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Brasil vai ampliar exportação de carne para China e iniciar embarques à Indonésia e Coréia do Sul

Negociações, de acordo com ministro Blairo Maggi, devem viabilizar também a retomada de embarques de cortes suínos à Rússia

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, anunciou nesta terça-feira (17) a abertura de novos mercados às carnes brasileiras. Informou que estão em fase final as negociações para início das exportações de carne bovina para a Indonésia. Missão técnica da Indonésia chegou nesta segunda-feira (16) ao Brasil e vai ficar no país até a sexta-feira (20), visitando frigoríficos em diversos Estados. Posteriormente, serão definidos os detalhes para a elaboração do Certificado Sanitário Internacional (CSI) que viabiliza os embarques do produto.

A Coréia do Sul será outro novo mercado que se abrirá para o Brasil. Os coreanos irão importar a carne suína brasileira, fornecida pelo estado de Santa Catarina, por ser área livre da febre aftosa sem vacinação. As tratativas serão concluídas nos próximos dias.

“Além disto está sendo acertada para maio, possivelmente nas primeiras semanas do mês, a vinda da “tão esperada missão da China, para ampliação do número de plantas frigoríficas autorizadas à embarcarem todos os tipos de carnes (bovina, suína e de aves) aquele país”, adiantou Maggi.

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Segunda semana de abril tem superávit de US$ 1,829 bilhão

Exportações somaram US$ 5,244 bilhões e importações, US$ 3,415 bilhões

Na segunda semana de abril de 2018, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,829 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 5,244 bilhões e importações de US$ 3,415 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 64,173 bilhões e as importações, US$ 46,897 bilhões, com saldo positivo de US$ 17,276 bilhões.

A média das exportações da segunda semana chegou a US$ 1,048 bilhão, 14,9% acima da média da primeira semana (US$ 912,5), em razão do aumento nas exportações de produtos básicos (44,7%, por conta de magnésia calcinada, petróleo em bruto, minério de cobre, fumo em folhas e farelo de soja). Já as vendas de produtos semimanufaturados tiveram queda (-25,5%, em função de óleo de soja em bruto, ferro fundido bruto e ferro spiegel, açúcar em bruto, ouro em formas semimanufaturadas e celulose). Também caíram as exportações de manufaturados (-6,1%, em razão de gasolina, etanol, motores e turbinas de aviação, motores, geradores e transformadores elétricos e óxidos e hidróxidos de alumínio).

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Marcos Jorge toma posse como ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços

Brasília (10 de abril) – Marcos Jorge de Lima, é, oficialmente, o novo ministro da Indústria, Comércio exterior e Serviços (MDIC). A nomeação foi publicada nesta terça-feira (10) no Diário Oficial da União e às 15h o presidente Michel Temer assinou o termo de posse, numa cerimônia realizada no Palácio do Planalto. Também foram empossados os ministros Alberto Beltrame (Desenvolvimento Social), Antônio de Pádua de Deus (Integração Nacional), Eduardo Guardia (Fazenda), Esteves Colnago (Planejamento), Helton Yomura (Trabalho), Leandro Cruz Fróes da Silva (Esporte), Moreira Franco (Minas e Energia), Rossieli Soares da Silva (Educação) e Vinícius Lummertz (Turismo). As mudanças foram necessárias devido à saída de diversos ministros para cumprir o prazo de desincompatibilização exigido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Marcos Jorge tem 39 anos e ocupava o cargo de ministro interino do MDIC desde janeiro de 2018, quando passou a substituir Marcos Pereira, que estava à frente da pasta desde maio de 2016. Na saudação que fez aos novos ocupantes dos cargos do primeiro escalão, o presidente Michel Temer disse que não poderia deixar de cumprimentar o ministro Marcos Pereira, presente à cerimônia, pelo “dinamismo que imprimiu à indústria”.

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Saldo comercial do agronegócio alcança US$ 7,79 bilhões em março

As exportações do agronegócio somaram US$ 9,08 bilhões, em março, registrando crescimento de 4,1% em relação ao mesmo mês do ano anterior, quando as vendas foram de US$ 8,73 bilhões. As importações de produtos do setor alcançaram US$ 1,29 bilhão (-6,9% abaixo de março de 2017). Como resultado, a balança comercial do setor registrou saldo positivo da ordem de US$ 7,79 bilhões.

Os produtos do agronegócio representaram 45,2% do total das vendas externas brasileiras no mês, com aumento de quase dois pontos percentuais de participação comparado a março do ano passado.

Os produtos de origem vegetal foram os que mais contribuíram para o crescimento das exportações do setor, com incremento de US$ 417,08 milhões, principalmente em função de produtos florestais, cujas vendas externas foram US$ 374,49 milhões superiores. Se destacaram outros setores, como sucos (+US$ 107,51 milhões); cereais, farinhas e preparações (+US$ 93,55 milhões); fumo e seus produtos (+US$ 78,84 milhões) e fibras e produtos têxteis (+US$ 27,97 milhões).

