Pages Menu

Notícias recentes

Camex zera Imposto de Importação para 1.116 máquinas e equipamentos industriais sem produção no Brasil

Decisão reduz custos e incentiva novos investimentos produtivos no valor de US$ 2,4 bilhões em diversas regiões

Brasília (14 de dezembro) – Foram publicadas hoje, no Diário Oficial da União (DOU), as Resoluções Camex nº 90 e nº 91 que reduzem de 16% e 14% para zero o Imposto de Importação para bens de informática e telecomunicações e de bens de capital sem produção no Brasil. As reduções tarifárias que entram hoje em vigor, de acordo com o regime de ex-tarifário, são temporárias e as importações sem tarifas podem ser feitas até 30 de junho de 2019 de acordo com o que estabelecem as duas novas Resoluções Camex. Informações www.mdic.gov.br

As empresas que solicitaram o benefício à Camex informam que os equipamentos serão utilizados em projetos que representam novos investimentos no valor de US$ 2,414 bilhões. Os principais setores contemplados em relação aos novos investimentos, serão: automotivo (19,8%), eletroeletrônico (10,9%) e bens de capital (10,7%).

Entre os principais projetos beneficiados estão a melhoria da qualidade e produtividade no processo produtivo de uma fábrica de automóveis; a produção local de smartphones, e a expansão de fábricas de painéis fotovoltaicos.

Leia mais

Comissão de Produção e Comércio Brasil-Argentina busca convergência regulatória

Resultados alcançados pela comissão foram apresentados em Buenos Aires durante a 11ª Conferência Ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC)

Buenos Aires (12 de dezembro) – Os ministros da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, e da Produção Argentina, Francisco Cabrera, na qualidade de co-presidentes da Comissão de Produção e Comércio Brasil-Argentina, apresentaram em Buenos Aires, durante a 11ª Conferência Ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC), os avanços obtidos nos últimos meses de trabalho.

No documento intitulado “I Informe Ministerial para os Excelentíssimos Senhores Presidentes da República Federativa do Brasil e da República Argentina acerca dos trabalhos da Comissão de Produção e Comércio Brasil-Argentina” estão elencados os resultados alcançados em cooperação regulatória, facilitação de comércio, acesso a mercados, defesa comercial, promoção de exportações e investimentos e propriedade industrial, entre outros.

No que se refere à cooperação regulatória, Brasil e Argentina têm estreitado a cooperação bilateral sobre regulações técnicas, sanitárias e fitossanitárias, com o objetivo de mitigar entraves e facilitar o comércio entre ambos os países, assim como de posicionar de forma mais competitiva as exportações brasileiras e argentinas no mercado internacional, a partir da adoção de melhores práticas na seara regulatória.

Leia mais

Duas primeiras semanas de dezembro têm superávit de US$ 1,038 bilhão

Brasília (11 de dezembro) – Nas duas primeiras semanas de dezembro de 2017, que tiveram seis dias úteis, a balança comercial brasileira teve superávit de US$ 1,038 bilhão – resultado de exportações no valor de US$ 4,779 bilhões e importações de US$ 3,741 bilhões. No ano, as exportações chegam a US$ 204,929 bilhões e as importações somam US$ 141,888 bilhões, com saldo positivo de US$ 63,041 bilhões.

Nas exportações, comparadas as médias até a segunda semana de dezembro deste ano (US$ 796,4 milhões) com a de dezembro do ano passado (US$ 724,6 milhões), houve crescimento de 9,9%, em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: semimanufaturados (14,9%, por conta, principalmente, de semimanufaturados de ferro e aço, madeira em estilhas ou em partículas, ferro-ligas, catodos de cobre, madeira serrada ou fendida, ouro em formas semimanufaturadas), básicos (9,2%, por conta, principalmente, de soja em grãos, milho em grãos, minério de cobre, algodão em bruto, carne bovina, fumo em folhas) e manufaturados (8,4%, em função de óxidos e hidróxidos de alumínio, automóveis de passageiros, máquinas para terraplanagem, gasolina, polímeros plásticos, etanol).

