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Notícias recentes

Soja responde por 16% das exportações brasileiras no semestre

Dados do Indicador do Comércio Exterior (Icomex), relativo ao mês de junho, divulgado hoje (19) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre FGV), apontam que a soja em grão respondeu por 16% do total exportado pelo Brasil para o mundo nos primeiros seis meses do ano e, se somarmos o minério de ferro e o petróleo, o percentual chega a 33%.

A participação da China na pauta das exportações continua crescendo e o país asiático mantém-se como principal destino dos produtos brasileiros, já tendo ultrapassado a parcela dos 28 países da União Europeia. Segundo a publicação, as exportações brasileiras para a China cresceram 26% no primeiro semestre do ano.

Segundo o estudo da FGV, como a pauta de exportações do país tem se concentrado em poucas commodities, e a China vem ganhando participação como país destino dos produtos brasileiros, é forçosa a necessidade de “se discutir uma nova agenda da política de comércio exterior do país”.

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AEB e CNC lançam o ENAEX 2018

Cerca de 150 empresários participaram do evento no Rio de Janeiro

Rio de Janeiro, 17 de julho de 2018 – A Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) e a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) reuniram ontem, no Rio, cerca de 150 empresários do setor, na sede da CNC, para o lançamento oficial do Encontro Nacional de Comércio Exterior – ENAEX 2018, que, em sua 37ª edição, terá como tema “Desafios para um comércio exterior competitivo”.

O evento foi marcado por palestras de especialistas do setor, que abordaram as principais questões que têm causado preocupação para a atividade. Para falar sobre o tema “Acordos Comerciais Mirando a Competitividade do Produto Brasileiro” foi convidado o vice-presidente da AEB, Mauro Laviola. Na ocasião Laviola abordou, de forma ampla, os impasses que têm dificultado a participação do Brasil em acordos que poderiam dar um incremento na competitividade dos produtos brasileiros. “Podemos ser produtivos, mas não temos competitividade no mercado internacional”, afirmou.

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Balança comercial: segunda semana de julho tem superávit de US$ 1,4 bilhão

No acumulado do ano, balança comercial brasileira tem saldo positivo de US$ 32 bilhões

Na segunda semana de julho de 2018, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,435 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 5,016 bilhões e importações de US$ 3,581 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 9,356 bilhões e as importações, US$ 6,899 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,457 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 123,068 bilhões e as importações, US$ 90,678 bilhões, com saldo positivo de US$ 32,389 bilhões.

A média das exportações da segunda semana chegou a US$ 1,003 bilhão, 15,5% acima da média de US$ 867,9 milhões da 1ª semana, em razão do aumento nas exportações de produtos básicos (27,6%, de US$ 501,1 milhões para US$ 639,4 milhões, por conta de petróleo em bruto, carne bovina, soja em grãos, castanha de caju, milho em grãos, minério de ferro) e de produtos semimanufaturados (20,1%, de 109,6 milhões para US$ 131,6 milhões, por conta de celulose, ouro em formas semimanufaturadas, ferro fundido, semimanufaturados de ferro e aço, madeira em estilhas, estanho em bruto). Por outro lado, caíram as vendas de produtos manufaturados (-11,2%, de US$ 248,6 milhões para US$ 220,8 milhões, em razão de laminados planos de ferro e aço, automóveis de passageiros, cobre em barras, perfis, fios, etc, tratores, etanol, motores para automóveis).

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Saldo da balança do agro em junho é de US$ 8,17 bilhões

Exportações de US$ 9,21 bilhões representaram 45,6% do resultado das vendas externas totais do país

A Secretaria de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento divulgou nesta sexta-feira (13) o resultado das exportações do agronegócio brasileiro, que alcançaram US$ 9,21 bilhões, em junho, recuando 0,7% em comparação com os US$ 9,27 bilhões exportados em junho do ano passado. O agro representou 45,6% do total das vendas externas brasileiras no mês. As importações no setor totalizaram US$ 1,04 bilhão em junho, com retração de 10,1% em relação ao mesmo período de 2017. Como resultado, o saldo da balança comercial do agronegócio no mês foi de US$ 8,17 bilhões (+0,7%).

Além da soja, com participação de 53,5% das exportações do setor em junho, os outros quatro principais segmentos foram: produtos florestais (14,4%), carnes (8,3%), complexo sucroalcooleiro (7%) e café (3,9%). Em conjunto, as vendas externas dos cinco setores apresentaram participação de 87% do total exportado pelo agro brasileiro em junho de 2018.

A região asiática, com destaque para a China, continuou como principal destino das exportações do setor nos últimos 12 meses (julho/2017 a junho/2018), como também no primeiro semestre do ano (janeiro a junho) e, em junho deste ano, com embarques, sobretudo, de soja em grãos e celulose.

