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Exportações de café chegam a 113 países em 2017

Em sete meses, Brasil vendeu 16,787 milhões de sacas de 60 kg, o equivalente a US$ 2,891 bilhões
por Portal Brasil publicado: 16/08/2017 19h15 última modificação: 16/08/2017 20h07

Nos primeiros sete meses do ano, as exportações de café brasileiro chegaram a 113 países e totalizaram 16,787 milhões de sacas de 60 kg. Com esse volume, as vendas para o exterior alcançaram US$ 2,891 bilhões – número 7,2% maior, em comparação com igual período de 2016. Os dados são da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e foram divulgados nesta quarta-feira (16).

O ranking de destino das exportações é liderado por Estados Unidos, com 3,361 milhões de sacas; Alemanha figura em segundo lugar (2,930 milhões de sacas) e é seguida por Itália (1,511 milhão de sacas); Japão (1,198 milhão de sacas); e Bélgica, (1,006 milhão de sacas).

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Estado do Rio bateu recorde de volume de exportações no primeiro semestre

No primeiro semestre de 2017, o estado do Rio aumentou em 56% suas vendas externas, registrando saldo comercial positivo, diante de US$ 11 bilhões em exportações e US$ 5,6 bilhões em importações. O superávit ocorreu pelo aumento de 138% na receita das vendas de produtos básicos, sobretudo por conta da indústria de petróleo, que atingiram maior valor desde 2012. Os dados são do Boletim Rio Exporta, produzido pelo Sistema FIRJAN.

Segundo Thiago Pacheco, assistente de Comércio Exterior da FIRJAN Internacional, esse resultado dos produtos básicos é reflexo da retomada do preço do barril de petróleo, aliado dos recentes recordes em barris exportados.

“Com relação às vendas de industrializados, apesar do recuo total de 12% devido à exportação de plataformas ter diminuído no 1º semestre deste ano, a maioria das indústrias teve incremento, levando aos avanços tanto em preço (44%) quanto em volume (8%) das exportações do Rio”, explicou Pacheco.

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Marcos Pereira afirma que investimento de montadora no Brasil é sinal da retomada do crescimento

O Ministro participou de cerimônia da Volkswagen, em São Bernardo do Campo, em que foram anunciados aportes de R$ 2,6 bilhões. O município terá a primeira planta da marca fora da Alemanha

São Paulo (14 de agosto) – O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira comemorou hoje o anúncio de investimentos de R$ 2,6 bilhões da Volkswagen na fábrica Anchieta, de São Bernardo do Campo (SP), e afirmou que o aporte é um sinal da retomada do crescimento da economia brasileira. “A cadeia automotiva no Brasil responde por 22% do PIB industrial. O setor é também um dos principais empregadores, com grande capacidade de dinamizar toda a economia”, afirmou.

Na cerimônia onde a montadora anunciou os investimentos, o ministro também falou sobre o Rota 2030, programa voltado para o desenvolvimento do setor automotivo que está sendo discutido sob coordenação do MDIC. Segundo Marcos Pereira, o programa será instituído nos próximos meses.

“O Rota 2030 é uma política focada na competitividade da indústria automotiva brasileira” disse. “O programa tem um horizonte de 15 anos, ou seja, prevê três ciclos de investimentos do setor, e busca alinhar o produto nacional, no que diz respeito a tecnologia, eficiência energética, segurança veicular e estrutura de custos, ao padrão dos grandes polos globais de produção e desenvolvimento automotivo”, explicou.

O aporte da Volkswagen na fábrica de São Bernardo do Campo integra o cronograma de investimentos de R$ 7 bilhões que a empresa fará no Brasil até 2020. Marcos Pereira destacou a importância econômica da marca para o Brasil, o primeiro país a receber uma fábrica da Volkswagen fora da Alemanha.

