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A Fruit Attraction 2021 incorpora novas áreas de Inovação, Pesquisa e Tecnologia

Com o objetivo de impulsionar o crescimento e a competitividade setorial

Madri, julho de 2021 – A Fruit Attraction, feira organizada pela IFEMA MADRID e a FEPEX, terá sua nova edição realizada de 5 a 7 de outubro com o objetivo de impulsionar a competitividade e o crescimento do setor. Para tanto, e com a finalidade de potencializar a inovação, a pesquisa, a tecnologia e a digitalização como bases fundamentais para o crescimento futuro, o pavilhão 5 abrigará os três espaços de soluções e serviços relacionadas à inovação da agroindústria: Biotech Attraction, Smart Agro e Smart Water & Energy.

Biotech, os grandes desafios dos setores hortifrutícola e agrícola
O conhecimento gerado pela Biologia vegetal aplicada oferece um conjunto de tecnologias estratégicas que permitirão abordar os desafios globais (produtividade, sustentabilidade, qualidade) enfrentados pelo setor agroalimentar.

 

Movida por esta realidade, a Fruit Attraction 2021, com a colaboração da BIOVEGEN, incorpora ao seu programa o BIOTECH ATTRACTION, um hub de inovação vegetal que visa aglutinar e potencializar a inovação tecnológica e as oportunidades de desenvolvimento de negócio baseadas em inovação. Uma nova área especializada destinada às empresas dedicadas a pesquisa e desenvolvimento tecnológico de genômica vegetal.
Smart Agro, soluções tecnológicas de precisão

Da mesma forma, o Smart Agro voltará a ser o espaço especializado para empresas de soluções tecnológicas em agricultura de precisão, mostrando as últimas novidades em produtos de gestão de empresas agroalimentares e soluções de mobilidade e análise avançada, impulsionando a transformação agroindustrial.

 

 

Smart Water & Energy, tecnologias de água e renováveis

A Fruit Attraction incorpora outra novidade, o Smart Water & Energy, espaço voltado para tecnologias de água e renováveis do setor agroalimentar. O SMART WATER é um novo espaço, cujo objetivo é abordar a transformação tecnológica da água na hortofruticultura para um uso melhor e mais eficiente da água, bem como para a melhora na produtividade dos cultivos. Destina-se a profissionais produtores hortifrutícolas e responsáveis e diretores técnicos de empresas instaladoras de sistemas de irrigação interessados em conhecer as novas tecnologias da área.

 

Além disso, as energias renováveis nas fazendas hortifrutícolas são uma oportunidade valiosa para que os produtores reduzam os custos e as emissões. O SMART ENERGY nasce com o objetivo de impulsionar a transformação do uso de energia no setor.

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Ações e Perspectivas da Apex-Brasil para 2021