Leia mais

Soja em grãos bate recorde em volume exportado em novembro

Os embarques de soja em grãos alcançaram 2,1 milhões de toneladas, 581% de aumento em relação a novembro do ano passado

Soja em grãos, milho, algodão e carne bovina in natura foram destaques das exportações do agronegócio, em novembro, de acordo com a nota da Balança Comercial do Agronegócio divulgada nessa sexta-feira (8) pela Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Os dados mostram que as vendas externas do setor em novembro somaram US$ 7,08 bilhões.

Para o secretário da SRI, Odilson Ribeiro e Silva, “o desempenho das vendas externas do agronegócio no mês passado representaram 42,4% do valor total embarcado pelo país, alavancando positivamente o superavit do agronegócio, que totalizou quase US$ 6 bilhões. Mais uma vez, o agro mostra sua contribuição para a economia brasileira”

Os embarques de soja em grãos alcançaram volume recorde para os meses de novembro, com 2,1 milhões de toneladas, ou 581% de aumento em relação ao mês do ano passado. Esse volume gerou receita de US$ 815 milhões (+530%).

O milho também foi destaque nas vendas externas em novembro, em quantidade e valor embarcado, totalizando 3,5 milhões de toneladas (+266%), com divisas de US$ 537 milhões (+243,5%).

Leia mais

Apex-Brasil projeta bons resultados no comércio exterior do Brasil

Em encontros com jornalistas realizado nestas quinta e sexta-feira (7 e 8/12), em São Paulo e em Brasília, o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Roberto Jaguaribe, apresentou uma avaliação das ações da Agência em 2017 e expressou otimismo em relação ao comércio exterior brasileiro para 2018. Jaguaribe abriu os encontros lembrando que, depois de dois anos negativos, a economia brasileira exibe sinais de recuperação, o que se reflete também nas exportações. “No ano passado, o Brasil fechou exportações de US$ 185 bilhões e, este ano, em novembro já havíamos chegado aos US$ 200 bilhões, de modo que as expectativas são positivas”, comentou. Em 2017, a Apex-Brasil atendeu a mais de 11 mil empresas que exportaram US$ 51,6 bilhões até outubro, o equivalente a 28,1% do total vendido pelo Brasil ao mundo.

O presidente da Agência também destacou o trabalho feito ao longo do ano para atração de investimentos estrangeiros para o país. “Ao longo deste ano, ampliamos a parceria com ministérios e outros órgãos de governo e realizamos ações importantes, principalmente em parceria com a Secretaria do Programa de Parceria em Investimentos (PPI), com foco na atração de investimentos para infraestrutura”, explicou. Um exemplo foi o Brazil Investment Forum, evento realizado em maio em SP que contou com mais de 1200 participantes e investidores de peso de diversos países. Ao todo, foram 38 eventos voltados a prospecção de investidores, em locais como China, Espanha, Estados Unidos e Alemanha, entre outros.

Leia mais

Cup of Excellence: café da categoria naturals é vendida por R$ 39.213,40

O café especial orgânico e biodinâmico campeão da categoria “Naturals” do Cup of Excellence – Brazil 2017, concurso realizado pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Alliance for Coffee Excellence (ACE), foi vendido pelo maior preço da história pago pelo fruto colhido e seco com casca na competição, em disputado leilão realizado na quinta-feira, 7 de dezembro, pela internet.

Produzido por Henrique Leivas Sloper de Araújo, na Fazenda Camocim, em Domingos Martins, região das Montanhas do Espírito Santo, o produto foi dividido em dois lotes, com o primeiro sendo arrematado por US$ 90,20 por libra peso pelas empresas japonesas Maruyama Coffee, TOA Coffee e Sarutahiko Coffee, valor que corresponde a *R$ 39.213,40 (US$ 11.931,66) por saca de 60 kg, o maior valor pago por um café natural no mundo. O segundo lote foi negociado por US$ 80,30 por libra peso, ou *R$ 34.909,48 (US$ 10.622,08) por saca.