“A empresa investe firmemente na modernização da planta, em certificações, no desenvolvimento local de peças, na qualificação de pessoal. É com este pensamento, de incentivar uma indústria cada vez mais moderna, tecnológica e de padrões internacionais, que o MDIC coordena as discussões para o desenvolvimento do Rota 2030”, disse.

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Brasil marca presença na Andina Pack 2017 na Colômbia

Maior Feira da América Latina para as áreas de processamento e embalagem terá a participação de diversos expositores individuais e 2 pavilhões brasileiros.

As empresas brasileiras de embalagem e processamento marcarão presença na 14ª ANDINA PACK – Feira Internacional de Processamento e Embalagem para as Indústrias de Alimentos, Cosméticos e Produtos Farmacêuticos.

Realizada a cada dois anos na cidade de Bogotá, a feira é o evento de negócios mais importante da América Latina e principal plataforma de lançamentos do setor. Neste ano, a feira acontecerá de 7 a 10 de novembro e terá realização e organização da Koelnmesse GmbH, a promotora da ANUGA em Colônia e da Corferias, tradicional promotora de feiras da Colômbia.

“O Brasil é um importante parceiro de negócios da Colômbia e representa a principal participação internacional da feira. Para muitas empresas brasileiras a Andina é a porta de entrada para começar a exportar para a América Latina e Central.” Explica Brena Bäumle, diretora da Bäumle Organização de Feiras, representante da Andina Pack para o Brasil.

Raulino Kreis Júnior, CEO do grupo Raumak, mostra-se bastante otimista sobre a participação de sua empresa esse ano: “O mercado Colombiano passou rapidamente de promessa a realidade, a expansão do mercado, o desenvolvimento e investimentos em melhoria de produção colocam a Colômbia em destaque no cenário Latino, esta evolução, a crescente demanda por tecnologias de ponta e a possibilidade de ampliar o relacionamento direto com o cliente motivaram o Grupo Raumak a abrir, em agosto, sua estrutura própria no país. A Andina Pack 2017 será, sem dúvidas, a melhor vitrine para apresentar de forma massiva a linha de equipamentos ADVANCED LINE e a nova estrutura RAUMAK COLÔMBIA”.

O Evento reúne 500 expositores (de 21 países) e mais de 19 mil visitantes (vindos principalmente da região dos Andes, América Central e de outros países da América Latina). “Com 22.000m² de área de exposição, tornou-se o ponto de encontro dos maiores produtores, distribuidores e revendedores da Colômbia – além de marcas globais e da América Latina.” Complementa Brena.

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Balança comercial tem superávit de US$ 873 milhões na segunda semana de agosto

No ano, as exportações totalizam US$ 133,408 bilhões e as importações, US$ 89,678 bilhões, com saldo positivo de US$ 43,730 bilhões

Na segunda semana de agosto, a balança comercial registrou superávit de US$ 873 milhões, resultado de exportações de US$ 3,913 bilhões e importações de US$ 3,040 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 6,9 bilhões e as importações, US$ 5,7 bilhões, com saldo positivo de US$ 1,219 bilhão.

A média das exportações da segunda semana chegou a US$ 782,7 milhões, 3,6% acima da média da primeira semana, em razão do aumento nas exportações de produtos básicos e manufaturados. A alta foi puxada pela venda de soja em grãos, petróleo em bruto, fumo e carne bovina, entre outros. Também houve crescimento no mercado de automóveis de passageiros, tubos flexíveis de ferro e aço e veículos de carga. Por outro lado, houve pequena queda, de 6,4%, no comércio de produtos semimanufaturados, provocada pela celulose, açúcar em bruto e madeira em estilhas.

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Camex elabora Agenda Regulatória de Comércio Exterior

Agenda será instrumento periódico de planejamento e gestão da regulação e dará maior transparência e previsibilidade às regras aplicadas ao comércio exterior brasileiro

A Secretaria Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex) anunciou a realização de uma consulta interna aos 27 órgãos reguladores do comércio exterior brasileiro para a elaboração da primeira Agenda Regulatória de Comércio Exterior do Brasil para 2018/2019. Nesta primeira etapa serão identificadas áreas em que são necessários novos regulamentos, reformas ou aperfeiçoamento da regulação do comércio de bens e serviços.