Vamos falar um pouco sobre a Apex-Brasil e como ela tem se organizado para trabalhar em 2020/21.
A Apex-Brasil é a Agência Oficial do Brasil na promoção de negócios internacionais. Ela possui mais de 20 anos de experiência, atuando na geração de conhecimentos e conexões das empresas brasileiras com compradores externos e investidores estrangeiros.
Hoje, o mundo e o cenário internacional não são mais os mesmos de 20 anos atrás, o que fez com que a Apex-Brasil evoluísse muito. Essa evolução tem dado ao setor privado brasileiro soluções, cada vez mais eficientes, na geração de empregos e renda, nas exportações, nos investimentos e na internacionalização das empresas.
A Apex-Brasil de 2020/21 opera com diferenciais muito importantes. Ela possui uma rede de escritórios de negócios próprios nas 5 regiões do país e em 7 mercados internacionais. Além disso, tem uma integração plena com embaixadas e consulados do Brasil no exterior. A Agência dispõe, também, de informações e conexões estratégicas relevantes para o processo de internacionalização das empresas brasileiras.
O grande diferencial da Apex-Brasil é o seu trabalho integrado com todos os postos do Ministério das Relações Exteriores em todo o mundo. Tal fato possibilitou a realização de 419 ações coordenadas em 70 países, em 2020.
No ano passado, a Agência obteve resultados muito expressivos, que vêm crescendo a cada ano. Ela registrou 14.485 empresas apoiadas, sendo 52,4% delas de micro e pequeno portes (MPEs). A Apex-Brasil aponta, também, os caminhos da exportação sustentável, através de Programas de Qualificação para Exportação (PEIEX). Em 2020, foram 4.349 empresas apoiadas por esses programas. Elas eram provenientes de 1.200 municípios brasileiros e 73,5% delas eram MPEs.
Em termos de Inteligência de Mercado, a Agência ampliou muito o seu portfólio, que inclui Estudos de Oportunidades de Mercados, Estudos de Acesso a Mercado, Apresentação de Perfil Exportador dos Estados Brasileiros, Mapa de Investimentos Estrangeiros Diretos Bilaterais e Guia de Investimentos. Ela ampliou, também, a sua forma de lidar com o setor privado através de alertas sobre mudanças e informações, que podem alavancar ou impactar os negócios das empresas.
A Apex-Brasil também promove os principais setores da economia brasileira, com o apoio de entidades setoriais, além de subsidiar as empresas para a execução da melhor estratégia de promoção comercial. Em 2020, foram 51 projetos setoriais (17 do Agronegócio, 26 da Indústria e 8 de Serviços) envolvendo 5.585 empresas, que registraram US$ 32,7 bilhões em exportações.
Em termos de atração de investimentos a Apex-Brasil desenvolveu, em 2020, 32 projetos facilitadores, que acarretaram US$ 5,13 bilhões em novos anúncios de investimentos.
Quanto à agenda de 2021, a Apex-Brasil vem se dedicando a um importante conjunto de atividades. São elas: Webinars, Capacitações, ApexCasts, Rodadas Digitais de Negócios, Estudos de Mercado, o Painel Covid-19 e o Hotsite Coronavirus. Esse conjunto de soluções levou a Apex-Brasil à posição de uma das três agências mais bem avaliadas pela Unctad (Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento) em termos de resposta à crise.
Neste corrente ano, cabe um forte destaque à retomada das feiras internacionais. A Apex-Brasil estará presente em muitas delas com o seu apoio ao empresário brasileiro. As feiras de negócios se constituem em um dos principais instrumentos para a promoção das exportações e para a internacionalização de uma empresa.
(*) Vinícius Estrela é o representante na Região Sudeste da Apex-Brasil.

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Fruit Attraction 2021 incorpora nuevas áreas de Innovación, Investigación y Tecnología

Con el objetivo de impulsar el crecimiento y la competitividad sectorial

 

Fruit Attraction, feria organizada por IFEMA MADRID y FEPEX, celebrará una nueva edición del 5 al 7 de octubre dirigida a impulsar la competitividad y crecimiento del sector. Para ello, y con el objetivo de potenciar la innovación, la investigación, la tecnología y la digitalización como claves fundamentales de crecimiento de futuro, el pabellón 5 congregará las tres áreas de soluciones y servicios relacionadas con la innovación del sector agro: Biotech Attraction; Smart Agro y Smart Water&Energy.

 

Biotech, los grandes desafíos de los sectores hortofrutícola y agrícola

El sector hortofrutícola se enfrenta a grandes retos y desafíos que comprometerán su capacidad de crecimiento, desarrollo y competitividad, como son las oportunidades y el futuro de la biotecnología vegetal, su impacto en el ambiente, la industria y la sociedad; las nuevas soluciones digitales que añaden valor a toda la cadena agroalimentaria; la mejora de la productividad y sostenibilidad de la producción; las, soluciones tecnológicas a la irrigación; las novedades en materia de eficiencia energética orientadas a explotaciones hortofrutícolas, entre otras.

 

Asimismo, la agricultura afronta nuevos retos que están determinados por el aumento demográfico que va a incrementar la demanda de materias primas, por las preferencias en el consumo, por aspectos medioambientales y legales y por cuestiones relacionadas con la globalización de la economía. Superar estos retos requiere un aumento en la eficiencia (mayor productividad con menos insumos), en la calidad (nutricional, organoléptica) y en la sostenibilidad (impacto ambiental menor, reutilización de residuos, etc.) de la agricultura que solo puede conseguirse mediante la aplicación de nuevos desarrollos tecnológicos.

 

El conocimiento generado en Biología Vegetal aplicada ofrece un conjunto de tecnologías estratégicas (desarrollo de nuevas variedades vegetales, bioinformática, técnicas de edición genómica, agrobiológicos para nutrición y protección vegetal, revalorización de residuos y economía circular, nuevas fuentes vegetales de obtención de proteína, bioproductos de origen vegetal con aplicaciones industriales, cosméticas, farmacéuticas, plantas biofactorías…) que permitirán abordar los retos globales (productividad, sostenibilidad, calidad) a los que se enfrenta el sector agroalimentario.