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Disputa comercial entre China e EUA pode beneficiar soja brasileira

Em resposta à sobretaxa imposta pelos Estados Unidos a produtos chineses, o país asiático anunciou medidas contra importações de produtos norte-americanos no último dia 6. A disputa comercial entre os dois gigantes já repercute na economia brasileira, por exemplo, com o aumento da procura pela soja, um dos produtos taxados pela China.

Especialistas ouvidos pela Agência Brasil apontam que essa queda de braço, resultado da política protecionista do governo de Donald Trump, pode favorecer alguns setores brasileiros a curto prazo, mas que em médio e longo prazo essa guerra pode representar um retrocesso para a economia global.

Pesquisador do Centro de Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro), Felippe Serigatti, avalia que essa disputa pode resultar em um crescimento econômico menor para os dois países, o que afetaria outras nações. “Isso não é bom nem para o Brasil nem para a economia mundial como um todo. No final das contas, ninguém exatamente sai ganhando com essa disputa”, apontou.

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Exportação de aço do Brasil aos EUA quase triplica

Vendas somaram US$ 548,6 milhões em junho, contra US$ 210,8 milhões no mesmo mês de 2017. Avanço ocorreu após introdução de tarifa pelo governo norte-americano.

No primeiro mês após a introdução da tarifa de 25% pelo governo do presidente Donald Trump sobre o aço importado pelos Estados Unidos, as siderúrgicas brasileiras aumentaram as vendas do produto para o país. Em junho, as exportações de aço do Brasil para o mercado norte-americano somaram US$ 548,6 milhões, quase o triplo do registrado no mesmo mês de 2017 (US$ 210,8 milhões).

Em volume, a exportação também aumentou: de 386,9 mil toneladas em junho de 2017 para 885,2 mil no mês passado. Os números foram divulgados pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

Um dos fatores que explicam o aumento das exportações de aço é a greve dos caminhoneiros ocorrida no Brasil em maio. Por causa da paralisação, as vendas do produto para os EUA caíram para US$ 110,8 milhões em maio. Em junho, os embarques se recompuseram, com as siderúrgicas desovando a produção não exportada nos cerca de dez dias de greve.

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Conselho da Camex aprova estudo para questionar a China na OMC

Decisão unânime se deve à aplicação de salvaguardas à importação de açúcar e a procedimento antidumping relacionado à exportação de carnes de aves do Brasil

O Conselho de Ministros da Camex aprovou, por unanimidade, a elaboração de estudos para avaliação de existência de solidez jurídica para abertura de questionamentos na Organização Mundial do Comércio (OMC) quanto à aplicação pelo governo chinês de medidas de salvaguarda a importações de açúcar e de antidumping aplicada a exportações brasileiras de carne de aves.

O governo chinês implementou medidas de salvaguarda às importações de açúcar em maio de 2017, no formato de sobretaxa ao imposto de importação de 40%, o que resulta em uma alíquota de 90%. A medida impactou as exportações brasileiras do produto àquele mercado, que era destino de 10% das vendas externas do produto (2011- 2016). As exportações brasileiras para a China caíram 86% de 2016 a 2017, de 2,5 milhões de toneladas para 334 mil toneladas. O principal país afetado foi o Brasil, fornecedor de 62% das importações chinesas de açúcar. Avaliações preliminares apontam para a existência de fortes indícios de violação das obrigações daquele país junto à OMC.

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Feira de calçados Francal terá importadores árabes

A 50ª Feira Internacional da Moda em Calçados e Acessórios ocorrerá no Expo Center Norte de 16 a 19 de julho e traz boas projeções para o setor. Dos importadores convidados, 11 são árabes.

A 50ª Feira Internacional da Moda em Calçados e Acessórios, a Francal, se dará entre 16 e 19 de julho no Expo Center Norte, em São Paulo, e vem com boas projeções para a indústria da área. A feira apresenta as novidades das empresas brasileiras para a primavera-verão e a expectativa é que a demanda cresça a partir do segundo semestre, com o início das vendas para este período, após um primeiro semestre de instabilidade do mercado externo, paralisações em transporte de cargas e consumo interno desaquecido.

A Francal contará com 450 empresas expositoras e deve receber mais de mil importadores de 50 países. Entre os cerca de 100 importadores convidados, 11 são árabes, sendo quatro da Arábia Saudita, três dos Emirados Árabes Unidos, um do Kuwait, um da Líbia e dois do Catar. Isso sem contar os importadores e visitantes árabes espontâneos, que só serão contabilizados após o evento.

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Balança comercial registra em julho superávit de US$ 1,034 bilhão

Na primeira semana de julho de 2018, com 5 dias úteis, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,034 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 4,352 bilhões e importações de US$ 3,318 bilhões. No ano, as exportações somam US$ 118,064 bilhões e as importações, US$ 87,097 bilhões, com saldo positivo de US$ 30,967 bilhões.

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