Leia mais

Apex-Brasil cria estratégia de atuação com embaixadas

Agência terá o setor comercial das embaixadas na elaboração de seus projetos setoriais. Em balanço de 2017, presidente da Apex contou que empresas apoiadas responderam por 28% da exportação brasileira.

São Paulo – A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) vai trabalhar de forma próxima do Setor Comercial (Secom) das embaixadas brasileiras no exterior. A estratégia foi detalhada nesta quinta-feira (7) pelo presidente da agência, Roberto Jaguaribe, em um encontro com jornalistas no Hotel Renaissance, em São Paulo, para um balanço das ações realizadas em 2017 e apresentação de projetos de 2018.

No exterior, a Apex-Brasil já costuma ter apoios e parcerias das embaixadas para suas ações. A agência trabalha a promoção das exportações brasileiras por projetos setoriais e os Secoms serão agora integrados na elaboração deles, “com vistas a absorver o conhecimento que eles têm de cada mercado em que estão situados”, disse Jaguaribe. Segundo o presidente, um primeiro projeto em que os Secoms foram chamados a opinar, do setor de arroz, já obteve uma mudança importante na percepção de mercados de relevância para o segmento.

A área comercial das embaixadas também será sempre chamada para geração de informações sobre os mercados. “Estamos através dos Secoms traçando algumas estratégias regionais e nacionais com vistas a maximizar a ocupação de espaços pelo Brasil em cada país”, afirmou o presidente da Apex-Brasil. A estratégia faz parte de uma percepção da agência da necessidade de incorporar mais atores do próprio Brasil em seus projetos setoriais.

Leia mais

Conselho aprova criação de Zona de Processamento de Exportação no Rio de Janeiro

ZPE fluminense está inserida no distrito industrial de São João da Barra em área contígua ao Porto do Açu

O Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação (CZPE), presidido pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), recomendou à Presidência da República edição de decreto que cria a Zona de Processamento de Exportação de Açu.

A decisão foi tomada nesta quarta-feira durante a 22ª reunião do CZPE, conduzida pelo ministro Marcos Pereira. “A criação da ZPE do Açu representa um momento histórico e relevante para o Rio de Janeiro”, disse o ministro.

Proposta pelo governo do estado do Rio de Janeiro, a área indicada para a ZPE fluminense está inserida no distrito industrial de São João da Barra em área contígua ao Porto do Açu. Com 182,2 hectares, a administração dessa Zona de Processamento deverá ser concedida à iniciativa privada, por meio de processo de licitação a ser levado a cabo após a edição do decreto de sua criação. Caberá ao vencedor a responsabilidade com os custos de implantação do empreendimento, orçados em aproximadamente R$ 40,6 milhões.

Leia mais

Crescimento acumulado do setor agropecuário foi de 14,5%

Dados estatísticos do PIB (Produto Interno Bruto) do terceiro trimestre deste ano, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na última sexta-feira (1), indicam que o crescimento acumulado da Agropecuária no ano foi de 14,5%.

Os demais setores, indústria e serviços tiveram contribuição negativa na formação do Produto Interno Bruto (PIB), cujas taxas acumuladas foram de -0,9% e -0,2%, respectivamente.

De acordo com o coordenador geral de Estudos e Análises do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, José Garcia Gasques, “esse resultado da agropecuária reflete, principalmente, a atual safra de grãos, que se encontra praticamente colhida. Destaca-se um conjunto de produtos agrícolas que vem puxando o crescimento tais como algodão, arroz, cana-de-açúcar, laranja, mandioca, milho, soja e uva. Na pecuária, destaque para suínos e leite”.

Leia mais

Canal Brazil Export

Outros
  • Fruit Attraction 2016
  • Viernes 17 de Octubre
  • Jueves 16 de Outubro
  • Miércoles 15 de Outubro