 

Movido por esta realidad, Fruit Attraction 2021, con la colaboración de BIOVEGEN, incorpora a su programa BIOTECH ATTRACTION, el hub de innovación vegetal orientado a aglutinar y potenciar la innovación tecnológica y las oportunidades de desarrollo de negocio basadas en la innovación. Un nuevo área especializada, destinada a las empresas dedicadas a la investigación desarrollo tecnológico de genómica vegetal.

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Os novos formatos das feiras de negócios

Analista da Apex-Brasil expõe, no podcast da Agência, os três novos formatos das feiras que vêm prevalecendo durante a pandemia e aquele que ele prevê na volta da normalidade.

As feiras de negócios sempre foram um dos instrumentos mais poderosos de divulgação de produtos no mercado externo e interno e, consequentemente, de ampliação das suas vendas. Além disso, esses eventos mostram aos seus participantes os avanços dos seus setores e possibilitam aos expositores contatos comerciais com clientes tradicionais e com clientes em potencial em um único local. É através de uma feira que uma empresa pode avaliar a sua posição e o seu grau de competitividade no setor.
A pandemia e as consequentes medidas sanitárias necessárias impactaram fortemente as feiras de negócios impossibilitando, ou dificultando muito, o contato pessoal. O mercado, então, precisou encontrar soluções para a continuação dos seus negócios. Nesse sentido, as negociações e operações digitais ganharam força e o e-commerce se desenvolveu e se aprimorou viabilizando as negociações.
A dúvida que paira sobre os organizadores de feiras é sobre qual seria o formato ideal desses eventos durante e após a pandemia. Vários modelos já estão sendo utilizados para que as feiras possam ser realizadas em conformidade com as medidas sanitárias e com segurança. A forma ideal desses eventos surgirá com a prática ao longo do tempo. Uma coisa é certa, as feiras de negócios nunca mais serão iguais àquelas ocorridas antes da pandemia.
Emerson Raiol, analista de Agronegócios da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), aborda, com muita propriedade, no podcast da Agência (ApexCast), como as feiras de negócios foram atingidas pela pandemia e destaca três formatos que vêm prevalecendo na realização destes eventos. Ele prevê, também, a integração das formas presencial e virtual nas feiras após a pandemia. A seguir estão registrados alguns trechos da participação de Raiol no podcast em questão:

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Brasil, “País Importador Convidado” para a Fruit Attraction de 2021

Madri, maio de 2021.- A Fruit Attraction, Feira Internacional do Setor de Frutas e Hortaliças, confirma o bom andamento das solicitações para participar da sua próxima edição, a qual será organizada pela IFEMA MADRID e a FEPEX. A edição será realizada de 5 a 7 de outubro, ou seja, daqui a 150 dias, e conta com os mesmos níveis de participação registrados em 2019, no mesmo período.

 

 

A Fruit Attraction permite oferecer aos participantes uma plataforma de impulso e expansão internacional. Neste sentido, a IFEMA MADRID realizará novamente um importante investimento no Programa de Convidados Internacionais, o qual atrai para Madri centenas de compradores, diretores de compra varejistas, importadores e atacadistas do mundo todo, com o apoio da ICEX e do Ministério da Agricultura, Pesca e Alimentação.

 

Soma-se a este programa o “País Importador Convidado”, com o Brasil e a Ucrânia como convidados nesta ocasião. Desta forma, a Fruit Attraction favorecerá as relações com esses dois mercados, com o apoio de um programa completo de mesas redondas, visitas guiadas à feira e sessões de B2B.

 

“Estamos em um momento no qual a confluência de uma série de fatores favoráveis permite prever um cenário muito positivo para a realização presencial da Fruit Attraction 2021; um evento reconhecido de forma unânime pelo setor hortifrutícola como sua grande plataforma de comercialização para o planejamento anual das campanhas”, explica Raúl Calleja, destacando entre outros, os seguintes fatores: “…o processo já iniciado de feiras internacionais na Espanha e em outros grandes países europeus, a evolução positiva do ritmo de vacinação na União Europeia (com previsão de alcance de 95% do âmbito profissional em outubro) e em outros países fora do bloco, destino das exportações europeias, além da chegada dos fundos europeus de recuperação e os promissores dados econômicos a partir do terceiro e quarto semestre de 2021”.

