esforço conjunto entre administração pública e sociedade em busca do aperfeiçoamento do ambiente de negócios, o qual proporciona maior competitividade às empresas brasileiras no cenário internacional.

Durante o piloto, as operações serão acompanhadas pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) e poderão participar empresas certificadas pela RFB como Operador Econômico Autorizado (OEA) – nas categorias Pleno e Conformidade Nível 2 – ou importadores que operem por conta e ordem dessas empresas. As operações serão limitadas ao modal aquaviário, com recolhimento integral dos tributos federais incidentes e com controle exclusivamente aduaneiro, ou seja, sem anuências de outros órgãos.

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Exportação aos árabes pode chegar a US$ 20 bilhões em 2022

O presidente da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Rubens Hannun, deu uma palestra para os participantes do programa de formação de lideranças Pró-Líder, no sábado, na sede da entidade, em São Paulo. Hannun falou sobre o comércio exterior do Brasil em geral, dos negócios entre o País e o mundo árabe em especial e do trabalho da Câmara.

Ele detalhou, por exemplo, as perspectivas de crescimento do comércio de Brasil com os países árabes. “Queremos chegar a US$ 20 bilhões em exportações brasileiras em 2022”, disse. No ano passado, as vendas brasileiras à região somaram US$ 13,6 bilhões. Ou seja, para atingir a meta, será necessário um aumento de 47% nos embarques.

Segundo Hannun, a Câmara Árabe pretende trabalhar para que o Brasil assine mais acordos comerciais com nações árabes, fortalecer a “marca Brasil” na região, desenvolver oportunidades na área de segurança alimentar, atrair investimentos diretos árabes ao País e fomentar negócios que levem em consideração a sustentabilidade.

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Maior abertura dos Estados Unidos anima calçadistas brasileiros

Os fabricantes de calçados do Sul do país estão animados com a possibilidade de aumento das vendas para os Estados Unidos que, no começo deste ano, perderam para a Argentinaa posição de maiores compradores desses produtos brasileiros. O que anima os empresários da região é a entrada em vigor de uma nova legislação norte-americana que prevê redução tarifária para 1,7 mil produtos importados, entre os quais, calçados.

Assinadas pelo presidente Donald Trump no último dia 13, as novas regras entram em vigor no dia 13 de outubro.

A maior abertura do mercado americano ocorre em um momento em que o Brasil precisa ajustar a sua demanda externa. Segundo a coordenadora de Inteligência de Mercado da Associação Brasileira da Indústria de Calçados (,Abicalçados), Priscila Linck, o consumo mais retraído no mercado interno obriga os empresários a buscar compradores de fora.

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Índia abre mercado à carne suína brasileira

O país mais que duplicou as importações de produtos do agro do Brasil neste ano

O Ministério da Agricultura recebeu, terça-feira (25), informação sobre a abertura de mercado na Índia para a carne suína brasileira e seus produtos. “Agora, compete ao setor privado brasileiro atuar para que as exportações aconteçam e que o produto seja bem recebido pelos consumidores indianos”, comentou o ministro da Agricultura, Pecuária e abastecimento (Mapa), Blairo Maggi.

A alíquota do imposto de importação para esse tipo de produto na Índia é de 30%, com exceção da salsicha, que é de 100%. Além do imposto de importação, o importador paga também um GST (equivalente ao ICMS) de 12%. Mas a carne suína importada no país não compete com a carne local, que tem público consumidor diferente. Até então, o principal fornecedor de carne suína para a Índia tem sido a Bélgica.

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Proex deixará de equalizar juros de mercadorias para exportação

Instrumento que financia as exportações de empresas brasileiras, o Programa de Financiamento às Exportações (Proex) deixará de equalizar (subsidiar) os juros para a produção de mercadorias ainda não exportadas. A decisão é do Conselho Monetário Nacional (CMN), que atualizou a regulamentação do programa.

De acordo com o Ministério da Fazenda, a falta de procura por esse tipo de financiamento justificou o cancelamento da linha de crédito. Segundo a pasta, nenhuma operação nesse formato, que envolve a equalização de taxas, foi concretizada até o momento. Os financiamentos das mercadorias já exportadas continuarão a ser feitos normalmente.

O CMN também definiu que a Secretaria Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex) passará a definir os bens e serviços atendidos pelo Proex, assim como o prazo para a equalização de cada tipo de financiamento. No entanto, o prazo máximo para o agente financeiro (banco) pedir a equalização caiu de 12 meses para seis meses após a operação.

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Canal Brazil Export

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