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Acordo entre e Mercosul e União Europeia é prioridade para Brasil e Argentina, afirma Marcos Pereira

O ministro Marcos Pereira se reuniu nesta quarta-feira, em Davos, na Suíça, durante a programação do Fórum Econômico Mundial, com o ministro da Produção da Argentina, Francisco Cabrera.

Eles conversaram sobre o lançamento das negociações envolvendo o Mercosul e a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA), bloco formado por quatro países europeus – Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein, que ocorrerá nesta quinta-feira (19). As negociações com a União Europeia também foram tratadas no encontro.

“Hoje me encontrei em Davos com o ministro da Produção da Argentina, Francisco Cabrera. Estamos empenhados em acelerar as negociações Mercosul-União Europeia e Mercosul-Efta. Neste ano, a presidência do bloco é da Argentina neste primeiro semestre e do Brasil no próximo. Teremos um encontro em Brasília dia 31 para tratar do comércio bilateral”, disse o ministro.

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Projetos de saneamento, mobilidade urbana e logística terão destaque, diz presidente do BNDES

Um ambiente propício para a realização de investimentos requer estabilidade, previsibilidade e expectativas positivas sobre o futuro da economia, diz Maria Silvia Bastos Marques, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Segundo ela, “o Brasil está agora fazendo seu dever de casa nas finanças públicas e também no restabelecimento do aparato institucional, jurídico e regulatório do país”. Com isso, “o apetite por investimentos está sendo destravado e o país voltará a crescer”. Confira a entrevista que ela concedeu à Agência CNI de Notícias.

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Exportações crescem 5,7% até segunda semana de janeiro

Com exportações de US$ 2,919 bilhões e importações de US$ 2,799 bilhões a segunda semana de janeiro teve superávit de US$ 120 milhões. No acumulado do mês, as vendas ao exterior totalizaram US$ 5,939 bilhões e as compras externas foram de US$ 5,598 bilhões, com saldo positivo de US$ 341 milhões.

Na segunda semana, a média das exportações chegou a US$ 583,9 milhões, o que significou uma queda de 3,3% em relação à média de US$ 603,9 milhões registrada na primeira semana de janeiro. O motivo foram as quedas nas exportações de produtos semimanufaturados (-34,7%, em razão de açúcar em bruto, celulose, ouro em formas semimanufaturadas, ferro-ligas e ferro fundido bruto) e de produtos manufaturados (-3,1%, em função, principalmente, de produtos laminados de ferro e aço, automóveis de passageiros, suco de laranja não congelado, veículos de carga, hidrocarbonetos e derivados halogenados). Já as vendas de produtos básicos cresceram 12,8%, por conta de petróleo em bruto, café em grão, soja em grão, minérios de ferro, trigo em grão.

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Brasil bate mais um recorde na exportação de café

As exportações dos cafés do Brasil superaram o volume de 34 milhões de sacas de 60 kg em 2016, das quais 29,56 milhões de foram de café verde arábica, 580,31 mil sacas de café robusta, 29,2 mil de café Torrado & Moído e 3,83 milhões de café solúvel.

De acordo com o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil – CeCafé, responsável pelo relatório, o café arábica e o café solúvel embarcados ano passado atingiram o maior volume anual desde o início das exportações de café do Brasil.

O Conselho mostrou que as exportações dos Cafés do Brasil geraram aproximadamente US$ 5,4 bilhões de receita cambial em 2016 e representaram 6,4% do total das exportações do agronegócio brasileiro nesse ano, que foi de US$ 84,9 bilhões.

Nesse relatório constam os maiores continentes que importaram café brasileiro no ano passado: Europa, com 18,42 milhões de sacas; América do Norte, com 7,60 milhões de sacas; Ásia, 5,95 milhões; e América do Sul, 1,17 milhões. Os continentes África, Oceania e América Central juntos foram responsáveis pela importação de aproximadamente 860 mil sacas de café do Brasil.

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Brasil retoma exportações de cortes suínos para a África do Sul

O Brasil vai retomar as exportações de carne suína in natura para venda livre (no varejo) para a África do Sul. O departamento de Negociações Não Tarifárias do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) recebeu o comunicado da reabertura daquele mercado, nesta quarta-feira (11), do Departamento de Agricultura, Floresta e Pesca (DAFF) sul africano.

Desde 2005 que as negociações para a reabertura das compras vinham sendo realizadas. A paralisação do comércio foi decidida devido a focos de aftosa registrados no Brasil naquele ano. Os importadores daquele país só recomeçaram a comprar efetivamente, a partir de 2014, apenas os cortes destinados à indústria de embutidos (salsicharia).