 

Neste momento, a Feira conta com a participação internacional de 28 países, além da incorporação de cerca de 20% de novas empresas, “o que demonstra o firme compromisso do setor como um todo com o projeto nesta edição especial retail”, afirma Calleja.

 

 

Nesta ocasião, a Fruit Attraction incorporará novidades, entre as quais se destacam: a Fresh Food Logistic, a nova plataforma setorial a serviço da logística, do transporte e da gestão da cadeia de frios para alimentos frescos. Da mesma forma, foi ampliado o espaço destinado às tecnologias voltadas à exportação (Biotech Attraction, Smart Agro, Smart Water). E, como de costume, a Fresh Convenience (IV e V Gama), que continua sendo uma tendência este ano.

 

A feira abrigará também startups, visto que o setor hortifrutícola é um mercado-chave para os fundos de investimento. Por outro lado, o abacate ocupará um papel protagonista nesta edição com a área Fresh&Star.

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WILSON SONS ATINGE RECORDE HISTÓRICO NO TECON SALVADOR COM A MOVIMENTAÇÃO DE 1,531 MILHÕES DE TONELADAS NO QUADRIMESTRE

É o maior volume registrado no primeiro quadrimestre desde sua inauguração, há 21 anos; o recorde histórico ocorreu também no mês de abril

 

De janeiro a abril deste ano, o Terminal de Contêineres do Porto de Salvador, unidade de negócios da Wilson Sons, movimentou 123.000 TEU (unidade correspondente a um contêiner de 20 pés), o equivalente a 1,531 milhões de toneladas em cargas de importação, exportação e cabotagem (trânsito de navios entre portos brasileiros). É o maior volume registrado no primeiro quadrimestre de toda sua história, 21 anos. O recorde histórico também foi alcançado em abril, com a operacionalização de 33.200 TEU, motivado, principalmente, pelo recebimento das mercadorias importadas.

 

Comparado a abril do ano passado, o atendimento às cargas de exportação cresceu 32,3%, com maior representatividade para os segmentos de celulose e papel, pneus e pelo embarque de uva e manga do Vale do São Francisco. A cabotagem subiu 42,4%, impulsionada pelos volumes de químicos destinados à indústria, além de bebidas e materiais para a construção civil. Nas importações, a alta foi de 13,2%, devido a uma maior demanda pelos setores de energia solar, polímeros e caixaria. Transbordo (cargas transportadas entre um porto hub para outros portos de origem/destino) e a remoção aumentaram 124,4%, estimulados pela maior movimentação de polímeros, químicos e alimentos.

 

“O novo recorde alcançado espelha o resultado dos nossos esforços para possibilitar ao Porto de Salvador manter a sua alta competitividade, a partir dos investimentos feitos em tecnologia de ponta, logística 4.0, infraestrutura e equipes especializadas, colocando-o entre os maiores operadores do país. São ações norteadas essencialmente pela experiência dos nossos clientes que geram o reconhecimento do mercado e nos motivam a seguir em frente, contribuindo com a economia da Bahia e de outros estados que estão em nossa área de influência”, avalia Demir Lourenço, diretor executivo do Tecon Salvador.

 

Neste ano, o Tecon Salvador finalizou a ampliação do berço de atracação, que passou de 377 metros para 800 metros, além da pavimentação de 30.000 m² de retroárea adicionais. Com infraestrutura de primeira linha e logística 4.0, o terminal dispõe dos mais modernos equipamentos presentes na atividade portuária mundial, que inclui 3 STS New Panamax, 3 Super Post-Panamax, 3 STS Panamax e 16 RTGs elétricos.

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Mirando comércio 4.0, Osmar Chohfi assume presidência da Câmara Árabe

O embaixador Osmar Chohfi foi confirmado pelo conselho diretor da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira como novo presidente da instituição. Ele sucede ao empresário Rubens Hannun, que comandou a entidade por quatro anos.

Em seus anos de Itamaraty, Chohfi serviu como representante diplomático na Espanha e no Equador. Assumiu funções nas embaixadas brasileiras na França, Argentina, Bolívia e Venezuela. Foi secretário-geral do Ministério de Relações Exteriores nos anos finais do governo de Fernando Henrique Cardoso, além de ter chefiado a missão permanente do Brasil na Organização dos Estados Americanos (OEA).