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Primeira semana de abril tem superávit de US$ 1,4 bilhão

No acumulado do ano, exportações superam importações em mais de US$ 15 bilhões

Brasília (9 de abril) – Na primeira semana de abril, a balança comercial teve superávit de US$ 1,461 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 4,524 bilhões e importações de US$ 3,064 bilhões. No ano, as exportações somam US$ 58,891 bilhões e as importações, US$ 43,482 bilhões, com saldo positivo de US$ 15,409 bilhões.

Nas exportações comparadas as médias da primeira semana (US$ 904,9 milhões) com a média registrada em abril do ano passado (US$ 982,2 milhões), houve queda de 7,9%. A diminuição nos embarques para o exterior é consequência, principalmente, da redução nas vendas de produtos básicos (-16,5%) por conta de soja em grão, café em grão, petróleo em bruto, minério de ferro e farelo de soja; e de manufaturados (-3,1%) influenciada por tubos flexíveis de ferro e aço, hidrocarbonetos e derivados halogenados, açúcar refinado, aviões e automóveis de passageiros. Já as vendas de produtos semimanufaturados apresentaram aumento de 17,8%, principalmente em função de ferro fundido bruto, óleo de soja em bruto, ferro-ligas, celulose e semimanufaturados de ferro e aço.

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Exportação de frango tem queda de 5,6% no primeiro trimestre

A exportação de carne de frango somou 1,017 milhão de toneladas de janeiro a março, volume 5,6% menor que no primeiro trimestre de 2017, de acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Em receita, o valor alcançado foi de US$ 1,605 bilhão, um decréscimo de 11,9% no mesmo comparativo.

No mês de março também houve queda. O setor exportou 376,6 mil toneladas, total 2,2% menor que o registrado em março de 2017, e em receita, a queda foi de 10% no mesmo comparativo, somando US$ 589,9 milhões.

Em nota, o presidente-executivo da ABPA, Francisco Turra, disse que “o ano era promissor para o setor, mas a soma entre custos de produção em elevação e as suspensões de plantas pelo próprio Brasil para a União Europeia impactou negativamente o saldo do trimestre”.

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Crescimento das importações diminui saldo da balança comercial em março

O crescimento das importações, decorrente da recuperação da economia, reduziu o saldo da balança comercial em março. Segundo dados divulgados pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic), o país exportou US$ 6,281 bilhões a mais do que importou no mês passado, queda de 12% em relação ao resultado positivo de US$ 7,136 bilhões em março de 2017.

Com o resultado de março, a balança comercial – diferença entre exportações e importações – acumula superávit de US$ 13,952 bilhões nos três primeiros meses de 2018, valor 3,1% inferior ao do mesmo período do ano passado. Apesar da retração, o indicador acumula o segundo melhor resultado da história, tanto para meses de março quanto para o primeiro trimestre.

No mês passado, as exportações somaram US$ 20,089 bilhões, alta de 9,6% em relação a março de 2017 pelo critério da média diária. O destaque foram as vendas de semimanufaturados, que cresceram 16,8% sobre o mesmo mês do ano passado, graças às vendas de zinco bruto (alta de 95,5%), celulose (+92,1%) e ligas de ferro (48,3%).

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Bens de capital, informática e telecomunicações têm tarifas zeradas pela Camex

Alterações nas tarifas são de produtos na condição de ex-tarifários.

O Diário Oficial da União (DOU) quarta-feira (28) trouxe resoluções da Câmara de Comércio Exterior (Camex) que alteram as tarifas de importação de bens de capital (BK), informática e telecomunicações (BIT) na condição de ex-tarifários.

A resolução nº 22/2018 contempla a relação de 38 ex-tarifários para bens de informática e telecomunicações, sendo 20 pedidos novos e 18 pedidos de renovação.

Já a resolução nº 23/2018 trata da alteração da alíquota de importação para 293 ex-tarifários para bens de capital, sendo 237 pedidos novos e 56 pedidos de renovação. Os principais setores contemplados, em relação aos novos investimentos, serão: eletroeletrônico (54,59%), construção civil (6,54%) e autopeças (6,31%).

As alterações para 0% das tarifas de importação, de ambas as resoluções, entram em vigor hoje até 31 de dezembro de 2019.

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Missão brasileira apresenta estudos técnicos sobre abate de frango para sauditas

Sufian Al-Irhayim, Diretor da GSO, e o Secretário-Executivo Eumar Novacki

O Secretário Executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Eumar Novacki, e comitiva, reuniram-se nesta segunda-feira (26) com o diretor da Organização de Padrões do Golfo (GSO), Sufian Al-Irhayim, e representantes do órgão de regulação saudita, ligado ao Grupo do Golfo, que estabelece os padrões sanitários, tecnológicos e religiosos para o consumo de produtos no país.

No caso do consumo de proteína animal, o GSO determina quais procedimentos devem ser obedecidos no abate Halal, exigência para que possa ser processado o alimento de origem animal aos muçulmanos.

Durante a reunião foram apresentados estudos técnico-científicos para subsidiar alterações na regulamentação sobre a insensibilização de frangos, que envolvem aspectos técnicos e religiosos. A alteração da norma 993 do GSO está sendo discutida, e segundo o Al-Irhayim deve ocorrer até final de junho de 2018. Tal medida é necessária para permitir regras claras para o cumprimento de requisitos de certificação Halal.

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