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Convenção anual da National Retail Federation (NRF) em Nova York

Delegação dos líderes que inspiram líderes rumo ao maior evento de varejo do mundo
Na contra-mão da crise, Grupo GS& Gouvêa de Souza, investe em curadoria de conteúdo e
experiências exclusivas para a Delegação GS&MD no evento

Está chegando o momento do ano mais inspirador para os varejistas do mundo todo – o NRF Retail´s Big Show – a convenção anual da National Retail Federation (NRF), que acontecerá entre os dias 15 e 18 de janeiro de 2017, em Nova York (EUA). Há mais de um século, varejistas de várias partes do globo se reúnem para discutir tendências, conceitos e melhores práticas para seus negócios. E, nos últimos 26 anos, o Grupo GS& Gouvêa de Souza desenvolve uma programação exclusiva de visitas técnicas, conteúdo e relacionamento para proporcionar aos empresários do varejo brasileiro experiências únicas e profunda imersão no maior mercado de varejo e consumo do mundo.

Para isso, foi necessário reinventar-se e, na contra-mão da crise, inovar ao investir em um forte trabalho de coolhunting que começou em setembro de 2016 e analisou mais de 600 estabelecimentos para antecipar tendências e conceitos inovadores do varejo norte-americano. O resultado foi um filtro de cerca de 20 das lojas mais conceituais e inovadoras em diferentes segmentos, que compõem o roteiro de visitas técnicas nos dois dias que antecedem o início da programação do NRF Big Show.

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Produção de grãos deve registrar recorde de 215 milhões de toneladas

O aumento esperado de 15,3% se deve a maior produtividade e melhor expectativa em relação ao clima

A estimativa de produção de grãos para a safra 2016/17 é de 215,3 milhões de toneladas, com aumento de 15,3% ou de 28,6 milhões de toneladas em relação a safra anterior de 186,7 milhões toneladas. Os dados são do 4º Levantamento feito pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que foi divulgado nesta terça-feira (10).

O resultado positivo se deve à produtividade média das culturas, em recuperação da influência negativa das condições climáticas da safra passada. A área total também tem previsão de ampliação em 1,3% ou de 745,6 mil hectares, quando comparada à safra anterior, podendo chegar, no total, a 59,1 milhões de hectares.

Para a soja, a projeção é de crescimento de 8,7% na produção, podendo atingir 103,8 milhões de toneladas, com aumento de 8,3 milhões de toneladas. A área é 1,6.% maior. O milho de primeira safra deverá alcançar 28,4 milhões de toneladas, com aumento de 9,9% ou de 2,5 milhões de toneladas frente à safra 2015/16 com ampliação de 3,2 % na área.

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Exportação de calçados registra receita de US$ 999 milhões em 2016

Se o mercado interno brasileiro não ajudou os calçadistas ao longo de 2016, o mesmo não se pode dizer dos compradores além-fronteiras. Com um câmbio favorável na maior parte do ano, apesar da instabilidade, os calçadistas fecharam 2016 somando 126,17 milhões de pares embarcados que geraram US$ 999 milhões, números superiores tanto em volume (1,7%) quanto em dólares (4%) no comparativo com 2015.

Segundo o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, o último trimestre de 2016 alavancou os números das exportações do setor. “Vínhamos registrando incremento dos embarques desde agosto, com as vendas das coleções de primavera-verão, mas foi a partir de outubro que registramos os incrementos mais significativos”, explica. O dirigente ressalta que, além do câmbio, foram essenciais para o resultado as participações nas feiras internacionais por meio do programa Brazilian Footwear.

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Com aumento 36,6%, exportação de açúcar é destaque na balança comercial do 2016

Embarques do produto somaram US$ 10,4 bilhões, o equivalente a 28,93 milhões de toneladas

Apesar da soja ser o carro-chefe das vendas externas brasileiras, o açúcar chama a atenção da balança comercial do agronegócio no acumulado de 2016. O produto foi responsável por quase todo o montante do complexo sucroalcooleiro, com 92% do valor em vendas do setor (US$ 10,44 bilhões). Em comparação com 2015, houve crescimento de 36,6% em valor, em função do aumento da quantidade: de 24,01 para o recorde anual de 28,93 milhões de toneladas (+20,5%). Os dados foram divulgados pela Secretária de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) nesta segunda-feira (9).

As exportações de álcool também tiveram expansão, passando de US$ 880,48 milhões em 2015 para US$ 896,34 milhões em 2016 (+1,8%). A despeito da queda na quantidade (-3,7%), o aumento no preço do produto (+5,7%), foi superior, o que levou ao crescimento das vendas em valor. As exportações do complexo sucroalcooleiro alcançaram a cifra de US$ 11,34 bilhões em 2016, o que representou incremento de 32,9% em comparação ao ano anterior.

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