Na presidência da Câmara Árabe-Brasileira, Chohfi pretende fazer uma gestão com foco no estreitamento da interlocução com governos e associações empresariais, no apoio às negociações dos acordos de livre comércio, na diversificação da pauta e na aceleração das iniciativas de digitalização da entidade para criar um modelo de comércio exterior em moldes digitais.

“Queremos organizar uma câmara 4.0, alinhada com os padrões modernos de governança social e ambiental. Estamos em um processo de modernização que terá investimento em plataformas tecnológicas e infraestrutura física para estar mais presentes em regiões estratégicas do Brasil e nos mercados árabes”, revela.

O embaixador planeja abrir um escritório da entidade em Brasília até o fim do ano e mais dois novos pontos de presença, em Riade (Arábia Saudita) e no Cairo (Egito), que vão se somar à unidade aberta em Dubai (Emirados Árabes) em 2019. A expectativa é, além de estreitar a interlocução com os governos do Brasil e de três grandes destinos para os produtos brasileiros, projetar a presença da Câmara Árabe no âmbito de influência regional daqueles mercados.

Chohfi também quer estruturar uma plataforma pioneira de desembaraço aduaneiro digital entre o Brasil e o mundo árabe. Com previsão de entrar no ar no segundo semestre, a plataforma Ellos contará inicialmente com espaços virtuais de showroom e de negociação para empresas árabes e brasileiras.

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Cattalini Terminais recebe o maior navio da sua história

A atracação do navio “Cielo Rosso” no píer da Cattalini Terminais Marítimos, nesta terça-feira (18), representou duas importantes marcas para a empresa. Com 228 metros de comprimento (LOA) e calado de 12,5 metros, o navio é o maior a operar no píer privativo da Cattalini em 40 anos de história da empresa e o primeiro a utilizar a capacidade prevista para o berço externo.

Para se ter uma ideia da sua grandeza, o “Cielo Rosso” tem o comprimento equivalente a um prédio de 64 andares. Em média, os navios recebidos pela empresa tem entre 147 e 195 metros de comprimento. O navio, de bandeira liberiana, está descarregando 19,5 mil metros cúbicos de óleo diesel. As operações devem durar o dia todo e avançar a madrugada. A desatracação será na manhã desta quinta-feira (20).

Os investimentos realizados pela Cattalini nos últimos meses possibilitaram condições operacionais seguras e eficazes para o recebimento de navios de maior porte, como o “Cielo Rosso”. A estrutura de atracação passou por recentes obras e está preparada para receber navios de até 70 mil DWT e 229 metros de comprimento, com a substituição de defensas marítimas e construção de novos dolphins.

Entre as melhorias está a adoção de uma ferramenta inédita no Porto de Paranaguá, que informa, durante a atracação do navio, a velocidade e a distância em relação às defensas dos berços de atracação. Também há no local uma espécie de semáforo com luzes indicativas verde, vermelho e amarelo, que orienta as operações e pode ser visualizado à distância.

Inovação tecnológica
As melhorias operacionais no píer da Cattalini também foram conquistadas a partir do emprego de novas tecnologias para o monitoramento das condições ambientais e meteorológicas.

Os sistemas são os primeiros em uso no Porto de Paranaguá e receberam a homologação do Centro de Hidrografia da Marinha (CHM). Todos os dados computados são disponibilizados e integrados ao sistema Webpilots, utilizado pela Praticagem e que tornou possível sinalizar antecipadamente eventuais condições climáticas adversas, permitindo maior segurança e eficiência durante as atracações e operações marítimas.

A Plataforma Sismo – Hidromares é um moderno sistema que fornece em tempo real dados sobre velocidade e direção das correntes marítimas e dos ventos, além de contar com um marégrafo para monitoramento do nível e do comportamento das marés. O píer também dispõe da chamada Plataforma Medusa, um sistema de previsões meteorológicas que apresenta com antecedência de 07 dias as condições de correntes marítimas, ventos e nível de maré.

Sobre a Cattalini Terminais Marítimos
Fundada em 1981 no Porto de Paranaguá, a Cattalini Terminais Marítimos oferece aos seus clientes um total de 133 tanques e 610 mil m³ para armazenagem de diversos produtos, distribuídos em quatro Centros de Tancagens alfandegados e entrepostados. A empresa possui píer próprio para atracação simultânea de dois navios e pátio com capacidade para receber 350 caminhões.