“Será um processo aberto e com ampla participação dos interessados. Esperamos lançar a consulta aos órgãos intervenientes nos próximos dias. Quando tivermos o primeiro resultado em mãos, será realizada uma segunda consulta, desta vez ao setor privado”, explicou a secretária-executiva da Camex, Marcela Carvalho.

O anúncio foi feito durante a terceira reunião do Grupo de Trabalho de Regulação da Camex, no Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), nesta quinta-feira (10/8), que reuniu representantes de 16 agências reguladoras e dez ministérios. O GT Regulação foi criado em março deste ano, com o objetivo de ampliar a troca de experiências sobre boas práticas regulatórias entre os órgãos de governo e contribuir para o aperfeiçoamento da regulação de comércio exterior no Brasil.

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Vendas externas de milho disparam em julho e têm alta 122%

Exportações totais do setor no mês passado somaram US$ 8,26 bi, com acréscimo de 5,8% em relação ao mesmo mês de 2016

Os embarques de milho do Brasil atingiram 2,3 milhões de toneladas em julho, incremento de 122,2% em relação ao mesmo mês 2016, período em que foram exportadas 1 milhão de toneladas. O aumento no volume permitiu o incremento das receitas de exportação de US$ 184 milhões para US$ 357 milhões. Os principais destinos foram Irã (623 mil t), Egito (359 mil t), Vietnã (306 mil t), Israel (152 mil t), Malásia (150 mil t) e Coreia do Sul (133 mil t).

Os dados constam da balança comercial do agronegócio, divulgada nesta quinta-feira (10) pela Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). As exportações brasileiras do agronegócio atingiram US$ 8,26 bilhões em julho de 2017, cifra 5,8% superior à registrada em igual mês de 2016, de US$ 7,81 bilhões. O superávit comercial do setor no mês passado foi de US$ 7,22 bilhões, ante US$ 6,67 bilhões de julho de 2016.

De acordo com a SRI, a diferença significativa nos volumes comercializados nas vendas externas de milho reflete a expectativa na produção recorde na safra 2016/2017, de 97,2 milhões de toneladas. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), as boas condições climáticas favoreceram o desenvolvimento das lavouras, levando a estimativas de alta produtividade do cereal.

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Michel Temer defende no Enaex agenda de reformas para fortalecer as exportaçõe

Rio de Janeiro – O presidente Michel Temer defendeu a agenda de reformas do governo como fundamentais para impulsionar o comércio internacional no Brasil, em participação no Encontro Nacional do Comércio Exterior (Enaex). De acordo com Temer, as medidas estruturais contemplam uma agenda de competitividade que contribuirá para reduzir entraves nas exportações e importações.

“No comércio exterior, as reformas proporcionarão a desburocratização, assim como a modernização logística, e ampliação e abertura de mercados. Simplificar processos é essencial para nossos empreendedores produzirem e gerarem empregos”, disse.

O presidente ressaltou que, além de criar estímulos para a industrialização do país, também é prioridade do governo solucionar gargalos de infraestrutura, para agilizar processos nas vendas externas e aquisições das empresas brasileiras

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Manual sobre barreiras comerciais e aos investimentos

Para auxiliar as empresas brasileiras a lidarem com possíveis barreiras comerciais que possam afetar suas exportações e investimentos, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI) criaram um manual que detalha o tema de forma didática e explicativa.

O manual explica o que são barreiras comerciais e aos investimentos e destaca a relevância do tema para o comércio exterior e para a atração de investimentos brasileiros. O documento detalha os diversos tipos de barreiras comerciais: tarifárias, não tarifárias e aos investimentos.

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