Pages Menu

Notícias recentes

Camex autoriza início de tratativas para abertura de contencioso na OMC

Os ministros da Câmara de Comércio Exterior (Camex) autorizaram por unanimidade o início das tratativas de abertura de contencioso junto à Organização Mundial do Comércio (OMC) contestando barreiras impostas pela União Europeia à carne de frango brasileira. A proposta foi encaminhada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) depois que o bloco econômico decidiu embargar exportações alegando a presença de salmonella no produto.

“A comunidade europeia argumenta com uma questão sanitária, mas se os frigoríficos brasileiros pagarem uma tarifa de 1.024 euros por tonelada e mandarem tudo como carne in natura, o produto entra na UE sem problemas sanitários”, informou o ministro Blairo Maggi. “Então não é uma questão de saúde. E é isso que nós vamos reclamar na OMC”, explicou. Pagando a tarifa extra-cota, as exigências sanitárias quanto a salmonellas são reduzidas de 2600 tipos da bactéria para dois.

Leia mais

Brasil participa da maior feira de alimentos da Ásia

Embaixador Flávio Sores Damico e Rodrigo da Matta na inauguração do estande brasileiro

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) inaugurou nesta terça-feira (24) junto com o Ministério das Relações Exteriores o Pavilhão Brasil na principal feira de alimentos no continente asiático, a Food and Hotel Asia (FHA) 2018, que acontece até o p´roximo sábado, em Singapura.

O estande brasileiro reúne 17 empresas de segmentos do agronegócio como carnes, frutos da Amazônia, produtos de padaria, bebidas, produtos apícolas e máquinas para a indústria alimentícia.

Nesta edição de aniversário de 40 anos, o evento conta com a participação de mais de 3.500 expositores de 70 países, ocupando um espaço de 119.500 m². São aguardados 78 mil visitantes de mais de 100 países.

Leia mais

Balança comercial: terceira semana de abril tem superávit de US$1,217 bilhão

No acumulado do ano, exportações totalizam US$ 68,871 bilhões e importações, US$ 50,381 bilhões, com saldo positivo de US$ 18,490 bilhões

Na terceira semana de abril, a balança comercial brasileira teve superávit de US$ 1,217 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 4,701 bilhões e importações de US$ 3,484 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 14,504 bilhões e as importações, US$ 9,962 bilhões, com saldo positivo de US$ 4,541 bilhões. No acumulado do ano, as vendas externas do país são de US$ 68,871 bilhões e as compras, de US$ 50,381 bilhões, com superávit de US$ 18,490 bilhões.

A média das exportações na terceira semana (US$ 940,3 milhões) ficou 4,1% abaixo da média registrada até a segunda semana (US$ 980,2 milhões), em razão, principalmente, da queda nas exportações das três categorias de produtos: básicos (-6%, por conta de milho em grãos, petróleo em bruto, minério de cobre e carnes bovina, de frango e suína), semimanufaturados (-5,7%, em função de alumínio em bruto, madeira em estilhas ou partículas, óleo de soja em bruto, manufaturados de ferro e aço e madeira serrada ou fendida) e manufaturados (-0,7%, principalmente, por causa de torneiras e válvulas, fio-máquinas e barras de ferro e aço, motores, geradores e transformadores elétricos, polímeros plásticos e automóveis de passageiros). Nas importações, houve crescimento de 7,6%, sobre igual período comparativo (média da terceira semana, de US$ 696,8 milhões sobre média até a segunda semana, de US$ 647,8 milhões), explicada, principalmente, pelo aumento nos gastos com aeronaves e peças, combustíveis e lubrificantes, cereais e produtos da indústria de moagem, instrumentos de ótica e precisão e químicos orgânicos e inorgânicos.

Leia mais

Ministro reafirma ingresso na OMC para contestar barreiras da União Europeia

Blairo Maggi durante encontro na Coamo, no Paraná, onde se reuniu com dirigentes de 49 sindicatos da região Sul, nesta quinta-feira (19)

O deslistamento de frigoríficos exportadores de aves à União Europeia deverá ser respondido pelo Brasil com a abertura de um painel na Organização Mundial do Comércio (OMC), conforme reafirmou o ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), durante entrevista em Campo Mourão (PR).

O assunto já foi levado na véspera ao presidente da República Michel Temer, informou Maggi. “Informei a forma como somos tratados dentro das cotas de exportação. Nossa reclamação é que a Comunidade Europeia diz que é uma questão de saúde, mas se o Brasil pagar uma tarifa de 1.024 euros por tonelada e mandar tudo como carne in natura, entra sem nenhum problema. Então não é uma questão de saúde. E é isso que nós vamos reclamar na OMC”, explicou. Pagando a tarifa extra-cota, as exigências sanitárias quanto a salmonellas são reduzidas de 2600 tipos da bactéria para dois.

O painel na OMC, segundo o ministro, servirá para discutir as cotas. “Estamos sendo penalizados. Há uma proteção de mercado que a gente não quer mais aceitar. Vamos brigar pelo espaço conforme o mercado mundial preconiza, que deve ser livre entre os países”. Disse ainda ter a certeza de que “estamos corretos nesse pleito e que a Comunidade Europeia está errada. Podemos reparar isso e receber um tratamento conforme o Brasil precisa”.

Leia mais

Segunda semana de abril tem superávit de US$ 1,829 bilhão

Exportações somaram US$ 5,244 bilhões e importações, US$ 3,415 bilhões

Na segunda semana de abril de 2018, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,829 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 5,244 bilhões e importações de US$ 3,415 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 64,173 bilhões e as importações, US$ 46,897 bilhões, com saldo positivo de US$ 17,276 bilhões.