Nas operações de derivados de petróleo, a Cattalini Terminais Marítimos movimenta, principalmente diesel (S-10 e S-500), na importação. Atualmente, mais de 60% do óleo vegetal exportado pelo Brasil passa pela empresa. Na importação de metanol, a Cattalini ocupa posição de liderança no setor, respondendo pela movimentação de cerca de 70% de todo produto importado pelo Brasil.

A Cattalini Terminais Marítimos mantém as certificações ISO 45001 (Sistema de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional), ISO 14001 (Sistema de Gestão Ambiental), ISO 9001 (Sistema de Gestão da Qualidade) e é auditada pelo CDI-T (Chemical Distribution Institute -Terminals).

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Crescimento do setor 2.5 e oportunidades no mercado internacional são pauta de estudo

De olho em um mercado que movimenta globalmente mais de US$ 700 bilhões todos os anos e segue em crescimento no mundo, a Îandé Projetos Especiais se juntou à Confederação Nacional da Indústria (CNI) e ao Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) para a realização do estudo “Os desafios e as oportunidades para empresas de impacto no mercado internacional”. Lançada na manhã de hoje (19) em evento digital, a publicação pode ser baixada gratuitamente no link.

Roberta Ramos, sócia-fundadora da Îandé, ressalta que os modelos de negócios de empresas de impacto, ou das chamadas empresas do setor 2.5, ainda são pouco explorados no Brasil, embora façam sucesso internacional a partir da agenda ambiental e social que ganha força nos países mais desenvolvidos, notadamente Estados Unidos, Reino Unido e Canadá. “No Brasil, os negócios ainda estão muito voltados à competitividade, mas é um ambiente que também vem mudando, embora com menos velocidade do que no mercado internacional”, pontua.

No estudo, Roberta explica que foram entrevistadas dez empresas de impacto, que colocaram seus principais desafios e oportunidades. “Partimos do conceito de que negócios de impacto, ou do setor 2.5, são empreendimentos que têm a missão explícita de gerar impacto socioambiental ao mesmo tempo em que produzem resultado financeiro positivo de forma sustentável. Ou seja: são negócios que ficam no meio termo entre terceiro setor e atividade meramente mercantil”, explica, ressaltando que no Brasil 70% das empresas desse setor estão no ramo de serviços, 51% têm menos de um ano de operação e 45% são administradas por mulheres.

A empreendedora destaca, ainda, que entre os desafios enfrentados pelas empresas do setor estão a dificuldade ao acesso a recursos para investimento pelo desconhecimento dos caminhos, dificuldades de comunicação dos impactos gerados na sociedade, problemas logísticos e burocráticos para exportações, entre outros. “Todos os anos, recursos para inovação sobram em agências de fomento porque as empresas não sabem como chegar até eles”, alerta Roberta, ressaltando que a Îandé auxilia empresas inovadoras nesse processo, independente de porte ou atuação.

Já entre as oportunidades, Roberta lista a crescente demanda internacional por meio da disseminação das agendas ambiental e social, a fidelização dos consumidores conscientes, camada cada vez mais relevante do cenário mundial e a atenção cada vez maior dada por investidores privados e públicos para o investimento em negócios de impacto.

Exportação
Diante do crescimento dos negócios de impacto, impulsionados pela demanda internacional crescente, Roberta destaca a importância de se manter a exportação como uma estratégia comercial perene, especialmente a partir dos ganhos de imagem adquiridos por meio de certificações que atestem o impacto social das empresas. Hoje, a certificação com maior reconhecimento internacional é a do Sistema B, porém existem outras possibilidades. “O importante é ter a certificação que ateste o seu impacto no mercado”, frisa a empreendedora, ressaltando que a partir do trabalho internacional é preciso persistência para a manutenção, qualificação e ampliação da presença nesse mercado.

Agenda
Embora o objetivo principal do estudo seja de base para o desenho de uma agenda junto à CNI e ao Sebrae, a perspectiva é ir além. “Queremos contribuir para que empresas do segundo setor possam desenvolver esse olhar de impacto e também para que as empresas do ecossistema de impacto possam olhar para o mercado internacional como uma forte possibilidade de desenvolvimento dos seus negócios”, conclui Roberta.

Participaram do Estudo as empresas Eyxo, Insecta, WTF! School, Valora, Humanizadas, Fashion Masks, Dobra, Artemisia, Social Good Brasil e Nano Scoping.

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