A média das exportações da segunda semana chegou a US$ 1,048 bilhão, 14,9% acima da média da primeira semana (US$ 912,5), em razão do aumento nas exportações de produtos básicos (44,7%, por conta de magnésia calcinada, petróleo em bruto, minério de cobre, fumo em folhas e farelo de soja). Já as vendas de produtos semimanufaturados tiveram queda (-25,5%, em função de óleo de soja em bruto, ferro fundido bruto e ferro spiegel, açúcar em bruto, ouro em formas semimanufaturadas e celulose). Também caíram as exportações de manufaturados (-6,1%, em razão de gasolina, etanol, motores e turbinas de aviação, motores, geradores e transformadores elétricos e óxidos e hidróxidos de alumínio).

Leia mais

Marcos Jorge toma posse como ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços

Brasília (10 de abril) – Marcos Jorge de Lima, é, oficialmente, o novo ministro da Indústria, Comércio exterior e Serviços (MDIC). A nomeação foi publicada nesta terça-feira (10) no Diário Oficial da União e às 15h o presidente Michel Temer assinou o termo de posse, numa cerimônia realizada no Palácio do Planalto. Também foram empossados os ministros Alberto Beltrame (Desenvolvimento Social), Antônio de Pádua de Deus (Integração Nacional), Eduardo Guardia (Fazenda), Esteves Colnago (Planejamento), Helton Yomura (Trabalho), Leandro Cruz Fróes da Silva (Esporte), Moreira Franco (Minas e Energia), Rossieli Soares da Silva (Educação) e Vinícius Lummertz (Turismo). As mudanças foram necessárias devido à saída de diversos ministros para cumprir o prazo de desincompatibilização exigido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Marcos Jorge tem 39 anos e ocupava o cargo de ministro interino do MDIC desde janeiro de 2018, quando passou a substituir Marcos Pereira, que estava à frente da pasta desde maio de 2016. Na saudação que fez aos novos ocupantes dos cargos do primeiro escalão, o presidente Michel Temer disse que não poderia deixar de cumprimentar o ministro Marcos Pereira, presente à cerimônia, pelo “dinamismo que imprimiu à indústria”.

Leia mais

Saldo comercial do agronegócio alcança US$ 7,79 bilhões em março

As exportações do agronegócio somaram US$ 9,08 bilhões, em março, registrando crescimento de 4,1% em relação ao mesmo mês do ano anterior, quando as vendas foram de US$ 8,73 bilhões. As importações de produtos do setor alcançaram US$ 1,29 bilhão (-6,9% abaixo de março de 2017). Como resultado, a balança comercial do setor registrou saldo positivo da ordem de US$ 7,79 bilhões.

Os produtos do agronegócio representaram 45,2% do total das vendas externas brasileiras no mês, com aumento de quase dois pontos percentuais de participação comparado a março do ano passado.

Os produtos de origem vegetal foram os que mais contribuíram para o crescimento das exportações do setor, com incremento de US$ 417,08 milhões, principalmente em função de produtos florestais, cujas vendas externas foram US$ 374,49 milhões superiores. Se destacaram outros setores, como sucos (+US$ 107,51 milhões); cereais, farinhas e preparações (+US$ 93,55 milhões); fumo e seus produtos (+US$ 78,84 milhões) e fibras e produtos têxteis (+US$ 27,97 milhões).

Leia mais

Primeira semana de abril tem superávit de US$ 1,4 bilhão

No acumulado do ano, exportações superam importações em mais de US$ 15 bilhões

Brasília (9 de abril) – Na primeira semana de abril, a balança comercial teve superávit de US$ 1,461 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 4,524 bilhões e importações de US$ 3,064 bilhões. No ano, as exportações somam US$ 58,891 bilhões e as importações, US$ 43,482 bilhões, com saldo positivo de US$ 15,409 bilhões.

Nas exportações comparadas as médias da primeira semana (US$ 904,9 milhões) com a média registrada em abril do ano passado (US$ 982,2 milhões), houve queda de 7,9%. A diminuição nos embarques para o exterior é consequência, principalmente, da redução nas vendas de produtos básicos (-16,5%) por conta de soja em grão, café em grão, petróleo em bruto, minério de ferro e farelo de soja; e de manufaturados (-3,1%) influenciada por tubos flexíveis de ferro e aço, hidrocarbonetos e derivados halogenados, açúcar refinado, aviões e automóveis de passageiros. Já as vendas de produtos semimanufaturados apresentaram aumento de 17,8%, principalmente em função de ferro fundido bruto, óleo de soja em bruto, ferro-ligas, celulose e semimanufaturados de ferro e aço.

Leia mais

Exportação de frango tem queda de 5,6% no primeiro trimestre

A exportação de carne de frango somou 1,017 milhão de toneladas de janeiro a março, volume 5,6% menor que no primeiro trimestre de 2017, de acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Em receita, o valor alcançado foi de US$ 1,605 bilhão, um decréscimo de 11,9% no mesmo comparativo.

No mês de março também houve queda. O setor exportou 376,6 mil toneladas, total 2,2% menor que o registrado em março de 2017, e em receita, a queda foi de 10% no mesmo comparativo, somando US$ 589,9 milhões.

Em nota, o presidente-executivo da ABPA, Francisco Turra, disse que “o ano era promissor para o setor, mas a soma entre custos de produção em elevação e as suspensões de plantas pelo próprio Brasil para a União Europeia impactou negativamente o saldo do trimestre”.

Leia mais

Canal Brazil Export

Outros
  • Fruit Attraction 2016
  • Viernes 17 de Octubre
  • Jueves 16 de Outubro
  • Miércoles 15 de Outubro